Arquivo do mês: julho 2009

internet sem fio – ou o que os americanos do norte estão fazendo

a zona do Wi Fi

a zona do Wi Fi

internet sem fio. Até parece blablablá, repeteco, mas é sempre bom bater nessa tecla. Às estatísticas para quem ainda acredita nelas. Um estudo realizado pela Pew Internet & American Life Project, publicado em 22 de julho, constata:

  • 56% dos norte-americanos acionaram a internet sem o uso de fios, em suma, com laptops conectados a redes Wi-Fi, celulares, consoles de game ou MP3
  • Do total de usuários que acessam redes wireless, 39% entram por seus laptops
  • Um terço dos americanos preferiu navegar pela rede a partir de smartphones para enviar emails, mensagens de programas como MSN ou para fazer pesquisas

Vale lembrar que em dezembro de 2007, 24% dos americanos haviam acessado a rede  por celulares.

Hoje, quase um quinto dos americanos usam a web a partir de seus telefones, alta considerável, uma vez que em dezembro de 2007, registrou-se 11%. Segundo o órgão houve alta de 73% em 16 meses, intervalo entre as duas pesquisas.

Como funciona – O relatório baseia-se em dados a partir de entrevistas por telefone realizadas pelo Princeton Survey Research International entre os dias 26 de março e 19 de abril de 2009 com 2.253 pessoas com mais de 18 anos.  A margem de erro é de 2,4% para cima e para baixo.

Em inglês – Quer ler mais? Na íntegra, o estudo completo em PDF exatamente aqui.

Parafraseando um grande amigo, penso, logo, insisto. No Brasil, wireless custa quanto mesmo?  Às contas: de graça, onde mesmo? Só se for a doceria de Ribeirão Preto da minha querida Marta Opipari ou algum gentil restaurante que quiser atrair a clientela. De resto, o dono de um computador portátil, o tal do netbook ou notebook, tem de pagar a um provedor 50 pilas por mês. Se for 3G, that means, de um chip de operadora, via seu celular ou instalado no seu notebook, a mensalidade varia de R$ 60 a R$ 100. Barato? Só se for o marido da barata.

Mas chega de reclamar – O dono de um iPhone ou de um smpartphone Nokia, Samsung, BlackBerry etc. etc. sabe que é preciso contratar o serviço de um UOL, Terra, iG ou Vex. E se não quiser depender de um hotel ou cibercafé, vai  ter de escolher uma operadora: em ordem alfabética, Claro, Oi, Tim ou Vivo.

Mobilidade é isso aí. Minha santa mãe costuma dizer: “Quien quiere celeste que le cueste“.

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P+DH [periodismo + derechos humanos]




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Arte na visão de fotógrafos cegos

Belíssima imagem capturada pelas retinas sensíveis de © Alex Dejong

Belíssima imagem capturada pelas retinas sensíveis de © Alex Dejong

Blind Photographers Use Gadgets to Realize Artistic Vision | Gadget Lab | Wired.com

Deu na Wired.com, leitura altamente recomendável. Está em inglês e tomo a liberdade de traduzir os primeiros parágrafos.

Quando um tumor no cérebro tirou a visão do fotógrafo profissional Alex Dejong, há três anos, ele decidiu usar traquitanas, ou gadgets (se assim preferir), para dar continuidade a sua arte.

Com um Nokia N82, Dejong trabalhou com um software, capaz de traduzir sons em imagens para sua mente. Depois de “colar” uma imagem mental dos arredores, ele tirou fotos com suas câmeras digitais Canon e Leica.

A cegueira de Dejong permite que ele distinga o claro do escuro. Como não pode ver suas próprias imagens, ele contratou um assistente para ajudá-lo na edição. Até bem pouco tempo, editar era uma parte do fluxo criativo de seu trabalho que Djong pensara ter perdido para sempre. Para sua surpresa, o iPhone 3GS, lançado em junho, devolveu-lhe a habilidade de editar fotografias.

Isso porque o iPhone tem a função VoiceOver, que lê qualquer coisa que o dedo do usuário pousar na tela: email, sites, preferências do sistema etc. Além disso, aplicativos como o CameraBag e o Tilt-Shift executam tarefas de edição automaticamente, às quais usuários cegos como Dejong não poderiam editar por conta própria.

Well, antes de cair no tecniquês e imaginar que gadgets são os grandes responsáveis pela evolução da vida, vale a pena visitar os links logo abaixo para conhecer os trabalhos desses profissionais da imagem. O restante do texto está no original.

Se quiser continuar a viagem, vá a http://www.flickr.com/photos/lodrorigdzin/, de Alex Dejong. Vale a pena ler e ver Blind Photographers, da qual fazem parte Jason DeCamillis e Tim O’Brien.

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links for 2009-07-07

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