Nokia larga mercado de celulares no Japão

Produção de celulares da Nokia, na Finlândia

Produção de celulares da Nokia, na Finlândia © Divulgação

Foi o navegador Claudio Versiani, do PicturaPixel, quem mandou o link que deu na Reuters quinta-feira, dia 27. No mesmo dia em que a maior fabricante de celulares em todo o mundo anunciava o início das vendas do 5800, um aparelho com tela sensível ao toque, que o mercado tratou de dizer por aí que nada mais é do que uma resposta ao iPhone da Apple.

É sempre bom recapitular que o conceito do 5800 XpressMusic não se restringe a um aparelho com tela sensível ao toque. Ele é, na verdade, um portal para baixar música gratuita por um ano ou 18 meses.
De graça? Ops, nem tanto. As músicas a que o consumidor terá direito não são tão gratuitas assim. Afinal, o preço está embutido na assinatura que ele terá de fazer ao comprar o aparelho.

Mas voltando à notícia do fim das vendas de aparelhos Nokia no mercado japonês, ao que tudo indica, os resultados da empresa não justificam mais investimentos no local. E olhe que o Japão representa o quarto maior mercado de telefonia móvel no planeta. Perde apenas para EUA, China e Índia.

Em comunicado oficial, o vice-presidente executivo da Nokia informou que os negócios da empresa ficarão concentrados a pesquisa e desenvolvimento nesse país.

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