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Post de teste do celular para a revista Windows Vista

Escrevo este post exclusivamente para testar os prós e os contras para quem pretende escrever do seu celular.
Trata-se de uma matéria sobre mobilidade para a revista Windows Vista.

Post do computador – depois de escrever a frase acima, volto ao computador para fazer os links necessários. Escrevo para revista Windows Vista, editada por Heinar Maracy, uma reportagem com dicas de como postar diretamente de um celular. Os testes estão sendo feitos de aparelhos com Symbian em conexões EDGE e 3G.

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Post do celular

Treze dias se passaram e só hoje volto a postar. Do celular. Não são sete dias corridos. O blog parecia abandonado, mas estava em estado de suspensão, pois seus autores haviam assumido outros compromissos virtuais e analógicos.

Por partes. Postar de um celular, definitivamente, vale a pena para quem abriu mão de levar notebooks em suas mochilas. O peso de 3 kg de um notebook não é mais vantajoso. O que fazer? Apostar em um ultraportátil, os computadores que pesam entre 1 km e 1,2 kg.

Agora se é imprescindível postar, o celular é bom para notas rápidas. Digo isso porque o celular depende de conexão com a web. E esse acesso pode ser feito de algumas formas. A elas: ou o seu  modelo tem acesso Wi-Fi, para conectar-se de cafés, restaurantes, hotéis e aeroportos, ou você usa a conexão banda larga do celular EDGE ou 3G, mais rápida. Nesse último caso, não é todo celular que está habilitado para a por enquanto suposta alta velocidade prometida pelas operadoras para 3G. A conferir.

O melhor é escrever de um teclado virtual, conectado por Bluetooth. Se não tiver um, acostume-se a teclar do seu telefone e escreva o que puder, sempre gravando. E se, repentinamente, a conexão do celular cair, não conte com a gravação automática, mais conhecida como Auto Save, pois essa facilidade não existe no m.wordpress.com.

Os que postam de celulares e vão de conexão Wi-Fi se dão melhor, pois a navegação pela web está garantida e menos suscetível. Por hoje é só.

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Nomad, nomadismo, nômade na era web móvel ou mobile

Um dos co-autores deste blog saiu de microférias. A idéia era partir para um lugar distante, no mar, próximo, geograficamente, a montanhas.

Nos trópicos, inverno a 25 graus centígrados = calor. Rumei então com duas adolescentes e duas crianças para Ilhabela, precisamente na praia do Pinto.

É a versão 2.0, pois no ano passado fiz o mesmo trajeto, porém ficamos em uma casa mais próxima do centro. O que significa mais perto de conexão com a web.

Em 2008, aqui, a 5 km da vila, sem conexão de cabo algum, vim munida de um ultraportátil notebook, um mini modem e meus celulares.

Feliz ou infelizmente a operadora TIM não pega bem aqui. Na casa onde estou as concorrentes fazem e aceitam chamadas. Não é de todo mal, pois recebo menos ligações. Na varanda, de onde avisto o mar a poucos metros, conecto o notebook e falo por telefone, de onde acesso a web com mais rapidez.

Esmiuçando: o mini modem, teoricamente, teria de fazer uma conexão 3G, com velocidade prometida de 1 Mbps. Claro, não estou em terra muito firme, então vamos de conexão GPRS, bem mais lenta. Equivale, mais ou menos, a uma conexão discada (para quem se lembra o que já foi esse tipo de acesso à web).

Um detalhe importantíssimo: quando se navega por conexão GPRS, você está abrindo sites na tela do seu celular. O que significa que essas páginas são mais leves, com poucas imagens. Por isso, carregam rapidamente. Os adeptos de web em celulares preferem mil vezes usar os endereços de sites feitos especialmente para abrir nas telinhas. Ao entrar na versão padrão, cai a velocidade para carregar a página.

Aí vai um exemplo de conexão GPRS em um notebook: para baixar um simples programinha para conectar o celular ao notebook de pouco mais de 30 megabytes, foi necessário esperar mais de uma hora. E olhe que o notebook que estou usando é pra lá de potente. Mal chegou às lojas. É um lançamento da HP e tem um chip de bom desempenho para quem precisa de um caderno quie pese pouco mais de 1 kg.

O que esperar de uma conexão mais lerda? Nada, pois quem mandou sair da base, onde tenho internet de banda larguíssima em mais de um computador.

Pergunto: dá para confiar na tal da conexão web móvel, proposta pelas operadoras Claro, TIM e Vivo, que oferecem descontos bacanas para quem comprar o mini modem e conectá-lo a seu notebook? Ou a seu computador de mesa?

Eu diria o seguinte: depois de quase duas semanas testando três notebooks ultraportáteis com três mini modems de três operadoras (parece o trava-línguas dos três tristes tigres), sou obrigada a confessar que o mini modem é útil sim.

E digo o por quê: na primeira semana, o teste foi realizado para a revista, na qual sou editora,  GSMmania. No meio da semana, aconteceu o famigerado apagão da Telefônica / Speedy, cujas explicações até agora não me satisfazem. Quem trabalha o dia inteiro conectado dança. Era o meu caso, pois meu escritório tem três máquinas, todas  usando banda larga Speedy.

Entre as incontáveis narrações sobre a pane, gosto bastante da relatada no Zumo, por Nagano, que trabalha muito bem em parceria com meu querido colega e amigo Henrique Martin, que, além de levar esse blog com muita competência, está de volta ao IDG Now, editando o site da MacWorld Brasil. Confiram.

No dia do pau geral, quase trucidei parte considerável da família, acreditando que minha filha mais velha tinha pegado algum vírus maléfico nas suas conexões Orkut ou MSN. Minha cara-metade teve a pressão alterada, pois eu vociferava que, durante o fechamento de uma edição, não se pode inventar de atualizar programa ou fazer alterações grandes no servidor.

E como sintonizar-se no noticiário? Bastava ligar a TV ou o rádio, óbvio. A internet parou em todo o Estado de São Paulo. Para nossa sorte, os mini modems deram conta do recado. E, mesmo em velocidade baixa, era possível acessar e-mails, entrar em sites, conferir informações e fechar uma revista.

Ah, e na agência, onde o fechamento das 68 páginas acontecia, a conexão não era da Telefônica. Menos mal.

E nesta segunda semana: o tal do mini modem, mesmo funcionando apenas na varanda da casa, e quando lhe dá na telha, me ajuda a conferir e-mails de urgência, entrar raríssimas vezes no Twitter e em sites noticiosos.

E por último, a atualizar este blog, que estava abandonado às traças digitais.

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Postando para o Flickr via celular

Flickr via N73Site do Flikcr com configurações do N73
Finalmente deu certo. Há exatamente um ano, eu testara a postagem de fotos via celular diretamente para o Flickr para a GSMmania. Na época pouca gente tinha os modelos Nseries, que começavam a chegavar ao Brasil pelas operadoras de GSM.
Pelas dicas do site da Nokia, parecia fácil. Nem tanto. Existem algumas configurações chatinhas que você somente vai descobrir se fuçar muito. Como conversei hoje com uma amiga que acabou de comprar um N73 e está trabalhando na blog/twitter da Fiat no São Paulo Fashion Week, e ela não conseguia subir fotos pela via mais fácil, fiz que fiz os tortuosos caminhos e consegui.

Lá vão os passos.  Desnecessário dizer, mas repetir é o remédio: para ter uma conta no Flickr, é preciso se registrar no Yahoo! e ganhar uma senha.
Bom, daí você volta ao Flickr, sobe uma foto e começa a brincadeira.
Pausa
O grande barato da mobilidade é postar de qualquer lugar. Até aí, nenhuma novidade. Teoricamente, todo celular que tem acesso à web pela tecnologia Edge, uma conexão de banda larga mezzo aliche mezzo muzzarella, permite abrir a página do site, logar-se e subir fotos como se você estivesse na frente da tela do seu computador.

O pulo do gato está em transmitir as fotos a partir da galeria de imagens. Daí que a Nokia, que não dorme no ponto quando se trata de liderar o mercado de celulares, fechou acordo com a Flickr.
Continuando…
Com sua conta no Flickr, você vai até a página do modelo do seu celular Nseries, da Nokia, para fazer uma configuração importantíssima, caso contrário nada vai funcionar do seu aparelho.
Enfatizo: é preciso estar logado no Flickr para, depois, ir até o link do modelo do seu celular. Ao usar o N73 como exemplo (vale para o N80, o N95 e os outros da Nseries), acesse o link para ter acesso a novos dados. Você verá no passo 3 uma senha especial para configurar a conta no seu aparelho.

Daí é só ir para o seu camerafone, abrir Galeria > Imagens e vídeo > Abrir serviço on-line e configurar a conta no Flickr com as informações que estão na página, ou seja o seu-mail e a senha especial para subir imagens do telefone.
Well, quer mais? Então faça seu primeiro teste, enviando uma diretamente da galeria, sem abrir a imagem (Opções > Enviar > Carregar para web). Titule e envie. Se quiser ver como ficou na página, escolha o item Abrir no browser
Atenção
Se você não tem uma conta de tráfego de dados com um preço bacana ou ilimitada com a sua operadora, tome cuidado, porque essa brincadeira pode elevar sua conta para as alturas.

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