Gadgets wireless x Bill Gates unplugged

Bill Gates na CES

A CES é conhecida mundialmente desde priscas eras. Já teve versão de inverno, de verão, mas isso foi lá longe, do final dos anos 70 a meados dos anos 90.
É um dos palcos mais esperados para quem acredita que gadgets são fundamentais na vida do homem. É o termômetro de lançamentos de vários gêneros que vêm por aí.
A indústria de telefonia móvel, por exemplo, sempre mostra novos aparelhos que depois vão se apresentar em outras plagas.
Idem, ibidem para fabricantes de televisores, mp3-players e outras traquitanas.
Até aí nada de novo.
No primeiro dia do evento, sites noticiosos e blogs jorraram informações sobre televisores de 150 polegadascelulares ultrafinos, dotados de estúdios, isso sem falar na aposta da gigante Intel (número um em microprocessadores), na computação ultramóvel.
Ok, isso dá apenas uma ínfima idéia do que rolou no primeiro dia da feira.

Mas nem tudo é gadget. O homem mais invejado, odiado e/ou amado do mundo tech, resolveu oficializar sua saída do planeta tecnológico.

Bill Gates, que costuma figura no primeiro lugar da lista da Forbes dos maiores milionários do mundo, discursou pela última vez em Las Vegas. Na abertura da CES, como sempre o fez durante anos seguidos, falou a milhares de pessoas. Desta vez fez questão de lembrar que trabalha desde os 17 anos e que vem se dedicando em tempo integral à sua empresa.

Sua saída da Microsoft já fora alardeada em 2007. Segundo ele, deixa de participar das decisões da companhia em meados deste ano.

Agora ele quer se dedicar à Gates Foundation, responsável por projetos em áreas de saúde, educação em países emergentes.

Quando a platéia perguntou “o que ele diria sobre seu último dia”, Gates explicou que deverá trabalhar eventualmente, em “meio período”.

O mundo dá voltas.

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