CHÁ VERDE EM TARDE NÔMADE, originally uploaded by Mary Jo Zilveti.O Twitter está lerdo hoje e falha no carregamento o tempo todo. Enquanto isso, na leitura fragmentada do século 21, que tal os artigos “Breaking news, Twitter style“, no site da Reuters, e “Why Twitter Matters“, publicado na Business Week, que trata da explosão desse serviço, questionando se ele é páreo para o
Facebook?
Leitura recomendável para os que discutem e pensam em redes sociais, em tempos de web 3.0.
Vale lembrar e repetir que a TV Cultura iniciou sua cruzada para angariar telespectadores que pertencem a uma categoria bastante desejada e, aparentemente, fora do alcance da televisão: os internautas.
A iniciativa do programa Roda Viva -aliás a página está vetusta e merece urgente uma atualização, mas dá para acessar o blog da TV Cultura- é inédita.
Há duas edições, o programa tem chamado blogueiros/twitteiros para participar da platéia.
Pelo que entendi, eles não podem perguntar nada ao entrevistado. Aliás, quem assistiu pela TV relatou que a câmera mal registra a presença dos blogueiros. Pelo Twitter, eles comentam o que acontece durante a roda viva de perguntas e respostas e informam os internautas. Um resumo que se atualiza com frases de 140 caracteres, o máximo que o serviço permite. O Tweetscan e outros servem para rastrear o que foi dito na web sobre um assunto, bastando, por exemplo, digitar #rodaviva.
É uma forma de chamar os internautas para ligar a TV? Ainda é cedo para responder a essa questão. Afinal, quem não quiser desgrudar do seu monitor pode assistir a transmissão do programa pela web ao vivo.
Trata-se da segunda experiência e essa forma pode e deve mudar. Por que não incluir os blogueiros na turma dos entrevistadores?
Na última segunda-feira, a blogueira, jornalista e escritora Ana Carmen foi uma das convidadas a participar da platéia composta de três blogueiros/twitteiros, durante a entrevista com o bailarino e coreógrafo Ivaldo Bertazzo. A jornalista e blogueira HelenaN, do Prateleira.net, e o jornalista Alexandre Inagaki, do Pensar Enlouquece, completaram o grupo.
Nada é por acaso. Paulo Markun, presidente da Fundação Anchieta – Centro Paulista de Rádio e TV Educativa, está muito bem assessorado. Aliás, parabéns ao responsável por nova mídias. E Markun revela seu lado interneteiro em entrevista ao Link, do Estadão. Sem deixar de arrematar que tem um filho da geração Y, Pedro Markun.
Seria injusto esquecer que a Fundação Padre Anchieta já tem outras iniciativas na web. O Radar Cultura é uma rede social que começou a engatinhar e deve ter engatado, espera-se, mesclando a Rádio Cultura AM com web. Merece visita, cadastro e experimentação.
P.S. Já agendei entrevista ao vivo com Ana Carmen e estou tentando falar com HelenaN e Inagaki. Também vou atrás do responsável por novas mídias da TV Cultura. A idéia é escrever um texto com depoimentos para a revista GSMmania (site em reestruturação), na qual sou editora.








4 Comentários
23, Maio, 2008 às 5:10 am
Oi, Marijô
Manda e-mail pra mim que eu tenho os contatos, linda!
bj
21, Maio, 2008 às 12:30 am
É meio estranho como as pessoas falam em web 2.0 e 3.0, o twiter, o dig fazem hoje o que os Webrings faziam na década de 90 só mudou a quantidade de javascript, talvez a velha dicotomia da necessidade de se relacionar e a busca por privacidade tenha tornardo a web o ambiente mais cômodo para os humanos medrosos, quando temos velhos amigos e não os conhecemos isso significa que começa a ficar perigoso.
Em contrapartida é interessante ver a mídia de massa do século 20 procurar a do século 21 o que esse diálogo vai gerar é uma questão boa de se observar
Abraços Camarada
20, Maio, 2008 às 8:44 pm
Acho válido que busquem essa ferramenta como algo que atinja um novo público telespectador antes habituado a linguagem virtual apenas. Mas a minha pergunta é: será que esses estão interessados na tv aberta (por mais utilidade e entretenimento de qualidade como no caso da Tv Cultura).
O que vejo no Twitter é gente que se vê tv é a cabo e mesmo assim é raro. Baixam suas séries e interesses diretamente no computador.
Enfim, texto bem pertinente.
Ahhh… e pode passar uma caneca desse chazinho pra cá!
Beijos querida.
20, Maio, 2008 às 7:31 pm
[...] Marijô Zilveti comentou sobre as possibilidades da nova ferramenta. [...]