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2010 com mobilidade by James Théophane Jnr

A agência de publicidade online LBI encomendou, e James Théophane Jr, ou simplesmente Theo, tocou o projeto com sua equipe A história, com direito a making ofs está aqui. Imagino que o povo da HTC e do Windows Phone, leia-se Microsoft, tenham colaborado bastante com o projeto.

mobile mobile é uma árvore de natal singular, e você pode dedilhar a partir do seu teclado a melodia que lhe der na telha. Se não dá pra ir ao vivo, por que não pular a fila diante da sua tela? xmas.lbi.co.uk. A dica veio do professor André Lemos via Twitter ou Facebook, já não me lembro exatamente em que emaranhado dessa quântica rede li.

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Redes sociais: o que estudantes querem

A pesquisa revela dados interessantes: 70% dos estudantes entrevistados são contra o uso de redes sociais (Twitter ou Facebook) por empregadores. O levantamento foi realizado para TMP Worldwide e Targetjobs, que concluíram que estudantes em busca de trabalho não querem que essas agências lhes “vendam” empregos. Acreditam ainda que “empregadores não deveriam explorar redes sociais para seu benefício próprio”.

O estudo mostra, no entanto, que 79% dos entrevistados consideram as redes sociais elementos-chave para que os empregadores entrem em contato com os interessados.

Segundo a pesquisa, estudantes usam bastante redes sociais para pesquisar empresas e checar se as mensagens dos empregadores são realidade. O estudo detectou que quase metade dos estudantes utilizam redes sociais para bater papo com seus pares no processo de recrutamento.

Mais: cerca de 30% dos entrevistados conversam com os empregados de empresas para checar se suas expectativas no trabalho foram atendidas.

Vale a pena ler o restante em inglês em The Economic Times, a partir de onde o texto acima foi traduzido.

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Quando o Twitter vira complemento do blog

Twitter, a bola da vez

Twitter, a bola da vez

O Twitter está matando os blogs? Que tal pensar essa ferramenta de frases de no máximo 140 caracteres como um complemento aos blogs. Aliás, não é novidade alguma. Há mais de dois anos, blogueiros e agências de publicidade já conseguiram criar códigos para inserir o Twitter e o Flickr em blogs.

Na São Paulo Fashion Week de janeiro passado, a agência Click já tinha inovado com o Twitter e o Flickr para fazer uma cobertura do evento ao longo da semana com o Fiat Fashion Innovation Atitude. Ideia simples: contratar especialistas no mundo da moda, de preferência blogueiros ou blogueiras. De quebra, dois publicitários da agência mandavam seus comentários via Twitter pelos seus celulares. As fotos subiam com rapidez, os blogueiros cobriam os desfiles e os publicitários faziam seus comentários em 140 caracteres.

Resultado da ação? Um sucesso, e dez a zero em relação à cobertura oficial do evento e de outros blogs e sites de notícias sobre o São Paulo Fashion Week. Nada contra os profissionais que cobriram esse acontecimento que movimenta a economia, a mídia, turismo etc.,  afinal todos sabem fazer o seu trabalho, mas o blog que aliava Twitter e Flickr, um dos patrocinadores do evento, que, por sinal, era a Fiat com um modelo de carro, ganhou em agilidade.

Em menos de um mês, em 2008, fui convidada para cobrir a primeira edição da Campus Party para um portal de notícias. Assim que sugeri que se fizesse esse “mashup”, jargão utilizado na blogosfera, torceram o nariz. Em uma estrutura de um portal de notícias e conteúdo, criar um blog que reunisse mais duas ferramentas parecia algo estratosférico. Não era. Qualquer um poderia fazer.

Eu que manjo pouco e não tenho paciência para html, já tratei de incluir o Twitter e o Flickr neste modesto blog na mesma época. O Campus Party aconteceu, a mídia tradicional não deu bola no primeiro dia, e o evento explodiu ao longo da semana, com emissoras de TV correndo atrás do prejuízo, e blogueiros escrevendo diuturnamente .

Hoje, esse trio ou quarteto ou quinteto de ferramentas em um blog virou lugar comum. Os WordPress e Blogspot da vida aceitam e oferecem dezenas ou cententas ou milhares de acessórios, também conhecidos por widgets, para incluir em um blog, com direito a música (Blip.FM e outros) e vídeo (leia-se YouTube) em tempo real.

E por que recontar essa história? Ora porque o Twitter, tardiamente ou não, é a bola da vez em “11 entre 10” publicações de papel, online e outras mídias. Aliás, este post foi inspirado em um link que li da jornalista e doutoranda  Luciana Moherdaui no Facebook, outra ferramenta, que também serve de complemento para blogs.

Luciana Moherdaui linkou o post Twitter is the new headline: how blogging and Twitter are complementary. Além disso, ela foi cobrir, usando o Twitter, a palestra “Estamos preparados para o público 2.0?“, organizada pelo grupo de Pesquisa Net Art: Perspectivas Criativas e Críticas (CNPq/PUC-SP) e a Agência Click, no Tuca, em Perdizes, e descobriu que havia um limite de tuitagens por dia, 119. Não é à toa que os jornais online/papel têm várias contas de suas respectivas editorias para poder dar conta da tuitagem de suas manchetes.

Noves fora, o planeta rendeu-se ao Twitter. Em janeiro deste ano, a revista eletrônica de fotografia PicturaPixel, editada por Claudio Versiani, em Barcelona, e Gilberto Tadday, em Nova York, ganhou cara nova, uma equipe oficial de colaboradores e uma conta no Twitter para divulgar suas seções, notas, matérias, vídeos, artigos, resenhas e tudo mais.

Some-se a isso os sites que encurtam endereço, pois no Twitter é preciso ser econômico. O mais famoso até pouco tempo atrás era o TinyURL. Um mais curtinho ainda é o Is.Gd. Nossos brazucas já correram atrás da ideia, que parece simples. O Migre.me arrebanhou internautas brasileiros dos quatro cantos do país. Em pouco tempo já há outro o Vai.la, que conheci no dia 14 de abril. O Migre.me conquista o twitteiro por um motivo simples. Dá pra ver quantas vezes a sua historinha no Twitter foi clicada, reclicada e retwittada. Não é a invenção da roda, mas está lá para você ver, buscar seus bookmarks, ter uma ideia do que acontece com os cliques e, se quiser, compararar os twitteiros/blogueiros que fazem de tudo isso um marketing sem fim, aumentando seus seguidores de forma artificial para conseguir mais público.

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Humor de terça: quero ser seu amigo, me aceita?

 

© Hubspot Posso ser seu amigo? - Depende da rede social

© Hubspot Posso ser seu amigo? - Depende da rede social

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Provocação: redes sociais devem ser regulamentadas?

Os britânicos dizem que sim. A União Européia está considerando. E os Estados Unidos? Um estudo realizado na Grã-Bretanha revelou que a maioria tem um forte desejo pela regulamentalção de redes sociais, como MySpace e Facebook. Nove entre dez entrevistados disseram que deveria haver uma regulamentação mais rígida. Quer conferir? Em inglês, deu no The Guardian.

Mais: 89% disseram que deveia haver um conjunto de regras para ajudar a evitar o uso indevido de informações pessoais.

A pesquisa foi realizada pelo PCC (qualquer semelhança é mera coincidência). O Press Complaints Comission é um órgão britânico regulador da mídia, com representantes das principais publicações.

Com a ampliação do seu papel, o PCC monitora agora internet e conteúdo de vídeo produzido por jornais.

Eis a questão – Uma das preocupações é: meter ou não o bedelho com regulamentações nas redes sociais.

As inscrições estão abertas. Como se diz por aí: bora discutir.

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CHÁ VERDE EM TARDE NÔMADE x TWITTER

O Twitter está lerdo hoje e falha no carregamento o tempo todo. Enquanto isso, na leitura fragmentada do século 21, que tal os artigos “Breaking news, Twitter style“, no site da Reuters, e “Why Twitter Matters“, publicado na Business Week, que trata da explosão desse serviço, questionando se ele é páreo para o Social media at FacebookFacebook?

Leitura recomendável para os que discutem e pensam em redes sociais, em tempos de web 3.0.

Vale lembrar e repetir que a TV Cultura iniciou sua cruzada para angariar telespectadores que pertencem a uma categoria bastante desejada e, aparentemente, fora do alcance da televisão: os internautas.

A iniciativa do programa Roda Viva -aliás a página está vetusta e merece urgente uma atualização, mas dá para acessar o blog da TV Cultura– é inédita.

Há duas edições, o programa tem chamado blogueiros/twitteiros para participar da platéia.
Pelo que entendi, eles não podem perguntar nada ao entrevistado. Aliás, quem assistiu pela TV relatou que a câmera mal registra a presença dos blogueiros. Pelo Twitter, eles comentam o que acontece durante a roda viva de perguntas e respostas e informam os internautas. Um resumo que se atualiza com frases de 140 caracteres, o máximo que o serviço permite. O Tweetscan e outros servem para rastrear o que foi dito na web sobre um assunto, bastando, por exemplo, digitar #rodaviva.

É uma forma de chamar os internautas para ligar a TV? Ainda é cedo para responder a essa questão. Afinal, quem não quiser desgrudar do seu monitor pode assistir a transmissão do programa pela web ao vivo.

Trata-se da segunda experiência e essa forma pode e deve mudar. Por que não incluir os blogueiros na turma dos entrevistadores?

Na última segunda-feira, a blogueira, jornalista e escritora Ana Carmen foi uma das convidadas a participar da platéia composta de três blogueiros/twitteiros, durante a entrevista com o bailarino e coreógrafo Ivaldo Bertazzo. A jornalista e blogueira HelenaN, do Prateleira.net, e o jornalista Alexandre Inagaki, do Pensar Enlouquece, completaram o grupo.

Nada é por acaso. Paulo Markun, presidente da Fundação Anchieta – Centro Paulista de Rádio e TV Educativa, está muito bem assessorado. Aliás, parabéns ao responsável por nova mídias. E Markun revela seu lado interneteiro em entrevista ao Link, do Estadão. Sem deixar de arrematar que tem um filho da geração Y, Pedro Markun.

Seria injusto esquecer que a Fundação Padre Anchieta já tem outras iniciativas na web. O Radar Cultura é uma rede social que começou a engatinhar e deve ter engatado, espera-se, mesclando a Rádio Cultura AM com web. Merece visita, cadastro e experimentação.

P.S. Já agendei entrevista ao vivo com Ana Carmen e estou tentando falar com HelenaN e Inagaki. Também vou atrás do responsável por novas mídias da TV Cultura. A idéia é escrever um texto com depoimentos para a revista GSMmania (site em reestruturação), na qual sou editora.

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