Estatísticas para quem precisa.
O órgão soltou na sexta-feira, dia 20, via assessoria de imprensa a seguinte cifra: o Brasil conta com 168 milhões de linhas de telefonia móvel. É um número assombroso, mas há de se tomar cuidado. Motivo. Menos de 18% corresponde a linhas pós-pagas. Precisamente: 17,73% ou 29.795.754.
Os conhecidos pais-de-santo, que recebem ligações, oficialmente os pré-pagos, equivalem a 82,27% ou 138.241.276.
Dá para entender por que as operadoras querem a todo custo disputar essa legião de quase 30 milhões de clientes? São eles que pagam uma taxa fixa mensalmente por pelo menos um ano. Não é uma cifra pra jogar fora.
A agência revela que o crescimento em outubro foi de 1,15%, e a densidade corresponde a 87,6 linhas por 100 habitantes. Em suma, a teledensidade.
Do site da Agência Nacional de Telecomunicações, eis a reprodução da tabela dos estados que registraram maior crescimento.
| UF (Teledensidade) | Crescimento em outubro (%) | UF (Teledensidade) | Crescimento de janeiro a outubro (%) |
| Maranhão (42,52) | 1,89 | Tocantins (73,73) | 23,17 |
| Piauí (55,03) | 1,57 | Amapá (78,81) | 23,05 |
| São Paulo (104,37) | 1,53 | Rondônia (84,51) | 20,56 |
| Paraíba (67,67) | 1,41 | Maranhão (42,52) | 20,30 |
| Minas Gerais (86,97) | 1,39 | Roraima (69,8) | 18,12 |











1 Comentário
22, dezembro, 2009 às 2:15 pm
O termo “teledensidade” para definir razão de linhas telefônicas/100 habitantes é errôneo.