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O papel do Twitter no jornalismo

Foto @alexgregianin

Começo da tarde de ontem, um aviso pelo Twitter. @alexgregianin, do seu iPhone, assustado posta que esfaquearam um cliente na Livraria Cultura do Conjunto Nacional. Ele tentou fotografar, mas foi barrado no baile por dois seguranças. Em poucos minutos, sua tuitada se espalhara na tuitosfera. Até aí, nada de novo. Meia hora depois, às 15h15, o jornal eletrônico eBand parecia ter checado mais informações. Não era faca, mas um taco de golfe, corrigido mais tarde para outro instrumento. Enquanto isso, os tuiteiros já colocavam links com uma das primeiras versões: “@tiagooliveira: RT @jampa: Não foi faca. Pior: taco de golfe em briga entre clientes. Pode? http://ow.ly/OiYu (via @zilveti) Quem briga com taco de golfe?”

twittersearch

Ao longo do dia, mais versões atualizadas foram colocadas no ar em outros portais de notícias e chegou-se à conclusão que se tratava de um taco de beisebol. O agressor: Alessandre Fernando Aleixo. A vítima: o designer Henrique de Carvalho Pereira.

Nada como checar a informação, não é mesmo? – Como ainda faço parte da geração que assina jornal no papel, vício do qual ainda não consegui me livrar, recebi o Estadão hoje cedo e lá fui ler mais (com essa assinatura, volto ao computador e leio a versão digital, menos sujeira nas mãos). Havia foto do agressor e seu histórico familiar. Sua mãe, Judith Machado Aleixo, chegara no final do dia à delegacia. Nos jornais online do Estadão, R7, G1 e quetais, as informações estavam todas corrigidas. Aliás, hoje pela manhã, já se sabia nos portais que a vítima passava pela segunda cirurgia e que seu estado de saúde seguia grave.

À noite, a TV, com imagens do agressor, juntava-se ao noticiário online.

O que importa aqui é que o Twitter serviu de impulso. Um cliente, no caso @alexgregianin, estava na Cultura e viu o cliente ensanguentado. Em minutos, os jornais online foram atrás da informação. Corrigiram, checaram e todo mundo ficou sabendo que o agressor tem problemas mentais.

E quem, feito eu, ainda insiste em ler no papel, aí vai o PDF com a notícia, nomes do agressor, a vítima, a mãe do agressor, depoimento da polícia e tudo mais.

O papel do Twitter no jornalismo

Com direito à foto do agressor e anúncio de quase página inteira.

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iPhone 3GS por R$ 99 ou por R$ 399?

O preço oficial do iPhone 3GS na loja sem desconto algum sai por R$ 1.949 (16 Gigabytes) ou R$ 2.249 (32 Gigabytes). Mas tudo é negociável com sua operadora.
Explico: em planos pós-pagos, geralmente o consumidor costuma receber pontos, que se transformam em bônus. Ao ligar para minha operadora, a TIM, verifiquei que possuía um bônus equivalente a R$ 1.500. Com mais um desconto por ter escolhido o aparelho da Apple e por fazer um contrato de refidelização por 12 meses, pude escolher entre pagar R$ 99 ou R$ 399.
Isso mesmo, você não está lendo errado. 16 Gigas por R$ 99 ou 32 Gigas por R$ 399. É mais barato do que um pen drive? Não sei. Preciso checar assim que me conectar novamente, pois vou trocar de aparelho agora, às 18h09 na loja da TIM no shopping Eldorado. E este post foi feito do celular Nokia E71.

ADDENDUS

Ontem à noitinha, sob a forte chuva que desabou o dia inteiro em São Paulo, saí tão afoita da loja da TIM no shopping Eldorado,  que mal tive tempo de postar a foto da nota fiscal. Bem lembrado, paguei R$ 99 e dividi em três parcelas de R$ 33 no cartão de crédito.

MAIS

A tela do iPhone quebra facilmente? É o que dizem por aí usuários em todos os cantos. Fui até o subssolo e comprei uma capinha de silicone e uma película para a tela.  Quebrei, não a tela, mas a cara, pois a película resultou numa roubada total. Na FasTech, verifiquei o preço dos pen drives das marcas Kingston e SanDisc.  A chave da Kingston de 16 Gigabytes estava em promoção: saí de R$ 179 por R$ 149. A chave SanDisc de 32 Gigabytes passava de R$ 379 para R$ 349.

RESPOSTA AO PRIMEIRO COMENTÁRIO

Rudolph Bantim, na loja da TIM, com o bônus na tela do celular, devidamente registrado nos computadores da operadora, imagino, o consumidor pode levar um celular de qualquer marca. Como se diz por ai, “pagando, meu caro”.

TRADUZINDO

O preço que paguei por esse iPhone significa o seguinte: o que importa é a fidelização com a operadora e não o preço do aparelho. Sabe-se muito bem que quem paga a conta dos fabricantes de celulares são as operadoras de telefonia móvel. Em suma, 99 reais não pagam a conta do iPhone. Nem R$ 399.  Se eu, uma mera cliente de um plano de 120 minutos obteve o ícone do desejo do mundo móvel por essa bagatela, imaginem os usuários de contas premium, contas empresa e tudo mais? E nos EUA e na Europa? Deve chegar iPhone grátis. Pode apostar. E isso vale para a Claro, TIM, Vivo, Oi, Verizon etc. etc.

E POR ÚLTIMO

Em breve subo a foto da nota fiscal.

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“Loco” por iPhone

Leonardo Picolotto e seu iPhone 3GS na loja da Vivo © Bruno Roberti / UOL

Leonardo Picolotto e seu iPhone 3GS na loja da Vivo © Bruno Roberti / UOL

Primeiro? Bem, na loja do Conjunto Nacional, ele parece ter sido o primeiro. O arquiteto Leonardo Picolotto afirmou ao portal do UOL ter chegado à loja da rua Augusta com Paulista às 5h40.  Saiu do estabelecimento às 8h30 com seu aparelho em mãos.

Ontem foi anunciado que três operadoras começariam a vender o iPhone 3GS a partir de hoje, 28 de agosto, sexta-feira. Os preços foram divulgados por TIM e Vivo. As lojas abriram às 10h. Ontem, em transmissão ao vivo, a última operadora afirmou que quase 60 lojas ofereceriam os aparelhos em vários Estados.

Para fazer frente à concorrência, a TIM soltou a tabela de preços ao longo da tarde de ontem. No site da Claro, até as 16h10, só era possível obter informações sobre os recursos do 3GS. Preços, nada. Liguei no número do site, fui bem tratada, mas o atendente tampouco conseguiu achar a tabela. Afirmou que era possível comparecer a uma das lojas. Pedi o endereço e o telefone e fui informada de que eles não têm telefone. No site, é possível informar o Estado, a cidade e o bairro para ter acesso a lojas mais próximas. A assessoria de imprensa tampouco dispunha da tabela de preços no mesmo horário.

Estou na confluência de Perdizes, Sumaré e Sumarezinho. A loja mais próxima seria a do Bourbon Pompeia. Mas ir até lá sem poder ligar é desagradável. Por que as operadoras não podem colocar os telefones das lojas em seus respectivos sites? Sem resposta, por ora. Talvez se eu me arriscar e for até lá, consiga ter acesso aos preços. Comprar já é outra história. E se a preguiça for muito grande, posso consultar o site do Bourbon Pompeia e conseguir o telefone da loja. Afinal, quem tem boca vai a Roma, mas pode ir também até Pompeia.

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Eis a tabela de preços oficial da TIM para o iPhone 3GS

Foi divulgada ontem ao longo do dia pela operadora TIM.

Planos

TIM iPhone 100

TIM iPhone 150

TIM iPhone 200

TIM iPhone 400

TIM iPhone 500

Mensalidade

R$ 93,00

R$ 139,00

R$ 169,00

R$ 259,00

R$ 299,00

Minutos de ligações para qualquer TIM

80

120

160

320

400

Minutos de ligações para demais operadoras móveis ou fixas

20

30

40

80

100

SMS para qualquer TIM

40

40

80

160

200

SMS para demais operadoras

10

10

20

40

50

Pacote de dados

200 MB

250 MB

500 MB

1 GB

1 GB

iPhone 3GS (16 GB)

R$ 1.599

R$ 1.299

R$ 1.199

R$ 1.099

R$ 999

iPhone 3GS (32 GB)

R$ 1.899

R$ 1.599

R$ 1.499

R$ 1.399

R$ 1.299

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iPhone Art – Wired convoca artistas a criar no celular

© David Lasnier/Flickr  - Arte em iTouch

© David Lasnier - Arte em iTouch

Alguém por aí achou que o celular restringe-se a ligações telefônicas, acesso à web e ao email, localização de pontos turísticos, música e imagem?

Ledo engano – o programa Brushes, para iTouch e iPhone, é uma ferramenta que faz mais do que servir de pincel digital. O artista francês David Lasnier usou o aplicativo para fazer seus trabalhos e começou a postá-los na sua conta do Flickr. Em entrevista à Wired, Lasnier diz que o tamanho da tela e os recursos do programa limitam as possibilidades, mas serve para incentivar sua criatividade.

O Brushes já ganhou comunidade no Flickr. E a Wired decidiu apostar com a frase “Show Us Your Best iPhone Art”, incentivando artistas que criam seus trabalhos com o programa no iPhone.

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Google e Apple: a parceria do ano

Peter DaSilva/The New York Times

Programa de reconhecimento de voz do Google no iPhone © Peter DaSilva/NYT

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Nokia: música de graça, ou quase

A loja iTunes da Apple domina praticamente metade das vendas de música online  em todo o mundo. E onde entra a Nokia nisso tudo? Ela anunciou no dia 2 de outubro, durante evento em Londres, que vai oferecer um serviço de música. Trata-se do “Comes with music”, em tradução literal, “Já vem com música”.
Até aí, nenhuma novidade retumbante, uma vez que a Sony Ericsson lançou recentemente o PlayNow Uncut, que antes tinha o apelido de M-Buzz, uma extensão do serviço PlayNow, e a LG planeja algo similar.
Nada retumbante? Ledo engano: o produto da empresa finlandesa se diferencia dos demais porque os usuários podem ficar com todo o conteúdo baixado no período da assinatura, que deve variar de 12 a 18 meses. Traduzindo: não há ônus algum para baixar as músicas, pois o custo está embutido no preço do telefone.
E o que os especialistas têm a dizer sobre isso? O serviço da Nokia vai trazer música gratuita a milhões de consumidores, mudando o cenário da indústria fonográfica. O lançamento de celulares com acesso ilimitado a download de canções pode trazer uma mudança radical no consumo de música digital.
E não é só isso. A Nokia conhece muito bem o impacto das vendas do iPhone no mercado. Não é à toa que, desde o ano passado, a empresa promoveu uma reviravolta em seu modelo de negócios, tendo como alvo principal serviços na web para combater o lento crescimento em vendas de celulares.
E, de quebra, também saiu do forno no mesmo dia o 5800 XpressMusic, um celular com tela sensível ao toque, que deverá ser vendido em meados deste mês na Grã-Bretanha, o terceiro maior mercado música online.
Esse modelo era esperadíssimo. Era a única pegunta que importava em qualquer entrevista onde estivesse um porta-voz da Nokia. Motivo óbvio: a empresa nunca havia oferecido ao consumidor um aparelho com tela sensível ao toque nesses moldes.
O que interessa aqui não é necessariamente se o aparelho é uma cópia ou se faz jus ao iPhone. A Nokia está de olho é em aparelhos que façam o consumidor ir atrás de conteúdo oferecido por ela.  Não é à toa que já comprou outras empresas com serviços para acessar a web pelo telefone, entre eles o OVI e o Mosh.

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