
Crescimento nas vendas de celulares de baixo © Juniper Research
Pesquisa do instituto Juniper Research revela que, entre 2009 e 2014, o faturamento anual em vendas de celulares de baixo custo crescerá 22%, sobre a atual base de 700 milhões de unidades, nos países emergentes. Operadoras e fabricantes estão de olho nesses mercados para dar uma mordida caprichada nessa fatia do bolo, e o aparelho de baixo custo é imprescindível para matar essa insaciável gula.
Os gigantes desse setor, que oferecem aparelhos e serviços a menos de US$ 5, já estão colhendo os frutos em países como Bangladesh, Paquistão e Índia. A Nokia, por exemplo, começou a desenvolver conteúdo gratuito para estimular quem compra seu primeiro celular a mantê-lo em uso.
O estudo da Juniper aponta as operações dos fabricantes e operadoras em regiões para “Conectar os Desconectados” e para países com grande número de usuários, mas com orçamento apertado para a compra de um celular. A pesquisa faz uma previsão de seis anos em oito regiões do planeta, projetando o crescimento de telefonia móvel em várias tecnologias (2G, 3G, 3,5G e 3,9G), vendas anuais e taxa de assinaturas até 2014.










3 Comentários
30, Junho, 2009 às 5:27 pm
É interessante como os celulares se popularizaram. Me lembro há um 12 anos atrás quando comprei o primeiro celular, aquele aparelho analógico pesadíssimo. Eu não lembro quanto mais na época paguei uma fortuna. Era, certamente um aparelho de luxo.É impressionante como se tornou popular e imprescidível na atualidade, é simplesmente impossível viver sem um.
J. Geraldo Padilha
17, Junho, 2009 às 4:03 am
Querida,
Na contracorrente, por aqui se começa a discutir os efeitos dos celulares sobre a saude. Começa-se a discutir muito seriamente o efeito nao so de se receberem as ondas diretamente no ouvido mas também de vivermos todos – os que têm e os que nao têm celulares – sob uma teia de ondas. Começa-se a pensar que a quantidade de novos casos d cancer tenha a ver com isso. Você sabe que na França o cancer tem progredido à razao de 20% por ano?
Por outro lao, a inclusao de que a India, Paquistao e mesmo o Brasil precisa nao é a telefonia, nao é? Isso nao é prioridade. Ao contrario. Conteudo gratuito? Minina, se vcê visse os “djneunes” por aqui andando pela rua feito uns robôs com as calças largas caindo quadril abaixo, cueca aparecendo e falando feito maniacos no celular ou dançando sozinhos com os MP4 no ouvido… E sabe que mais? Aqui em casa ninguém tem celular nem nada que se ponha no ouvido. Nem com fones. Ordem do médico…
Bises,
Eliana
17, Junho, 2009 às 2:13 pm
Eliana, li pela manhã, bem cedo, seu comentário. Vou respondê-lo calmamente ainda hoje. Passei aqui só para dizer que o celular não tem a função de incluir as massas apenas para as operadoras e fabricantes aumentem mais sua receita. Bem ou mal, esse aparelho faz parte do cotidiano do planeta e estendeu há tempos as suas funções. Você conseguiria se imaginar sem computador, máquina de lavar roupa e outros eletrodomésticos que a ajudam na lida? A idílica casa no campo com lareira e fogão a lenha ficou congelada na memória do século passado. Não pense que estou fazendo apologia ao celular ou a outras quinquilharias eletrônicas (inclua nesse bolo o microondas, a televisão, o monitor, a tela do seu notebook, que também emitem raios). Assim que eu conseguir me livrar de afazeres prosaicos aqui em casa, volto a postar ou comentar o uso que muitos países africanos têm feito com o celular. Beijos à mancheia.
Mari-Jô Zilveti