Arquivo do mês: agosto 2008

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Cyberculture Little Lulu no LuluzinhaCamp

Uma homenagem de uma Lulu leitora da Luluzinha para o LuluzinhaCamp

Quem diria que Marge, a criadora da hilária personagem Little Lulu, daria nome a um evento cybercultura de Lulus.
Será que é preciso explicar? Eu confesso que li centenas de revistinhas da Luluzinha. Adorava esperar o sábado para que meu pai fosse até a banca de jornal para me comprar a última edição da minha personagem predileta. Bom isso já foi há algumas décadas.
O tempo passou e o termo Luluzinha pegou. Virou coisa de mulher. E agora virou encontro de mulheres blogueiras. O Luluzinha Camp acontece no sábado, 23 de agosto, no Gafanhoto.

É a prova perfeita e acabada de que existem mulheres na blogosfera. Aos montes. Eu me dei ao trabalho de contar as inscritas. Passaram das 160 blogueiras. E palmas para a idealizadora do evento, Lucia Freitas, cuja idéia saiu de uma reunião na qual ela era a única da espécie feminina. Pouco importa. O que interessa é que um bando vai se encontrar no Espaço Gafanhoto, (av. Rebouças, 3181, São Paulo) entre 10h e 17h, para falar de mulher interneteira, maquiagem, tricô, fofocas do mundo cibernético, de tecnologia.

Corra que ainda dá tempo.

E se não der, acompanhe pelo Twitter, TwitterSearch (digite luluzinhacamp) pelo Flickr, pelo YouTube, pela lista de blogs, clique no Blogroll ou quem sabe pelo Yahoo Live.

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Um pen drive pra carregar seu mundo se acabar a luz

Pen drive, o chaveiro do século 21

Pen drive, o chaveiro do século 21, é o minúsculo objeto azul-claro e branco sobre o celular

Sem energia elétrica por CINCO horas, não há bateria de notebook que aguente a jornada. E um celular inteligente, o famoso smartphone, suportaria a lida com um teclado sem fio, ou wireless. Como preferirem.
Mas vamos ao que interessa. Antes de a Eletropaulo estacionar seu caminhão na porta de casa e cortar a energia da rua para trocar um transformador, o desespero foi tamanho.
Luiz saiu correndo para copiar suas pastas de trabalho no pen drive. Manuela, a filha mais velha, esbaforida também ficou desesperada para disputar o servidor com o pai e  gravar fotos e textos em seu MP3 para levar à escola. Como não o achava, claro – qual adolescente sabe onde estão suas coisas-, emprestei um pen drive que estava preso em uma das minhas mochilas. Todos na pressa para levar seu mundo no pen drive.
Motivo principal: como não fôramos avisados do reparo da companhia elétrica, os três mais velhos da casa queriam gravar tudo às pressas em seus pen drives. A caçula de 6 anos, que está praticamente lendo e se interessa pelos recuros extras de camerafones,  transitava tranqüila. Mal sabe o que a espera em breve.
Pen drive, para quem nunca ouviu falar, é um chaveirinho minúsculo, capaz de armazenar milhares de textos, fotos, vídeos e toda sua vida digital. Em outros tempos, era o disquete que fazia esse papel. Claro, em outros tempos não havia foto digital, muito menos música ou vídeo transitando em zeros e uns. Então tudo se restringia a um disquete, que começou com um tamanho gigantesco de 5 1/4 polegadas e, em seguida, diminuiu para 3 1/2 polegadas.
Hoje há pen drives vários gigabytes. Os que costumam ser distribuídos em convenções são de 1 Gigabyte,  2 Gigabytes, 8 Gigabytes etc. Tudo depende do poder de lobby de quem faz as vezes da casa.
Naquela tarde descobri que não são apenas textos, músicas ou filmes que devem ser carregados no seu chaveiro do século 21.
O ex-publicitário, autor de livros de tecnologia e blogueiro Carlos Cardoso, que escreve para uma legião de leitores no MeioBit e mantém o Contraditorium, me aconselhou a levar meus aplicativos todos no chaveiro digital.

Isso mesmo, você instala no seu pen drive os programas básicos e imprescindíveis na vida de um nômade: o navegador, o editor de textos e o que mais achar importante.

E por quê? Resposta simples: é um horror entrar em qualquer máquina de um cybercafe e não poder abrir o seu navegador favorito, leia-se Mozilla Firefox. O que o pen drive faz é reproduzir tudo o que você faz no seu computador. Equivale ao seu computador portátil.

Ok, toda minha vida está na web, grande parte das minhas fotos, meus textos, gravações de podcasts, entrevistas em áudio, a pauta das revistas que edito, os telefones de todas as assessorias de imprensa, os telefones dos amigos  Escrevo no blog pelo WordPress. Os endereços favoritos no Del.icio.us, e até os endereços para controlar o que sai da sua conta bancária. E, por último, todo o conteúdo da revista Windows Vista, cuja equipe toda trabalha online pelo sistema Blafoo.
Ah, a dica do Cardoso é mil. Entre no Portable Apps e escolha o seu.

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Nomadismo sem energia elétrica e sem portátil ou levaram meu nótibuqui

O susto foi grande. Os autores deste blog estavam nos calores de vários fechamentos, quando veio a notícia da portaria do edifício. “A Eletropaulo está chegando e vai cortar a energia em alguns minutos.”

Como assim? – Algumas residências e escritórios estão com problemas há dias, a luz pisca constantemente. Os funcionários da empresa já haviam avisado há alguns dias que cortariam a energia à meia-noite. Sentimo-nos como em uma história em que tudo acaba repentinamente. Pelo menos deu tempo para programarmos o trabalho e deixá-lo para as primeiras horas do dia seguinte.

Hoje, não. Foi susto mesmo. Pega de surpresa. Luiz tem 10 mil caracteres para preencher uma página do jornal Economia Interativa, então saiu correndo para trabalhar em outro local, munido de um portátil.

E eu? Na falta de um computador, restam dois celulares, mas falta um teclado wireless Bluetooth, que custa a bagatela de R$ 400. Com ele, seria possível teclar tranqüilamente desde que eu estivesse em uma rede Wi-Fi com um dos celulares, o Nokia E71, já resenhado e avaliado por Carlos Cardosodo Meio Bit.

Restou também ir a um cybercafe, em uma máquina da Dell, um Dell Dimension 1100, que funciona a vapor. Se abrir dez janelas do navegador, ele começa a soltar fumaça. Estou em um Fran’s Café na Heitor Penteado, bem próximo à estação de metrô da Vila Madalena. Bem que este local já podia ter atualizado suas máquinas.

Não é o fim do mundo trabalhar em outra máquina, mas tenho de agüentar dois fumantes, um teclado horrível, com um botão infeliz de desligar bem ao lado da tecla Enter, e a falta do Mozilla Firefox, que tem todos os meus botões e favoritos com meus links prontos para facilitar a leitura de RSS etc. E o pior, aqui a versão do Internet Explorer é 6.0.  Para quem já se acostumou ao comando Ctrl + T para abrir abas, é um horror.

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Post de teste do celular para a revista Windows Vista

Escrevo este post exclusivamente para testar os prós e os contras para quem pretende escrever do seu celular.
Trata-se de uma matéria sobre mobilidade para a revista Windows Vista.

Post do computador – depois de escrever a frase acima, volto ao computador para fazer os links necessários. Escrevo para revista Windows Vista, editada por Heinar Maracy, uma reportagem com dicas de como postar diretamente de um celular. Os testes estão sendo feitos de aparelhos com Symbian em conexões EDGE e 3G.

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