Nomadismo sem energia elétrica e sem portátil ou levaram meu nótibuqui

O susto foi grande. Os autores deste blog estavam nos calores de vários fechamentos, quando veio a notícia da portaria do edifício. “A Eletropaulo está chegando e vai cortar a energia em alguns minutos.”

Como assim? – Algumas residências e escritórios estão com problemas há dias, a luz pisca constantemente. Os funcionários da empresa já haviam avisado há alguns dias que cortariam a energia à meia-noite. Sentimo-nos como em uma história em que tudo acaba repentinamente. Pelo menos deu tempo para programarmos o trabalho e deixá-lo para as primeiras horas do dia seguinte.

Hoje, não. Foi susto mesmo. Pega de surpresa. Luiz tem 10 mil caracteres para preencher uma página do jornal Economia Interativa, então saiu correndo para trabalhar em outro local, munido de um portátil.

E eu? Na falta de um computador, restam dois celulares, mas falta um teclado wireless Bluetooth, que custa a bagatela de R$ 400. Com ele, seria possível teclar tranqüilamente desde que eu estivesse em uma rede Wi-Fi com um dos celulares, o Nokia E71, já resenhado e avaliado por Carlos Cardosodo Meio Bit.

Restou também ir a um cybercafe, em uma máquina da Dell, um Dell Dimension 1100, que funciona a vapor. Se abrir dez janelas do navegador, ele começa a soltar fumaça. Estou em um Fran’s Café na Heitor Penteado, bem próximo à estação de metrô da Vila Madalena. Bem que este local já podia ter atualizado suas máquinas.

Não é o fim do mundo trabalhar em outra máquina, mas tenho de agüentar dois fumantes, um teclado horrível, com um botão infeliz de desligar bem ao lado da tecla Enter, e a falta do Mozilla Firefox, que tem todos os meus botões e favoritos com meus links prontos para facilitar a leitura de RSS etc. E o pior, aqui a versão do Internet Explorer é 6.0.  Para quem já se acostumou ao comando Ctrl + T para abrir abas, é um horror.

2 Comentários

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2 Respostas para “Nomadismo sem energia elétrica e sem portátil ou levaram meu nótibuqui

  1. Freqüentamos o mesmo Frans!

  2. Daniel Garcia

    Legal tua crônica cibernética, várias citações e críticas dando nome aos bois e aos bodes.