Arquivo do mês: abril 2009

iPhone ou Nokia 5800: qual você quer?

Nokia 5899 XpressMusic com 3,6 milhões de canções

Nokia 5800 XpressMusic com 3,6 milhões de canções

iPhone 3G para ouvir música via computador

iPhone 3G para ouvir música transferida pelo computador

Pergunta rápida: é melhor comprar um iPhone 3G por R$ 900 + plano de dados a R$ 30 + plano de 120 minutos, sem direito a música, ou um Nokia 5800 por R$ 400 + plano de dados a R$ 49,90 por um ano + plano de 120 minutos e com direito a baixar 3,6 milhões de músicas sem pagar mais nada por um ano? A comparação, a princípio, parece esquisita, afinal são dois aparelhos com perfis diferentes de público, o da Apple, voltado para a faixa etária entre 25 e 35 anos, e o da Nokia, a partir de 18 anos

Em comum, tela sensível ao toque, acesso à web sem fio, mapas com GPS e grande espaço para guardar milhares de música.

O iPhone já conquistou hordas de usuários. A Nokia divulgou, em meados de abril, a marca de 1 milhão de 5800 XpressMusic vendidos mundialmente.

O celular da Apple não permite que o consumidor brasileiro compre músicas pela Apple Store. O da Nokia foi lançado no dia 28 pela TIM para que o usuário baixe canções por um ano pelo computador ou pelo celular.

Outra pergunta: quem usa celular para ouvir música tem alguma noção do que é legal ou ilegal? A Apple praticamente acabou com a indústria fonográfica ao oferecer canções a US$ 0,99, mas essa modalidade de negócio somente funciona no hemisfério norte.  A Nokia lançou um desafio ao mercado nacional. A campanha de marketing da empresa está baseada em quatro pilares, um deles é a educação do consumidor, que, ao abrir seu celular e inserir o código PIN, terá um mundo de 3,6 milhões de músicas espalhadas em 18 gêneros.

A julgar pela molecada que, ao começar a andar, pega o celular para tirar uma foto, e, aos sete anos, fala em download com tanta intimidade, resta esperar. E acreditar em duendes. Ou bruxas ou papai-noel. A escolher.

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links for 2009-04-23

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Quando o Twitter vira complemento do blog

Twitter, a bola da vez

Twitter, a bola da vez

O Twitter está matando os blogs? Que tal pensar essa ferramenta de frases de no máximo 140 caracteres como um complemento aos blogs. Aliás, não é novidade alguma. Há mais de dois anos, blogueiros e agências de publicidade já conseguiram criar códigos para inserir o Twitter e o Flickr em blogs.

Na São Paulo Fashion Week de janeiro passado, a agência Click já tinha inovado com o Twitter e o Flickr para fazer uma cobertura do evento ao longo da semana com o Fiat Fashion Innovation Atitude. Ideia simples: contratar especialistas no mundo da moda, de preferência blogueiros ou blogueiras. De quebra, dois publicitários da agência mandavam seus comentários via Twitter pelos seus celulares. As fotos subiam com rapidez, os blogueiros cobriam os desfiles e os publicitários faziam seus comentários em 140 caracteres.

Resultado da ação? Um sucesso, e dez a zero em relação à cobertura oficial do evento e de outros blogs e sites de notícias sobre o São Paulo Fashion Week. Nada contra os profissionais que cobriram esse acontecimento que movimenta a economia, a mídia, turismo etc.,  afinal todos sabem fazer o seu trabalho, mas o blog que aliava Twitter e Flickr, um dos patrocinadores do evento, que, por sinal, era a Fiat com um modelo de carro, ganhou em agilidade.

Em menos de um mês, em 2008, fui convidada para cobrir a primeira edição da Campus Party para um portal de notícias. Assim que sugeri que se fizesse esse “mashup”, jargão utilizado na blogosfera, torceram o nariz. Em uma estrutura de um portal de notícias e conteúdo, criar um blog que reunisse mais duas ferramentas parecia algo estratosférico. Não era. Qualquer um poderia fazer.

Eu que manjo pouco e não tenho paciência para html, já tratei de incluir o Twitter e o Flickr neste modesto blog na mesma época. O Campus Party aconteceu, a mídia tradicional não deu bola no primeiro dia, e o evento explodiu ao longo da semana, com emissoras de TV correndo atrás do prejuízo, e blogueiros escrevendo diuturnamente .

Hoje, esse trio ou quarteto ou quinteto de ferramentas em um blog virou lugar comum. Os WordPress e Blogspot da vida aceitam e oferecem dezenas ou cententas ou milhares de acessórios, também conhecidos por widgets, para incluir em um blog, com direito a música (Blip.FM e outros) e vídeo (leia-se YouTube) em tempo real.

E por que recontar essa história? Ora porque o Twitter, tardiamente ou não, é a bola da vez em “11 entre 10” publicações de papel, online e outras mídias. Aliás, este post foi inspirado em um link que li da jornalista e doutoranda  Luciana Moherdaui no Facebook, outra ferramenta, que também serve de complemento para blogs.

Luciana Moherdaui linkou o post Twitter is the new headline: how blogging and Twitter are complementary. Além disso, ela foi cobrir, usando o Twitter, a palestra “Estamos preparados para o público 2.0?“, organizada pelo grupo de Pesquisa Net Art: Perspectivas Criativas e Críticas (CNPq/PUC-SP) e a Agência Click, no Tuca, em Perdizes, e descobriu que havia um limite de tuitagens por dia, 119. Não é à toa que os jornais online/papel têm várias contas de suas respectivas editorias para poder dar conta da tuitagem de suas manchetes.

Noves fora, o planeta rendeu-se ao Twitter. Em janeiro deste ano, a revista eletrônica de fotografia PicturaPixel, editada por Claudio Versiani, em Barcelona, e Gilberto Tadday, em Nova York, ganhou cara nova, uma equipe oficial de colaboradores e uma conta no Twitter para divulgar suas seções, notas, matérias, vídeos, artigos, resenhas e tudo mais.

Some-se a isso os sites que encurtam endereço, pois no Twitter é preciso ser econômico. O mais famoso até pouco tempo atrás era o TinyURL. Um mais curtinho ainda é o Is.Gd. Nossos brazucas já correram atrás da ideia, que parece simples. O Migre.me arrebanhou internautas brasileiros dos quatro cantos do país. Em pouco tempo já há outro o Vai.la, que conheci no dia 14 de abril. O Migre.me conquista o twitteiro por um motivo simples. Dá pra ver quantas vezes a sua historinha no Twitter foi clicada, reclicada e retwittada. Não é a invenção da roda, mas está lá para você ver, buscar seus bookmarks, ter uma ideia do que acontece com os cliques e, se quiser, compararar os twitteiros/blogueiros que fazem de tudo isso um marketing sem fim, aumentando seus seguidores de forma artificial para conseguir mais público.

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Skype pra iPhone: 1 milhão de downloads em 2 dias

Skype no iPhone, por ora, só em conexão Wi-Fi; ora me poupe

Skype no iPhone, por ora, só em conexão Wi-Fi; ora me poupe

As aspas são de Peter Parkes, do Skype Blogs. “Em menos de dois dias, o Skype para iPhone foi baixado mais 1 milhão de vezes, ou seja, seis downloads a cada segundo”. Parkes acrescenta que se trata de um fenômeno e acredita que é o aplicativo mais baixado para o iPhone.
Vamos lá, Apple. Agora só falta a empresa permitir que o seu belo, prático e famoso celular use o Skype nas redes 3G. As operadoras fora do universo EUA aprovam. Será que a AT&T responde ainda pelo maior faturamento da Apple?

ADDENDUS – Saiu no 9to5mac. Eles conseguiram usar o Skype na rede 3G. O iPhone testado está com o software atualizado. A versão 3.0.
A conferir.

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