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2010 com mobilidade by James Théophane Jnr

A agência de publicidade online LBI encomendou, e James Théophane Jr, ou simplesmente Theo, tocou o projeto com sua equipe A história, com direito a making ofs está aqui. Imagino que o povo da HTC e do Windows Phone, leia-se Microsoft, tenham colaborado bastante com o projeto.

mobile mobile é uma árvore de natal singular, e você pode dedilhar a partir do seu teclado a melodia que lhe der na telha. Se não dá pra ir ao vivo, por que não pular a fila diante da sua tela? xmas.lbi.co.uk. A dica veio do professor André Lemos via Twitter ou Facebook, já não me lembro exatamente em que emaranhado dessa quântica rede li.

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Me dá meu chip, Pedro

Na pródiga rede, parece que essa história rolou na sexta-feira, 18 de setembro. Ok, reconheço. Ao longo desse dia, fiquei presa a um texto e, vez por outra, ia ao Twitter. Para não perder a concentração, fechei os navegadores e me restringi ao editor de textos.

No sábado, à noitinha, fuçando o Twitter, aleatoriamente, caí n’O Esquema. O que a curiosidade não faz. A minha e a de quem foi obrigado a ouvir o escândalo em uma porta vizinha. O melhor, ou pior, de tudo: a gritaria foi filmada.
E daí? Para o YouTube, outro pulo.

Mais: e por que não transformar o urro em funk! A criatividade da galera deu cria. Não a um, mas a alguns funks. Conferir é preciso.

Perguntas que não calam: o que é privado? E público? A internet transformou-se no canal ideal para a espetacularização?

Leitura obrigatória: A Sociedade do Espetáculo – Guy Debord. Uma versão traduzida para o português de Portugal, generosamente disponível em PDF aqui.

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A foto da semana

Charles Ommanney - Barack Obama, porque conectar-se é preciso

© Charles Ommanney - Barack Obama, porque conectar-se é preciso

Logo após a posse, o conectado Barack Obama, na Casa Branca.
Conectar-se é preciso. Deu na Newsweek e na Wired.

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As estatísticas do mundo móvel

Americanos enviam e recebem mensagens de celulares nas situações mais perigosas. É o que constata  pesquisa divulgada no dia 21 de outubro, revelando que 77% dos entrevistados já usaram seus celulares para digitar textos enquanto dirigiam. E 41% disseram que já mandaram emails de celulares do tipo BlackBerry enquanto andavam de bicicleta ou a cavalo. Surreal, não?

Mais: 11% revelaram ter usado seus celulares para passar mensagens de email durante um encontro romântico, enquanto 79% afirmaram ter enviado mensagens do banheiro.

O levantamento tem o dedo da Neverfail, uma empresa de software para proteção de informações. E para quem se sente entediado em casamentos, saiba que 18% usaram seus celulares para escrever emails durante essas cerimônias, e 16%, durante um enterro. Em formaturas de faculdade, 37%.

Segundo a pesquisa, a proporção de usuários com dispositivos de mensagens de email vai crescer 40% até 2010. Em tempos de crise econômica, por conta da pressão, os donos de celulares devem postar mais. Quem afirma é Michael Osterman, presidente da Osterman Research of Black Diamond, que conduziu o estudo para a Neverfail. “Os trabalhadores terão de se dedicar mais”, disse. Ele acrescenta que com o aumento de demissões, os que ficam têm de dar conta, pois a responsabilidade da empresa é a mesma. Sei. Tá legal. Conheço esse papo furado de muito longe.

A pesquisa foi realizada entre os dias 4 e 26 de agosto com 147 pessoas que responderam online. Ah, é bom recapitular que um maquinista ignorou um sinal vermelho, causando um acidente com 25 mortes. Robert Sanchez teria enviado mensagens de texto. Isso foi no início do mês.

Enquanto isso – O American College of Emergency Medicine alertou para que as pessoas não enviem textos enquanto caminham, pedalam ou andam de skate. Segundo o órgão, registrou-se um aumento de ferimentos e mortes relacionados a usuários que enviam textos inadequadamente.

Um outro levantamento da AAA (American Automobile Association) constata que metade dos adolescentes nos EUA enviaram mensagens enquanto dirigiam.

Distração por uso indevido de traquitanas?

Distração por uso indevido de traquitanas?

Indecente – Um senador estadual de Nova York propôs lei para impedir que pedestres atravessem ruas com seus iPods e similares, com multas de US$ 100! Pode? O nome do sujeito é Carl Kruger, e na proposta dele incluem-se outras traquitanas, leia-se BlackBerries e celulares, mas o senador citou a marca iPod. Fazer o quê! Isso foi em fevereiro do ano passado e o logo acima saiu pela  Methodshop.

O legislador se dá ao luxo de mencionar, sem base estatística alguma, que o uso de gadgets está adquirindo proporções endêmicas. O senador relatou o caso de um rapaz de 23 anos que foi atropelado porque ignorou o sinal, enquanto escutava música. “Uma evidência da praga de nossas ruas.” Esse tipo de distração já ganhou o apelido de “iPod Oblivion”. Gente de cabeça oca existe aos montes. E, nesse mundo de ode ao consumo, culpar os MP3-players por isso chega a ser patético. E duvideodó que o lobby da indústria de celulares e traquitanas deixaria.
O inventor do Walkman, Akio Morita, há mais de 30 anos, não imaginaria isso.

Campanha de gosto duvidoso da policia australiana

Campanha de gosto duvidoso da polícia australiana

Quer mais? – Em janeiro deste ano, a polícia australiana (New South Wales) encomendou à agência de publicidade DDB uma campanha para sensibilizar a sociedade pelo uso de traquitanas no ouvido. Ok, mas cadê as estatísticas de atropelamento por distração? E quem disse que todos que andam com seus celulares no ouvido ou tocadores de música são distraídos. E os caras não brincam em serviço. No site, há os preços das penalidades para pedestres que saírem da linha. Literalmente.

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Nomad, nomadismo, nômade na era web móvel ou mobile

Um dos co-autores deste blog saiu de microférias. A idéia era partir para um lugar distante, no mar, próximo, geograficamente, a montanhas.

Nos trópicos, inverno a 25 graus centígrados = calor. Rumei então com duas adolescentes e duas crianças para Ilhabela, precisamente na praia do Pinto.

É a versão 2.0, pois no ano passado fiz o mesmo trajeto, porém ficamos em uma casa mais próxima do centro. O que significa mais perto de conexão com a web.

Em 2008, aqui, a 5 km da vila, sem conexão de cabo algum, vim munida de um ultraportátil notebook, um mini modem e meus celulares.

Feliz ou infelizmente a operadora TIM não pega bem aqui. Na casa onde estou as concorrentes fazem e aceitam chamadas. Não é de todo mal, pois recebo menos ligações. Na varanda, de onde avisto o mar a poucos metros, conecto o notebook e falo por telefone, de onde acesso a web com mais rapidez.

Esmiuçando: o mini modem, teoricamente, teria de fazer uma conexão 3G, com velocidade prometida de 1 Mbps. Claro, não estou em terra muito firme, então vamos de conexão GPRS, bem mais lenta. Equivale, mais ou menos, a uma conexão discada (para quem se lembra o que já foi esse tipo de acesso à web).

Um detalhe importantíssimo: quando se navega por conexão GPRS, você está abrindo sites na tela do seu celular. O que significa que essas páginas são mais leves, com poucas imagens. Por isso, carregam rapidamente. Os adeptos de web em celulares preferem mil vezes usar os endereços de sites feitos especialmente para abrir nas telinhas. Ao entrar na versão padrão, cai a velocidade para carregar a página.

Aí vai um exemplo de conexão GPRS em um notebook: para baixar um simples programinha para conectar o celular ao notebook de pouco mais de 30 megabytes, foi necessário esperar mais de uma hora. E olhe que o notebook que estou usando é pra lá de potente. Mal chegou às lojas. É um lançamento da HP e tem um chip de bom desempenho para quem precisa de um caderno quie pese pouco mais de 1 kg.

O que esperar de uma conexão mais lerda? Nada, pois quem mandou sair da base, onde tenho internet de banda larguíssima em mais de um computador.

Pergunto: dá para confiar na tal da conexão web móvel, proposta pelas operadoras Claro, TIM e Vivo, que oferecem descontos bacanas para quem comprar o mini modem e conectá-lo a seu notebook? Ou a seu computador de mesa?

Eu diria o seguinte: depois de quase duas semanas testando três notebooks ultraportáteis com três mini modems de três operadoras (parece o trava-línguas dos três tristes tigres), sou obrigada a confessar que o mini modem é útil sim.

E digo o por quê: na primeira semana, o teste foi realizado para a revista, na qual sou editora,  GSMmania. No meio da semana, aconteceu o famigerado apagão da Telefônica / Speedy, cujas explicações até agora não me satisfazem. Quem trabalha o dia inteiro conectado dança. Era o meu caso, pois meu escritório tem três máquinas, todas  usando banda larga Speedy.

Entre as incontáveis narrações sobre a pane, gosto bastante da relatada no Zumo, por Nagano, que trabalha muito bem em parceria com meu querido colega e amigo Henrique Martin, que, além de levar esse blog com muita competência, está de volta ao IDG Now, editando o site da MacWorld Brasil. Confiram.

No dia do pau geral, quase trucidei parte considerável da família, acreditando que minha filha mais velha tinha pegado algum vírus maléfico nas suas conexões Orkut ou MSN. Minha cara-metade teve a pressão alterada, pois eu vociferava que, durante o fechamento de uma edição, não se pode inventar de atualizar programa ou fazer alterações grandes no servidor.

E como sintonizar-se no noticiário? Bastava ligar a TV ou o rádio, óbvio. A internet parou em todo o Estado de São Paulo. Para nossa sorte, os mini modems deram conta do recado. E, mesmo em velocidade baixa, era possível acessar e-mails, entrar em sites, conferir informações e fechar uma revista.

Ah, e na agência, onde o fechamento das 68 páginas acontecia, a conexão não era da Telefônica. Menos mal.

E nesta segunda semana: o tal do mini modem, mesmo funcionando apenas na varanda da casa, e quando lhe dá na telha, me ajuda a conferir e-mails de urgência, entrar raríssimas vezes no Twitter e em sites noticiosos.

E por último, a atualizar este blog, que estava abandonado às traças digitais.

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Eae? Já está Claro quem vai pagar a conta do iPhone 3G?

Página da abertura da Claro para pré-cadastramentoO iPhone 3G mal chegou às prateleiras e já estão todos fazendo as suas contas. Ou pelo menos imaginando como serão. Afinal como me disse, ao longo da tarde, Cris de Luca, do Circuito, o que interessa são os planos de venda e não o preço do celular.

Nos EUA e na Europa é bem possível que ele saia de graça. Ops. Grátis? Nunca, diriam os economistas. Nada é de graça. Para ter um aparelho iPhone 3G a, supostamente, sem custo algum, as operadoras terão de embutir o preço desse telefone em um plano. Lá fora, fala-se em contrato de assinatura de no mínimo dois anos. Haja fidelidade.

E Steve Jobs foi categórico. O iPhone 3G mais simples vai chegar a 70 países custando US$ 199. No site em português da Apple, bem no canto direito, lá embaixo, há um link onde comprar.

Telefone, iPod, internet e mais

Já foi lá? Dá direto na Claro.

Enquanto isso, conjeturas todos podem fazer. A elas: a Claro, menos de dois dias após o anúncio do iPhone 3G, vem estampando em sua tela de abertura a oferta do celular da Apple. Corra aficionado, corra. Quer dizer, o que você está esperando? Entre no site da empresa e preencha seus dados. Está sem paciência? Então digite os quatro números logo abaixo da página, 1052. Uma voz eletrônica vai lhe pedir alguns dados e pronto. É só aguardar.

Não sei quanto tempo, mas a operadora está cotada para ser a primeira a oferecer o iPhone com um plano pós-pago. E já que que estamos no plano das conjeturas está claro que as contas são todas suposições.

Para pagar a conta dos US$ 199 ou US$ 299, dependendo do iPhone 3G que você escolher, pode-se imaginar que será preciso assinar um plano de 18 meses? Ou dois anos? O tempo dirá. Mas jogando lá no alto, o mais caro, oferecido hoje no site da empresa, é o Plano 3G 900, com direito a 750 minutos de ligações locais.

Planos 3G da Claro

Detalhe, nesse plano de R$ 376,90, estão apenas incluídos 150 Megabytes de acesso à internet. Por experiência própria, isso não dá para nada, principalmente se você gosta de entrar em sites o tempo inteiro, conferir a chegada de e-mails, postar em blogs, usar Skype, MSN ou outras redes sociais.

E quem quer um iPhone 3G seguramente vai querer navegar pela web em alta velocidade. O pacote Internet 2000 tem hoje franquia mensal de 2 Gigabytes, por 30 dias, a velocidade de 1 Megabit. Hoje, fazendo os cálculos, a conta ficaria em R$ 376,90 (plano 900 de 750 minutos) + R$ 99,90 = R$ 476,80.

Vale a pena? Claro, a decisão está nas suas mãos. Não venha dizer depois que pagou apenas US$ 199 ou que ele saiu de graça.

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as cartas já foram dadas: façam as suas apostas

De um lado, Steve Jobs, presidente da Apple. Do outro, os fabricantes de celulares. Leiam: Nokia, Samsung, Motorola, LG e Sony Ericsson.

Há poucos dias, o presidente da Apple sacudiu a platéia em San Francisco ao mostrar o futuro iPhone 3G. Como é de praxe, o público aplaudia esboçando os “ohs” e “ahs” a cada revelação de novas funções e habilidades do aparelho.

Jobs é competente no que faz. Promete oferecer em julho um celular de belo design com todas as funcionalidades exigidas pelo mercado a um preço bastante camarada: US$ 199. Não se engane. Esse suposto chamariz estará atrelado a um contrato de assinatura com operadoras em 70 países, anunciados pelo executivo, que obrigarão o cliente a ser fiel por no mínimo 18 meses. Quem disse que existe almoço gratuito? Ou quase?

O que quer Jobs jogando o preço de um telefone com tantos recursos a US$ 199? Nada mais do que fechar o ano com 10 milhões de unidades vendidas em todo o mundo. Nos últimos 12 meses, ele diz ter vendido 6 milhões de aparelhos com a primeira versão do iPhone. Quem quiser que acredite nas estatísticas.

Nesse jogo pesado, os fabricantes de celulares vêm se digladiando há um bom tempo. E Jobs sabe quem é quem.

Durante sua apresentação, ele não hesitou em fazer comparações de velocidade de acesso à web entre o futuro iPhone 3G com o N95, da Nokia, e o Treo 750, da Palm.

Desde que o iPhone saiu, todos disseram que a indústria de telefonia móvel correu atrás de um suposto prejuízo: afinal o telefone da Apple inovou com a tela sensível ao toque, oferecendo uma tecnologia mais avançada para abrir programas e funções.

LG, Samsung e HTC teriam, segundo especialistas, se adiantado com seus novos modelos com telas para acessar com os dedos.

Modelos com o KF755, um celular com tela sens�vel ao toque e câmera de 5 Megapixels

Segredo – Aliás a LG, que ostenta o quarto posto mundial em vendas de aparelhos -de acordo com o Gartner-, deu-se bem ao criar um conceito com celulares sofisticados, batizando uma de suas linhas de Chocolate. Milhões de unidades vendidas depois, lançou outra linha, a Shine. E agora chega com seu novo segredo. Apelidado de Secret, o LG-KF755 quase faz jus ao futuro iPhone 3G. Segundo a empresa, no final de maio, quando aconteceu o lançamento europeu, foram vendidas 200 mil unidades em duas semanas.

O Secret desembarca em São Paulo nesta semana ancorado em grande campanha de marketing. Tem 11,8 milímetros de espessura, câmera fotográfica de 5 Megapixels e uma porção de características para edição de vídeo, além de servir para navegar na web ainda com a tecnolgia Edge. Segundo a empresa, há outros três modelos, entre eles o MU500, destinados a surfar pela rede com a nova musa do momento: 3G.

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