Arquivo do mês: setembro 2009

Redes sociais x jornalismo ou redes + jornalismo?

A convite dos professores Squirra e Fabio Josgrilberg, ontem fiz a palestra “Twitter: jornalismo em xeque? Redes sociais alteram rumos de apuração e publicação da notícia“. Na sala, decidi subverter a ordem e comecei por questionar os cerca de 20 alunos sobre o papel das redes sociais, lembrando que as redes na web nada mais são do que uma extensão das nossas redes cotidianas.

A palestra foi gravada e estará disponível no site do programa de pós-graduação em comunicação da Universidade Metodista. Assim que o link for enviado, publico um adenddus.

Por ora, feel yourself comfortable para baixar o arquivo em ppt, visitar o blog do pesquisador Josgrilberg e segui-lo no Twitter. O professor e pesquisador Sebastião Squirra também está no Twitter. Aliás, está inscrito em todas as redes sociais.

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Parem as máquinas – twitaram a notícia

Stop the presses - the death of the newspaper industry

Stop the presses - the death of the newspaper industry

Li no Facebook da Luciana Moherdaui, que retuitara o filósofo e pesquisador  Pierre Levy. É indiscutível. Aliás, ouve-se falar que a mídia impressa estava com os dias contados desde priscas eras, quase pré-internet. Um dos autores dessa máxima era Bill Gates, o fundador da Microsoft, que vaticinara em seu livro A Estada do Futuro (1995; Companhia das Letras), que em 2000 não haveria mais bancas para vender publicações em papel.
Ao passear por bancas, vê-se exatamente o contrário, no Brasil, nos EUA ou em alguns dos países da Europa. Essas publicações dependem diretamente de anunciantes que ainda querem ver seus produtos repercutidos pela mídia. Pagam páginas de anúncios, cobrados a peso de ouro pelas agências que os produzem, os jornalistas experimentam os produtos (vale desde computador e celular, passando por cosméticos e automóveis, a filosofia e literatura) e o balizam. Pronto, a publicação chega às bancas ou é entregue na portaria do leitor. Será ainda jornalismo? Dizem por aí que é o tal do jornalismo de serviço. Mas pode também ser uma mídia de relacionamento: traduzindo, o anunciante compra a publicação para falar com o seu leitor.

Só quero destacar que acredito piamente que a geração de 20 anos já não consome informação pelo papel. Não lê o jornal que os pais recebem em casa. Tudo chega pela tela do computador ou pela telinha do celular. Pergunte a um garoto classe média, que estuda cinema na Faap ou história na PUC ou engenharia na Poli ou Comunicação na ECO – UFRJ ou em algum outro canto destas plagas. No máximo, você vai encontrar algum que lê jornal gratuito distribuído em semáforos ou entradas de estações de metrô. Por sinal, eles vivem fechando redações na Europa. O Metro foi um deles que encerrou suas atividades na Espanha.

O lugar do papel na história pode estar a caminho do museu, tal qual o pergaminho. As evidências de que o papel está em crise devem ser conferidas em The Death of Newspaper. As fontes, pelo menos, são críveis: Bloomberg e da NAA (Newspaper Association of America).

As empresas de comunicação estão de olho na web há um bom tempo. Recentemente Silvio Genesini largou a presidência da Oracle para ocupar o cargo de CEO no grupo Estado. Seu discurso é todo permeado na aposta na transição para o meio digital.

DE OLHO NA PLATAFORMA DIGITAL – No PropMark, o jornalista Paulo Macedo escreveu: “Contemplar o digital não significa que o papel está por um fio, nem que a internet será igual no futuro como se conhece hoje”.  Para o presidente do Grupo Estado, a interatividade é imprescindível.

RESTA SABER – se as redes sociais vão engolir de vez o atual conceito dos portais de notícias. Essa é a aposta de Luciana Moherdaui, jornalista e doutoranda pela PUC-SP, autora do blog Contra a Clicagem Burra.

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links for 2009-09-26

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Me dá meu chip, Pedro

Na pródiga rede, parece que essa história rolou na sexta-feira, 18 de setembro. Ok, reconheço. Ao longo desse dia, fiquei presa a um texto e, vez por outra, ia ao Twitter. Para não perder a concentração, fechei os navegadores e me restringi ao editor de textos.

No sábado, à noitinha, fuçando o Twitter, aleatoriamente, caí n’O Esquema. O que a curiosidade não faz. A minha e a de quem foi obrigado a ouvir o escândalo em uma porta vizinha. O melhor, ou pior, de tudo: a gritaria foi filmada.
E daí? Para o YouTube, outro pulo.

Mais: e por que não transformar o urro em funk! A criatividade da galera deu cria. Não a um, mas a alguns funks. Conferir é preciso.

Perguntas que não calam: o que é privado? E público? A internet transformou-se no canal ideal para a espetacularização?

Leitura obrigatória: A Sociedade do Espetáculo – Guy Debord. Uma versão traduzida para o português de Portugal, generosamente disponível em PDF aqui.

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iPhone 3GS por R$ 99 ou por R$ 399?

O preço oficial do iPhone 3GS na loja sem desconto algum sai por R$ 1.949 (16 Gigabytes) ou R$ 2.249 (32 Gigabytes). Mas tudo é negociável com sua operadora.
Explico: em planos pós-pagos, geralmente o consumidor costuma receber pontos, que se transformam em bônus. Ao ligar para minha operadora, a TIM, verifiquei que possuía um bônus equivalente a R$ 1.500. Com mais um desconto por ter escolhido o aparelho da Apple e por fazer um contrato de refidelização por 12 meses, pude escolher entre pagar R$ 99 ou R$ 399.
Isso mesmo, você não está lendo errado. 16 Gigas por R$ 99 ou 32 Gigas por R$ 399. É mais barato do que um pen drive? Não sei. Preciso checar assim que me conectar novamente, pois vou trocar de aparelho agora, às 18h09 na loja da TIM no shopping Eldorado. E este post foi feito do celular Nokia E71.

ADDENDUS

Ontem à noitinha, sob a forte chuva que desabou o dia inteiro em São Paulo, saí tão afoita da loja da TIM no shopping Eldorado,  que mal tive tempo de postar a foto da nota fiscal. Bem lembrado, paguei R$ 99 e dividi em três parcelas de R$ 33 no cartão de crédito.

MAIS

A tela do iPhone quebra facilmente? É o que dizem por aí usuários em todos os cantos. Fui até o subssolo e comprei uma capinha de silicone e uma película para a tela.  Quebrei, não a tela, mas a cara, pois a película resultou numa roubada total. Na FasTech, verifiquei o preço dos pen drives das marcas Kingston e SanDisc.  A chave da Kingston de 16 Gigabytes estava em promoção: saí de R$ 179 por R$ 149. A chave SanDisc de 32 Gigabytes passava de R$ 379 para R$ 349.

RESPOSTA AO PRIMEIRO COMENTÁRIO

Rudolph Bantim, na loja da TIM, com o bônus na tela do celular, devidamente registrado nos computadores da operadora, imagino, o consumidor pode levar um celular de qualquer marca. Como se diz por ai, “pagando, meu caro”.

TRADUZINDO

O preço que paguei por esse iPhone significa o seguinte: o que importa é a fidelização com a operadora e não o preço do aparelho. Sabe-se muito bem que quem paga a conta dos fabricantes de celulares são as operadoras de telefonia móvel. Em suma, 99 reais não pagam a conta do iPhone. Nem R$ 399.  Se eu, uma mera cliente de um plano de 120 minutos obteve o ícone do desejo do mundo móvel por essa bagatela, imaginem os usuários de contas premium, contas empresa e tudo mais? E nos EUA e na Europa? Deve chegar iPhone grátis. Pode apostar. E isso vale para a Claro, TIM, Vivo, Oi, Verizon etc. etc.

E POR ÚLTIMO

Em breve subo a foto da nota fiscal.

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Twestival: Sampa, NYC, Rio, Buenos Aires em todo o planeta

Em Sampa

Twestival Local São Paulo

Twestival Local São Paulo

Twestival

  • Quando: sexta-feira, 11 de setembro
  • Horário: 19h30
  • Onde: Espaço PIX/Gafanhoto
    Av. Rebouças, 3181 – Pinheiros

Em Buenos Aires

Em Nova York

NYC Twestival 2009 » NYC Twestival’s Celebrity Bowling Tournament: Want to play?

Pelo planeta

http://twestival.com/

Twestival no mundo

Twestival no mundo



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Porque hoje é sábado: Sweet River Tree, por Diane Birch

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