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Ano novo, casa nova

Tudo bem que o carnaval está nas bocas, mas afinal, dizem, o País só engrena mesmo oficialmente depois das folias momescas. Então vá lá: 2010 novo, Nomadismo Celular, casa nova.

Depois de dois anos no ar, Nomadismo Celular transforma-se em revista, ganha cara nova e domínio próprio, em  http://nomadismocelular.com.br.

Na revista,  o leitor encontra a mesma linha editorial de uma forma mais organizada e com segmentação que amplia as análises realizadas.

As seções Entrevistas, Análises, Comportamento, Mercado e Notícias pretendem abranger a totalidade de fenômenos presentes neste planeta nômade.

Esperamos que os leitores gostem dessas mudanças, afinal elas foram pensadas para o público. Agradecemos  a todos que em qualquer momento leram o conteúdo, postaram comentários ou simplesmente vagaram de forma errante pelo antigo blog.

A partir de agora, a revista eletrônica Nomadismo Celular está aberta à visitação pública, com direito a pitacos, sugestões e críticas. Aqui ficam, neste blog,  os registros de nossa primeira jornada.

Luiz Fernando Santos

Mari-Jô Zilveti

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iPad da Apple, ele veio para arrebentar

Demorô, Steve! Para quem quer assistir a transmissão ao vivo do lançamento do iPad, aí vai. Em poucas palavras: a partir de 499 doletas no final de março, nos EUA. Em outros países, final de junho. A conferir.

Para ler sobre características técnicas do produto, DigitalDrops, de Nick Ellis, é visita obrigatória.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

more about “Apple Introduces the Apple iPad“, posted with vodpod

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O papel do Twitter no jornalismo

Foto @alexgregianin

Começo da tarde de ontem, um aviso pelo Twitter. @alexgregianin, do seu iPhone, assustado posta que esfaquearam um cliente na Livraria Cultura do Conjunto Nacional. Ele tentou fotografar, mas foi barrado no baile por dois seguranças. Em poucos minutos, sua tuitada se espalhara na tuitosfera. Até aí, nada de novo. Meia hora depois, às 15h15, o jornal eletrônico eBand parecia ter checado mais informações. Não era faca, mas um taco de golfe, corrigido mais tarde para outro instrumento. Enquanto isso, os tuiteiros já colocavam links com uma das primeiras versões: “@tiagooliveira: RT @jampa: Não foi faca. Pior: taco de golfe em briga entre clientes. Pode? http://ow.ly/OiYu (via @zilveti) Quem briga com taco de golfe?”

twittersearch

Ao longo do dia, mais versões atualizadas foram colocadas no ar em outros portais de notícias e chegou-se à conclusão que se tratava de um taco de beisebol. O agressor: Alessandre Fernando Aleixo. A vítima: o designer Henrique de Carvalho Pereira.

Nada como checar a informação, não é mesmo? – Como ainda faço parte da geração que assina jornal no papel, vício do qual ainda não consegui me livrar, recebi o Estadão hoje cedo e lá fui ler mais (com essa assinatura, volto ao computador e leio a versão digital, menos sujeira nas mãos). Havia foto do agressor e seu histórico familiar. Sua mãe, Judith Machado Aleixo, chegara no final do dia à delegacia. Nos jornais online do Estadão, R7, G1 e quetais, as informações estavam todas corrigidas. Aliás, hoje pela manhã, já se sabia nos portais que a vítima passava pela segunda cirurgia e que seu estado de saúde seguia grave.

À noite, a TV, com imagens do agressor, juntava-se ao noticiário online.

O que importa aqui é que o Twitter serviu de impulso. Um cliente, no caso @alexgregianin, estava na Cultura e viu o cliente ensanguentado. Em minutos, os jornais online foram atrás da informação. Corrigiram, checaram e todo mundo ficou sabendo que o agressor tem problemas mentais.

E quem, feito eu, ainda insiste em ler no papel, aí vai o PDF com a notícia, nomes do agressor, a vítima, a mãe do agressor, depoimento da polícia e tudo mais.

O papel do Twitter no jornalismo

Com direito à foto do agressor e anúncio de quase página inteira.

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Estatísticas do mundo móvel 169.753.909 celulares no Brasil ou 88,43 linhas por cada 100 habitantes

A Anatel soltou no início da tarde de hoje a cifra acima: 169, 75 milhões de linhas de telefonia móvel no país, com densidade de 88,43 acessos pora cada 100 habitantes. Com essa cifra, o Brasil obteve crescimento de 1,02% em novembro. Essa alta, ao longo de 11 meses, representa o segundo recorde histórico. Desse total, 29.979.117 são pós-pagos, representando uma fatia de 17,66%. Os pré-pagos são 139.774.792, precisamente 82,34%.

Ano       janeiro a novembro       janeiro a dezembro

2007      16.395.206                              21.061.482

2008       26.072.294                             29.661.300

2009       19.112.506


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Números da Anatel: 168 milhões de celulares no Brasil

© Motulz

Estatísticas para quem precisa.

O órgão soltou na sexta-feira, dia 20, via assessoria de imprensa a seguinte cifra: o Brasil conta com 168 milhões de linhas de telefonia móvel. É um número assombroso, mas há de se tomar cuidado. Motivo. Menos de 18% corresponde a linhas pós-pagas. Precisamente:  17,73% ou 29.795.754.

Os conhecidos pais-de-santo, que recebem ligações, oficialmente os pré-pagos, equivalem a 82,27% ou 138.241.276.

Dá para entender por que as operadoras querem a todo custo disputar essa legião de quase 30 milhões de clientes? São eles que pagam uma taxa fixa mensalmente por pelo menos um ano. Não é uma cifra pra jogar fora.

A agência revela que o crescimento em outubro foi de 1,15%, e a densidade corresponde a 87,6 linhas por 100 habitantes. Em suma, a teledensidade.

Do site da Agência Nacional de Telecomunicações, eis a reprodução da tabela dos estados que registraram maior crescimento.

UF (Teledensidade) Crescimento em outubro (%) UF (Teledensidade) Crescimento de janeiro a outubro (%)
Maranhão (42,52) 1,89 Tocantins (73,73) 23,17
Piauí (55,03) 1,57 Amapá (78,81) 23,05
São Paulo (104,37) 1,53 Rondônia (84,51) 20,56
Paraíba (67,67) 1,41 Maranhão (42,52) 20,30
Minas Gerais (86,97) 1,39 Roraima (69,8) 18,12

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Opera 10, versão beta, para o seu celular Nokia

Opera Mini 10 beta

Opera Mini 10 beta

Opera Mobile é o nome do programa mais popular para abrir sites na rede pelo celular. No dia 3, a empresa soltou a versão 10 de testes para aparelhos que usam o Symbian S60, leia-se Nokia, modelos das séries E e N. Com recursos novos, melhorou o zoom, ideal para ceguetas, e aumentou a velocidade de abertura de páginas, imprescindível.

Com as devidas proporções, ele guarda alguma semelhança com a versão do Opera para computadores de mesa (aliás, alguém aí já usou o Opera em seu micro? Duvideodó!). O que importa é a tela de abertura com nove guias, ou atalhos, para os seus sites mais frequentados ou prediletos. A empresa promete com a tecnologia Opera Turbo mais agilidade para carregar páginas. Vale lembrar que hoje, ao abrir sites, o usuário tem na verdade páginas comprimidas enviadas ao servidor da empresa.

Para quem está no micro e quer baixar o Opera Mobile 10 beta, clique aqui. Se leu este post no celular e quer instalar o programa diretamente do seu aparelho, ei-lo.

ADDENDUS – Baixei o Opera Mobile 10 no Nokia E71. Ok, é versão beta, então aí vai um desconto para os paus enfrentados por meu bravo aparelho. Muitas vezes a tela ficou congelada. Principalmente quando tentei personalizar as tais guias. O jeito foi desligar e religar o telefone. E não foi uma, mas várias vezes. As telas ficaram no celular, portanto, em breve, chegam ao leitor.

Vale a pena? Sim, para exerimentar e se acostumar com uma nova forma de navegar por sites no seu celular. E o Opera Mini? Ah, isso é outra história. A  empresa tem o Opera Mini e o Opera Mobile. O primeiro ganhou a versão 5.0 de testes. Em breve, um comparativo entre os dois programas.

ADDENDUS 2 – Para responder a dúvidas do primeiro comentário, aí vai o que pesquei no site, na página Opera Mobile. A versão 10 beta funciona em aparelhos Nokia, Samsung e Sony Ericsson com Symbian/S60, terceira e quinta edições. Em suma: segue a lista de modelos já certificados, nos quais é possível instalar o programa: Nokia – E51, E52, E55, E63, E66, E71, E75, N78, N79, N81, N82, N85, N86, N95 8GB, N96, N97, 5320, 5630, 5800, 6220c, 6720c; Samsung – i7110, i550, Omnia HD, Innov8, Sony Ericsson – Satio.

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Google: 11 anos em 133 segundos

Dica do Google Discovery. Produzido pela filial britânica do Google, o clipe narra a história da empresa de forma simpática, pontuando a origem em googol (1 googol = 1,0 × 10100), ou Googol

passando pelo lançamento da página em 1998, à aquisição certeira do YouTube, até chegar a lançamentos ousados, que incluem Google Street View, Android, Chrome e Google Wave.

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Eaê, Google Wave resolve o seu problema?

Ilustração retirada do post de Daniel Tenner

Ilustração retirada do post de Daniel Tenner

O artigo foi escrito por Daniel Tenner. Seus argumentos me parecem bastante válidos. Eu apenas não creio que o povo do Google deixaria barato as redes Twitter e Facebook. De qualquer forma, o autor me concedeu a liberdade de traduzir seu artigo. Optei apenas por alguns parágrafos e repasso o link do artigo na íntegra, em inglês. Se alguém quiser continuação da tradução, é só pedir.

What problems does Google Wave solve?
A matter of perspective
By Daniel Tenner

inúmeros iniciadosgurus e gurus de tecnologia descrevendo o Google Wave como um fiasco. Parece que ninguém conseguiu entender para que serve o Wave. Daí, ele é comparado a redes sociais.

O Wave é o próximo Twitter? Não. O próximo Facebook? Não. Vai substituir os Instant Messengers (MSN Windows Live, Gtalk)? Talvez, em algumas circunstâncias, mas não em curto prazo.

Acredito que parte dessa opinião é falha da Google: o Wave foi testado por geeks, hackers e gente de redes sociais. Mas o Wave não é uma ferramenta para geeks/hackers ou para redes sociais. É uma ferramenta para uso corporativo que resolve problemas de trabalho (mais cedo ou mais tarde). Por outro lado, a empresa nunca afirmou que o Wave mataria ou substituiria o Facebook ou o Twitter. O Google intitulou “uma ferramenta online de comunicação em tempo real e colaboração”. A empresa deveria ter divulgado assim: “para solucionar problemas com email”.

Na Woobius, há algum tempo, temos trabalhado para resolver problemas com email. Woobius é uma solução para alguns dos problemas de email. Já escrevemos posts e demos palestras sobre esse assunto. Talvez, por essa razão, o Wave seja tão fantástico para mim e para minha equipe.

Afinal, qual é o problema com o email?
Para a maioria dos geeks, o problema principal com email é o spam. Eles não têm nenhum problema com colaboração onlline – eles usam o Google Docs, Etherpad, Skitch, ferramentas de compartilhamento na tela ou uma série de aplicações colaborativas. Bom, os principais problemas dos geeks são: eles são designados para tantas tarefas, assinam tantos serviços e são inundados com avisos, newsletters mensais, mensagens automáticas e spam que são gerenciados pelos filtros de spam do Gmail. Quando eles querem colaborar em um documento ou em uma fotografia, na maioria das vezes, podem encontrar as ferramentas necessárias.

Bom, novamente, a maioria dos geeks não faz faz esse trabalho baseado em colaboração por email. Programar não requer uma grande quantidade de colaboração, além disso não há ferramentas de controle e sistema para rastrear bugs. Estar na pele de Robert Scoble provavelmente não exige que você passe dias trabalhando detalhadamente na especificação de um documento do projeto X, ou, no mínimo, sem tanta frequência. Provavelmente, ele não precisa juntar todas as sugestões de mudanças e submeter novamente o documento para uma revisão posterior.

No ambiente corporativo, no entanto, isso acontece o tempo todo. As pessoas trabalham em documentos, apresentações, etc. Elas tem grandes discussões por email. Trechos do trabalho vão e voltam em uma ou em várias empresas durante semanas antes de ficar pronto. As pessoas são levadas novamente ao mesmo assunto no final do dia. Documentos anexados se perdem. Caixas de email lotam e as mensagens voltam. É um mal muito maior.

Afinal quais são os problemas com email em uma empresa, e o que o Wave pode fazer com isso?

A, seguir, o texto na íntegra, em inglês.

There are countless pundits and other tech gurus describing Google Wave as a disappointment, lately. Most of that seems to come from the fact that nobody seems to get what Wave is for. So they compare it to social media.
Is Wave the next Twitter? Nope. Is it the next Facebook? Nope. Is it going to replace Instant Messengers? Possibly, in some circumstances, but not any time soon.
I believe this is partly Google’s fault: they released Wave to geeks and hackers and social media folks first. But Wave is not a geek/hacker tool, or a social media tool, it’s a corporate tool that solves work problems (more on that later). On the other hand, they never claimed it would be a Facebook replacement or a Twitter killer. Google calls wave an “online tool for real-time communication and collaboration”. The way Google should have advertised Wave is: “it solves the problems with email”.
At Woobius, we’ve been working at resolving the problems with email for some time. Woobius is a solution to some of the problems of email within the construction industry. We’ve blogged and given talks about it. Perhaps that’s why it was immediately obvious to me and my team why Google Wave is awesome.
What’s the problem with email, anyway?
To most geeks, the main problem with email is spam. They don’t have a problem with online collaboration – they use Google Docs, Etherpad, Skitch, screen sharing tools, or any number of collaborative whiteboard applications. So the main problems for geeks are that they’re signed up to so many services that they get inundated with notifications, monthly newsletters, automated messages, and shreds of spam that manage to get through GMail’s spam filters. But when they want to collaborate on a document or picture, they can find the tools they need, most of the time.
But then again, most geeks don’t do all that much document-based collaboration, by email or otherwise. Programming doesn’t require a whole lot of collaboration, beyond that provided by source control tools and bug tracking system. Being Robert Scoble probably doesn’t require you to spend days working on a specification document for some finicky aspect of project X, or at least not very often, and he’s probably not the one collating everyone’s suggested changes and resubmitting the document for further review.
In your average corporate environment, though, this happens all the time. People work on documents, presentations, etc. They have lengthy discussions over email. Pieces of work bounce back and forth across one or multiple organisations for weeks before they’re finalised. People are brought on to the conversation late in the day. Attachments get lost. Inboxes fill up and emails bounce. It’s a major pain.
So what are the problems with email in a corporate environment, and what does Wave do to address them?
Problem 1: Collaborating on a piece of text
It’s hard to use email like you would use, say, Etherpad – to collaborate on a document that later needs to be sent out. Most such collaborations end up being done either via a Word document with change tracking, or, when they’re more ad-hoc, via a long thread of email with corrections coming in from every direction. It’s a nightmare to keep track of and collate all that feedback. Even giving the feedback is difficult sometimes: you have to quote the context and make sure your change is clearly outlined.
Google Wave resolves that by effectively integrating Etherpad’s features into the email client. Putting an email to an important client together, with feedback from the team, becomes a breeze.
Problem 2: Adding new people to the conversation
With a typical email thread, you can forward the whole thread to a new participant, or add them into the next reply, but they’ll only get a garbled, over-indented mess, in reverse chronological order. If you’ve ever been added late into an email thread that had already been going on for a week and involved two dozen replies, you know what I mean.
Google Wave solves that by giving exactly the same view to everyone, regardless of when they’ve been added.
Problem 3: Keeping added people added
Many times, when you add new people into a conversation, they get dropped again later, when someone replies to all from an earlier email that didn’t include the new participants. Sometimes it takes a while before you realise that key people have been dropped out of the conversation. That costs time and hassle both for the people who were dropped and those who weren’t.
Wave solves that by making “dropping people” an explicit action, rather than something you can do by mistake.
Problem 4: Attaching files
Most large companies have an email storage problem, so they limit the size of people’s mailboxes. Because of that, it’s not uncommon to see “Inbox full” bounces when sending large documents around. Not only that, but sending documents is iffy at best. The SMTP protocol doesn’t seem to be all that good at sending large files.
Now, to be fair, Wave will probably suffer from the same limitations as any HTTP upload applications – but that’s still a whole lot better than your average email. Sending emails over 10MB usually fails. Attaching a 10MB file to a Wave is no problem at all.
Problem 5: Lost attachments
When you reply to an email with an attachment, the attachment is dropped. This is a good thing with email, because it stops a single email thread from unnecessarily clogging up both the mail server storage and its bandwidth. Since the whole email is transmitted down the wire when you click “send”, this kind of limitation is unavoidable.
What this means, however, is that if you bring new people into a conversation, by adding them as recipients or by forwarding them the latest mail in the conversation, they won’t get any of the attachments. Not only that, but if you’re looking for that first attachment, and the conversation has been going on for weeks (and, like everyone else, you receive upwards of 50 relevant emails a day), finding that attachment can be quite difficult. If there were multiple attachments throughout the life of the discussion, gathering them all to send them to a new participant is exponentially more tedious.
With Wave’s model, however, the attachments stay there, where you put them. They’re only sent down the wire, from you to the email server, once. You never need to re-forward an attachment to someone. When you add new people to the conversation, they get access to all the attachments right away.
Problem 6: Multiple conversation branches
Email conversations are, basically, flat. If you try to have multiple branches of conversation in email you end up with a sordid mess. You might do that a few times in your life, but you quickly learn not to. But flattening everything has its own share of problems – every email ends up containing replies to several other emails. It becomes very difficult to track what was replied to and what wasn’t. And it’s hard to collate all the suggestions effectively.
Google Wave resolves this by allowing clear, obvious threading. Yes, if you use a lot of threading in an instant messaging context, it will be hard to manage. But within the typical email collaboration context, it will keep things a lot more clean and tidy than not having threading.
Problem 7: Small corrections
With email, if your only comment on someone’s email is to fix a dozen typos, you still have to do almost as much work as if you were making substantial changes to their proposed text. You need to quote the context, highlight which bit you corrected, and then rely on the other person applying your changes back to the original document (which they often forget to do — after all, it’s just a few typos).
With Wave, no such problem – you can just edit the original text and make those changes. If the person who submitted that document wants to review your changes, they can play them back.
Problem 8: Email to IM to Email
Instant Messaging is a powerful, useful technology that has proven its worth. But it’s not very well integrated with email. If you rely on your inbox to keep track of conversations, there’s still this gaping black hole of IM which is tracked somewhere else (if at all). GTalk tried to resolve that by storing IM conversations in your inbox – and that was a good step.
What Google Wave does, however, is much bolder: it recognises the fact that a lot of IM conversations, in corporate environments, begin with an email exchange that’s just getting too rapid. When you send more than 3 emails to the same person in one minute, it usually makes sense to either pick up the phone or IM them. With Google Wave, this doesn’t need to be a conscious decision: if you’re replying quickly, Wave smoothly turns into an IM-like platform. When your replies get slower again, it, once again smoothly, turns into an email-like platform.
This means that the whole conversation, whether email-like or IM-like, is tracked and searchable in the same place, and visible to all those who are invited to the conversation.
Conclusion
I believe that people who don’t see what Google Wave is for are simply looking at it from the wrong angle. Wave is not a social tool. It’s not Twitter, it’s not GTalk, it’s not Facebook. It was never designed to appeal to the crowds of geeks who are currently trying it out.
Wave is built for the corporate environment. It’s a tool for getting work done. And as far as those go, it’s an excellent tool, even at this very early stage.
It will probably take years before Wave fully penetrates large corporations and replaces the email systems everyone is used to. But it solves so many thorny problems with email that it might well manage to do so, where so many other tentative “email fixes” have failed.
In the meantime, we should stop judging it as a social tool and start looking at how we can use it for real work. Invite your colleagues to it, and get working.

There are countless pundits and other tech gurus describing Google Wave as a disappointment, lately. Most of that seems to come from the fact that nobody seems to get what Wave is for. So they compare it to social media.

Is Wave the next Twitter? Nope. Is it the next Facebook? Nope. Is it going to replace Instant Messengers? Possibly, in some circumstances, but not any time soon.

I believe this is partly Google’s fault: they released Wave to geeks and hackers and social media folks first. But Wave is not a geek/hacker tool, or a social media tool, it’s a corporate tool that solves work problems (more on that later). On the other hand, they never claimed it would be a Facebook replacement or a Twitter killer. Google calls wave an “online tool for real-time communication and collaboration”. The way Google should have advertised Wave is: “it solves the problems with email”.

At Woobius, we’ve been working at resolving the problems with email for some time. Woobius is a solution to some of the problems of email within the construction industry. We’ve blogged and given talks about it. Perhaps that’s why it was immediately obvious to me and my team why Google Wave is awesome.

What’s the problem with email, anyway?

To most geeks, the main problem with email is spam. They don’t have a problem with online collaboration – they use Google Docs, Etherpad, Skitch, screen sharing tools, or any number of collaborative whiteboard applications. So the main problems for geeks are that they’re signed up to so many services that they get inundated with notifications, monthly newsletters, automated messages, and shreds of spam that manage to get through GMail’s spam filters. But when they want to collaborate on a document or picture, they can find the tools they need, most of the time.

But then again, most geeks don’t do all that much document-based collaboration, by email or otherwise. Programming doesn’t require a whole lot of collaboration, beyond that provided by source control tools and bug tracking system. Being Robert Scoble probably doesn’t require you to spend days working on a specification document for some finicky aspect of project X, or at least not very often, and he’s probably not the one collating everyone’s suggested changes and resubmitting the document for further review.

In your average corporate environment, though, this happens all the time. People work on documents, presentations, etc. They have lengthy discussions over email. Pieces of work bounce back and forth across one or multiple organisations for weeks before they’re finalised. People are brought on to the conversation late in the day. Attachments get lost. Inboxes fill up and emails bounce. It’s a major pain.

So what are the problems with email in a corporate environment, and what does Wave do to address them?

Problem 1: Collaborating on a piece of text

It’s hard to use email like you would use, say, Etherpad – to collaborate on a document that later needs to be sent out. Most such collaborations end up being done either via a Word document with change tracking, or, when they’re more ad-hoc, via a long thread of email with corrections coming in from every direction. It’s a nightmare to keep track of and collate all that feedback. Even giving the feedback is difficult sometimes: you have to quote the context and make sure your change is clearly outlined.

Google Wave resolves that by effectively integrating Etherpad’s features into the email client. Putting an email to an important client together, with feedback from the team, becomes a breeze.

Problem 2: Adding new people to the conversation

With a typical email thread, you can forward the whole thread to a new participant, or add them into the next reply, but they’ll only get a garbled, over-indented mess, in reverse chronological order. If you’ve ever been added late into an email thread that had already been going on for a week and involved two dozen replies, you know what I mean.

Google Wave solves that by giving exactly the same view to everyone, regardless of when they’ve been added.

Problem 3: Keeping added people added

Many times, when you add new people into a conversation, they get dropped again later, when someone replies to all from an earlier email that didn’t include the new participants. Sometimes it takes a while before you realise that key people have been dropped out of the conversation. That costs time and hassle both for the people who were dropped and those who weren’t.

Wave solves that by making “dropping people” an explicit action, rather than something you can do by mistake.

Problem 4: Attaching files

Most large companies have an email storage problem, so they limit the size of people’s mailboxes. Because of that, it’s not uncommon to see “Inbox full” bounces when sending large documents around. Not only that, but sending documents is iffy at best. The SMTP protocol doesn’t seem to be all that good at sending large files.

Now, to be fair, Wave will probably suffer from the same limitations as any HTTP upload applications – but that’s still a whole lot better than your average email. Sending emails over 10MB usually fails. Attaching a 10MB file to a Wave is no problem at all.

Problem 5: Lost attachments

When you reply to an email with an attachment, the attachment is dropped. This is a good thing with email, because it stops a single email thread from unnecessarily clogging up both the mail server storage and its bandwidth. Since the whole email is transmitted down the wire when you click “send”, this kind of limitation is unavoidable.

What this means, however, is that if you bring new people into a conversation, by adding them as recipients or by forwarding them the latest mail in the conversation, they won’t get any of the attachments. Not only that, but if you’re looking for that first attachment, and the conversation has been going on for weeks (and, like everyone else, you receive upwards of 50 relevant emails a day), finding that attachment can be quite difficult. If there were multiple attachments throughout the life of the discussion, gathering them all to send them to a new participant is exponentially more tedious.

With Wave’s model, however, the attachments stay there, where you put them. They’re only sent down the wire, from you to the email server, once. You never need to re-forward an attachment to someone. When you add new people to the conversation, they get access to all the attachments right away.

Problem 6: Multiple conversation branches

Email conversations are, basically, flat. If you try to have multiple branches of conversation in email you end up with a sordid mess. You might do that a few times in your life, but you quickly learn not to. But flattening everything has its own share of problems – every email ends up containing replies to several other emails. It becomes very difficult to track what was replied to and what wasn’t. And it’s hard to collate all the suggestions effectively.

Google Wave resolves this by allowing clear, obvious threading. Yes, if you use a lot of threading in an instant messaging context, it will be hard to manage. But within the typical email collaboration context, it will keep things a lot more clean and tidy than not having threading.

Problem 7: Small corrections

With email, if your only comment on someone’s email is to fix a dozen typos, you still have to do almost as much work as if you were making substantial changes to their proposed text. You need to quote the context, highlight which bit you corrected, and then rely on the other person applying your changes back to the original document (which they often forget to do — after all, it’s just a few typos).

With Wave, no such problem – you can just edit the original text and make those changes. If the person who submitted that document wants to review your changes, they can play them back.

Problem 8: Email to IM to Email

Instant Messaging is a powerful, useful technology that has proven its worth. But it’s not very well integrated with email. If you rely on your inbox to keep track of conversations, there’s still this gaping black hole of IM which is tracked somewhere else (if at all). GTalk tried to resolve that by storing IM conversations in your inbox – and that was a good step.

What Google Wave does, however, is much bolder: it recognises the fact that a lot of IM conversations, in corporate environments, begin with an email exchange that’s just getting too rapid. When you send more than 3 emails to the same person in one minute, it usually makes sense to either pick up the phone or IM them. With Google Wave, this doesn’t need to be a conscious decision: if you’re replying quickly, Wave smoothly turns into an IM-like platform. When your replies get slower again, it, once again smoothly, turns into an email-like platform.

This means that the whole conversation, whether email-like or IM-like, is tracked and searchable in the same place, and visible to all those who are invited to the conversation.

Conclusion

I believe that people who don’t see what Google Wave is for are simply looking at it from the wrong angle. Wave is not a social tool. It’s not Twitter, it’s not GTalk, it’s not Facebook. It was never designed to appeal to the crowds of geeks who are currently trying it out.

Wave is built for the corporate environment. It’s a tool for getting work done. And as far as those go, it’s an excellent tool, even at this very early stage.

It will probably take years before Wave fully penetrates large corporations and replaces the email systems everyone is used to. But it solves so many thorny problems with email that it might well manage to do so, where so many other tentative “email fixes” have failed.

In the meantime, we should stop judging it as a social tool and start looking at how we can use it for real work. Invite your colleagues to it, and get working.


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Everybody loves Rio – Olimpíadas 2016

Porque o Rio de Janeiro merece. Porque o Brasil merece.

O vídeo acima veio por conta do twitter de Magazine Brazil e de Nogueira Jr. Tomo a liberdade de repostar abaixo o artigo do jornalista Leandro Fortes, do Brasília, eu vi.

Leandro Fortes, Brasília, eu vi

“Lula poderia ter agido, como muitos de seus pares na política agiriam, com rancor e desprezo pelo Rio de Janeiro, seus políticos, sua mídia, todos alegremente colocados como caixa de ressonância dos piores e mais mesquinhos interesses oriundos de um claro ódio de classe, embora mal disfarçados de oposição política. Lula poderia ter destilado fel e ter feito corpo mole contra o Rio de Janeiro, em reação, demasiada humana, à vaia que recebeu – estranha vaia, puxada por uma tropa de canalhas, reverberada em efeito manada – na abertura dos jogos panamericanos, em 2007, talvez o maior e mais bem definido ato de incivilidade de uma cidade perdida em décadas de decadência. Vaiou-se Lula, aplaudiu-se César Maia, o que basta como termo de entendimento sobre os rumos da política que se faz e se admira na antiga capital da República. Fosse um homem público qualquer, Lula faria o que mais desejavam seus adversários: deixaria o Rio à própria sorte, esmagado por uma classe política claudicante e tristemente medíocre, presa a um passado de cidade maravilhosa que só existe, nos dias de hoje, nas novelas da TV Globo ambientadas nas oníricas ruas do Leblon.

Lula poderia ter agido burocraticamente a favor do Rio, cumprido um papel formal de chefe de Estado, falado a favor da candidatura do Rio apenas porque não lhe caberia falar mal. Deixado a cidade ao gosto de seus notórios representantes da Zona Sul, esses seres apavorados que avançam sinais vermelhos para fugir da rotina de assaltos e sobressaltos sociais para, na segurança das grades de prédios e condomínios, maldizer a existência do Bolsa Família e do MST, antros simbólicos de pretos e pobres culpados, em primeira e última análise, do estado de coisas que tanto os aflige. Lula poderia ter feito do rancor um ato político, e não seria novidade, para dar uma lição a uma cidade que o expôs e ao país a um vexame internacional pensado e executado com extrema crueldade por seus piores e mais despreparados opositores.

Mas Lula não fez nada disso.

No discurso anterior à escolha do Comitê Olímpico Internacional, já visivelmente emocionado, Lula fez o que se esperava de um estadista: fez do Rio o Brasil todo, o porto belo e seguro de todos os brasileiros, a alma da nacionalidade. Foi um ato de generosidade política inesquecível e uma lição de patriotismo real com o qual, finalmente, podemos nos perfilar sem a mácula do adesismo partidário ou do fervor imbecil das patriotadas. Lula, esse mesmo Lula que setores da imprensa brasileira insistem em classificar de títere do poder chavista em Honduras, outra vez passou por cima da guerrilha editorial e da inveja pura e simples de seus adversários. Falou, como em seus melhores momentos, direto aos corações, sem concessões de linguagem e estilo, franco e direto, como líder não só da nação, mas do continente, que hoje o saúda e, certamente, o aplaude de pé.

Em 2016, o cidadão Luiz Inácio da Silva terá 71 anos. Que os cariocas desse futuro tão próximo consigam ser generosos o bastante para também aplaudi-lo na abertura das Olimpíadas do Rio, da qual, só posso imaginar, ele será convidado especial.”

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Redes sociais: o que estudantes querem

A pesquisa revela dados interessantes: 70% dos estudantes entrevistados são contra o uso de redes sociais (Twitter ou Facebook) por empregadores. O levantamento foi realizado para TMP Worldwide e Targetjobs, que concluíram que estudantes em busca de trabalho não querem que essas agências lhes “vendam” empregos. Acreditam ainda que “empregadores não deveriam explorar redes sociais para seu benefício próprio”.

O estudo mostra, no entanto, que 79% dos entrevistados consideram as redes sociais elementos-chave para que os empregadores entrem em contato com os interessados.

Segundo a pesquisa, estudantes usam bastante redes sociais para pesquisar empresas e checar se as mensagens dos empregadores são realidade. O estudo detectou que quase metade dos estudantes utilizam redes sociais para bater papo com seus pares no processo de recrutamento.

Mais: cerca de 30% dos entrevistados conversam com os empregados de empresas para checar se suas expectativas no trabalho foram atendidas.

Vale a pena ler o restante em inglês em The Economic Times, a partir de onde o texto acima foi traduzido.

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Redes sociais x jornalismo ou redes + jornalismo?

A convite dos professores Squirra e Fabio Josgrilberg, ontem fiz a palestra “Twitter: jornalismo em xeque? Redes sociais alteram rumos de apuração e publicação da notícia“. Na sala, decidi subverter a ordem e comecei por questionar os cerca de 20 alunos sobre o papel das redes sociais, lembrando que as redes na web nada mais são do que uma extensão das nossas redes cotidianas.

A palestra foi gravada e estará disponível no site do programa de pós-graduação em comunicação da Universidade Metodista. Assim que o link for enviado, publico um adenddus.

Por ora, feel yourself comfortable para baixar o arquivo em ppt, visitar o blog do pesquisador Josgrilberg e segui-lo no Twitter. O professor e pesquisador Sebastião Squirra também está no Twitter. Aliás, está inscrito em todas as redes sociais.

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Parem as máquinas – twitaram a notícia

Stop the presses - the death of the newspaper industry

Stop the presses - the death of the newspaper industry

Li no Facebook da Luciana Moherdaui, que retuitara o filósofo e pesquisador  Pierre Levy. É indiscutível. Aliás, ouve-se falar que a mídia impressa estava com os dias contados desde priscas eras, quase pré-internet. Um dos autores dessa máxima era Bill Gates, o fundador da Microsoft, que vaticinara em seu livro A Estada do Futuro (1995; Companhia das Letras), que em 2000 não haveria mais bancas para vender publicações em papel.
Ao passear por bancas, vê-se exatamente o contrário, no Brasil, nos EUA ou em alguns dos países da Europa. Essas publicações dependem diretamente de anunciantes que ainda querem ver seus produtos repercutidos pela mídia. Pagam páginas de anúncios, cobrados a peso de ouro pelas agências que os produzem, os jornalistas experimentam os produtos (vale desde computador e celular, passando por cosméticos e automóveis, a filosofia e literatura) e o balizam. Pronto, a publicação chega às bancas ou é entregue na portaria do leitor. Será ainda jornalismo? Dizem por aí que é o tal do jornalismo de serviço. Mas pode também ser uma mídia de relacionamento: traduzindo, o anunciante compra a publicação para falar com o seu leitor.

Só quero destacar que acredito piamente que a geração de 20 anos já não consome informação pelo papel. Não lê o jornal que os pais recebem em casa. Tudo chega pela tela do computador ou pela telinha do celular. Pergunte a um garoto classe média, que estuda cinema na Faap ou história na PUC ou engenharia na Poli ou Comunicação na ECO – UFRJ ou em algum outro canto destas plagas. No máximo, você vai encontrar algum que lê jornal gratuito distribuído em semáforos ou entradas de estações de metrô. Por sinal, eles vivem fechando redações na Europa. O Metro foi um deles que encerrou suas atividades na Espanha.

O lugar do papel na história pode estar a caminho do museu, tal qual o pergaminho. As evidências de que o papel está em crise devem ser conferidas em The Death of Newspaper. As fontes, pelo menos, são críveis: Bloomberg e da NAA (Newspaper Association of America).

As empresas de comunicação estão de olho na web há um bom tempo. Recentemente Silvio Genesini largou a presidência da Oracle para ocupar o cargo de CEO no grupo Estado. Seu discurso é todo permeado na aposta na transição para o meio digital.

DE OLHO NA PLATAFORMA DIGITAL – No PropMark, o jornalista Paulo Macedo escreveu: “Contemplar o digital não significa que o papel está por um fio, nem que a internet será igual no futuro como se conhece hoje”.  Para o presidente do Grupo Estado, a interatividade é imprescindível.

RESTA SABER – se as redes sociais vão engolir de vez o atual conceito dos portais de notícias. Essa é a aposta de Luciana Moherdaui, jornalista e doutoranda pela PUC-SP, autora do blog Contra a Clicagem Burra.

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iPhone 3GS por R$ 99 ou por R$ 399?

O preço oficial do iPhone 3GS na loja sem desconto algum sai por R$ 1.949 (16 Gigabytes) ou R$ 2.249 (32 Gigabytes). Mas tudo é negociável com sua operadora.
Explico: em planos pós-pagos, geralmente o consumidor costuma receber pontos, que se transformam em bônus. Ao ligar para minha operadora, a TIM, verifiquei que possuía um bônus equivalente a R$ 1.500. Com mais um desconto por ter escolhido o aparelho da Apple e por fazer um contrato de refidelização por 12 meses, pude escolher entre pagar R$ 99 ou R$ 399.
Isso mesmo, você não está lendo errado. 16 Gigas por R$ 99 ou 32 Gigas por R$ 399. É mais barato do que um pen drive? Não sei. Preciso checar assim que me conectar novamente, pois vou trocar de aparelho agora, às 18h09 na loja da TIM no shopping Eldorado. E este post foi feito do celular Nokia E71.

ADDENDUS

Ontem à noitinha, sob a forte chuva que desabou o dia inteiro em São Paulo, saí tão afoita da loja da TIM no shopping Eldorado,  que mal tive tempo de postar a foto da nota fiscal. Bem lembrado, paguei R$ 99 e dividi em três parcelas de R$ 33 no cartão de crédito.

MAIS

A tela do iPhone quebra facilmente? É o que dizem por aí usuários em todos os cantos. Fui até o subssolo e comprei uma capinha de silicone e uma película para a tela.  Quebrei, não a tela, mas a cara, pois a película resultou numa roubada total. Na FasTech, verifiquei o preço dos pen drives das marcas Kingston e SanDisc.  A chave da Kingston de 16 Gigabytes estava em promoção: saí de R$ 179 por R$ 149. A chave SanDisc de 32 Gigabytes passava de R$ 379 para R$ 349.

RESPOSTA AO PRIMEIRO COMENTÁRIO

Rudolph Bantim, na loja da TIM, com o bônus na tela do celular, devidamente registrado nos computadores da operadora, imagino, o consumidor pode levar um celular de qualquer marca. Como se diz por ai, “pagando, meu caro”.

TRADUZINDO

O preço que paguei por esse iPhone significa o seguinte: o que importa é a fidelização com a operadora e não o preço do aparelho. Sabe-se muito bem que quem paga a conta dos fabricantes de celulares são as operadoras de telefonia móvel. Em suma, 99 reais não pagam a conta do iPhone. Nem R$ 399.  Se eu, uma mera cliente de um plano de 120 minutos obteve o ícone do desejo do mundo móvel por essa bagatela, imaginem os usuários de contas premium, contas empresa e tudo mais? E nos EUA e na Europa? Deve chegar iPhone grátis. Pode apostar. E isso vale para a Claro, TIM, Vivo, Oi, Verizon etc. etc.

E POR ÚLTIMO

Em breve subo a foto da nota fiscal.

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Twestival: Sampa, NYC, Rio, Buenos Aires em todo o planeta

Em Sampa

Twestival Local São Paulo

Twestival Local São Paulo

Twestival

  • Quando: sexta-feira, 11 de setembro
  • Horário: 19h30
  • Onde: Espaço PIX/Gafanhoto
    Av. Rebouças, 3181 – Pinheiros

Em Buenos Aires

Em Nova York

NYC Twestival 2009 » NYC Twestival’s Celebrity Bowling Tournament: Want to play?

Pelo planeta

http://twestival.com/

Twestival no mundo

Twestival no mundo



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Porque hoje é sábado: Sweet River Tree, por Diane Birch

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Porque o rock é preciso. 31 de agosto de 1996 | O Toque

31 de agosto de 1996. Um sábado nada digital. Acordei cedo, céu límpido e azul.  Meu corpo analógico, repleto de átomos, precisava estar em jejum. Abri o armário, tirei do cabide uma calça e uma blusa e me vesti. Em seguida, olhei para minha malinha. Tinha de parir. E com hora marcada. Enquanto Luiz Fernando fazia a barba, para me acalmar, fui até a sala e botei um LP na vitrola. Ok, o CD já existia e fazia parte de nossas vidas no PC e na sala de estar, mas esse disco ainda não tinha sido masterizado. Não que eu me lembre.

No janelão envidraçado,  a luz incidental recaía sobre meus vasos de violetas. Um deles mostrava duas flores. Da segunda, saía a terceira. Simbolicamente, O Toque, de Rita Lee, marcou o nascimento de Manuela na minha memória afetiva.

Dedico essa música a Manuela Zilveti dos Santos e a tuitosfera, que gosta de tuitar [verbo do Twitter] músicas às segundas-feiras com a hashtag #musicmonday. Ah, meu Twitter é @zilveti.

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“Loco” por iPhone

Leonardo Picolotto e seu iPhone 3GS na loja da Vivo © Bruno Roberti / UOL

Leonardo Picolotto e seu iPhone 3GS na loja da Vivo © Bruno Roberti / UOL

Primeiro? Bem, na loja do Conjunto Nacional, ele parece ter sido o primeiro. O arquiteto Leonardo Picolotto afirmou ao portal do UOL ter chegado à loja da rua Augusta com Paulista às 5h40.  Saiu do estabelecimento às 8h30 com seu aparelho em mãos.

Ontem foi anunciado que três operadoras começariam a vender o iPhone 3GS a partir de hoje, 28 de agosto, sexta-feira. Os preços foram divulgados por TIM e Vivo. As lojas abriram às 10h. Ontem, em transmissão ao vivo, a última operadora afirmou que quase 60 lojas ofereceriam os aparelhos em vários Estados.

Para fazer frente à concorrência, a TIM soltou a tabela de preços ao longo da tarde de ontem. No site da Claro, até as 16h10, só era possível obter informações sobre os recursos do 3GS. Preços, nada. Liguei no número do site, fui bem tratada, mas o atendente tampouco conseguiu achar a tabela. Afirmou que era possível comparecer a uma das lojas. Pedi o endereço e o telefone e fui informada de que eles não têm telefone. No site, é possível informar o Estado, a cidade e o bairro para ter acesso a lojas mais próximas. A assessoria de imprensa tampouco dispunha da tabela de preços no mesmo horário.

Estou na confluência de Perdizes, Sumaré e Sumarezinho. A loja mais próxima seria a do Bourbon Pompeia. Mas ir até lá sem poder ligar é desagradável. Por que as operadoras não podem colocar os telefones das lojas em seus respectivos sites? Sem resposta, por ora. Talvez se eu me arriscar e for até lá, consiga ter acesso aos preços. Comprar já é outra história. E se a preguiça for muito grande, posso consultar o site do Bourbon Pompeia e conseguir o telefone da loja. Afinal, quem tem boca vai a Roma, mas pode ir também até Pompeia.

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Eis a tabela de preços oficial da TIM para o iPhone 3GS

Foi divulgada ontem ao longo do dia pela operadora TIM.

Planos

TIM iPhone 100

TIM iPhone 150

TIM iPhone 200

TIM iPhone 400

TIM iPhone 500

Mensalidade

R$ 93,00

R$ 139,00

R$ 169,00

R$ 259,00

R$ 299,00

Minutos de ligações para qualquer TIM

80

120

160

320

400

Minutos de ligações para demais operadoras móveis ou fixas

20

30

40

80

100

SMS para qualquer TIM

40

40

80

160

200

SMS para demais operadoras

10

10

20

40

50

Pacote de dados

200 MB

250 MB

500 MB

1 GB

1 GB

iPhone 3GS (16 GB)

R$ 1.599

R$ 1.299

R$ 1.199

R$ 1.099

R$ 999

iPhone 3GS (32 GB)

R$ 1.899

R$ 1.599

R$ 1.499

R$ 1.399

R$ 1.299

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Tabela de preços completa da Vivo para o iPhone 3GS

Para quem tem pressa, aí vai o link em Google Docs, que publiquei pelo twitter http://twitter.com/zilveti

Aí vai a tabela de preços completa da Vivo do iPhone 3GS, com a gentil ajuda de Fugita, Emerson Alecrim http://ow.ly/lCZ5 #iPhone #Vivo

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Pra quem quiser ver a última transmissão iPhone 3GS

[kyte.tv appKey=MarbachViewerEmbedded&uri=channels/10383&tbid=k_22&p=p/ls&height=445&width=425]

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iPhone 3GS, transmissão ao vivo

[kyte.tv appKey=MarbachViewerEmbedded&uri=channels/10383&tbid=k_2&p=p/ls&height=445&width=425]

No dia 28 de agosto, dá-se início oficial à venda do iPhone 3GS. A Apple estipulou a data. Ou seja, todas as operadoras habilitadas no Brasil começam a comercializar os aparelhos no mesmo dia.

A Vivo decidiu dar uma palhinha e convidou blogueiros para conhecer de perto os novos recursos do terceiro aparelho da Apple. A transmissão será ao vivo.

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É hoje a apresentação do iPhone 3GS

iPhone 3GS no Brasil

iPhone 3GS no Brasil

Amanhã o iPhone 3GS começa a ser vendido oficialmente pelas operadoras Claro, TIM e Vivo, em São Paulo. A Vivo fará uma reunião hoje à noite, às 20h, para fazer uma prévia dos novos recursos e estratégia de vendas.  Transmissão ao vivo, Twitter, QiKTV ou qualquer outro programa para enviar informações em tempo real.

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Fica Instituto Moreira Salles, fica! (http://ping.fm/8tZeE)

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Como se diz por aí, demorô Retweet: Phase One (http://ping.fm/6nDYf)

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Google Chromium para Mac pra arrasar outros, leia-se Safari (http://ping.fm/9GUz2)

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