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Skype pra iPhone: 1 milhão de downloads em 2 dias

Skype no iPhone, por ora, só em conexão Wi-Fi; ora me poupe

Skype no iPhone, por ora, só em conexão Wi-Fi; ora me poupe

As aspas são de Peter Parkes, do Skype Blogs. “Em menos de dois dias, o Skype para iPhone foi baixado mais 1 milhão de vezes, ou seja, seis downloads a cada segundo”. Parkes acrescenta que se trata de um fenômeno e acredita que é o aplicativo mais baixado para o iPhone.
Vamos lá, Apple. Agora só falta a empresa permitir que o seu belo, prático e famoso celular use o Skype nas redes 3G. As operadoras fora do universo EUA aprovam. Será que a AT&T responde ainda pelo maior faturamento da Apple?

ADDENDUS – Saiu no 9to5mac. Eles conseguiram usar o Skype na rede 3G. O iPhone testado está com o software atualizado. A versão 3.0.
A conferir.

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Skype pra falar no iPhone; será?

Skype no iPhone, só funciona se conexão for Wi-Fi

Skype no iPhone, só funciona se conexão for Wi-Fi

Finalmente o Skype pode ser usado no iPhone. Ou quase. O programa mais conhecido para telefonar pela internet de graça ou por poucos centavos de euro ou dólar por minuto ganhou versão para o celular mais famoso do planeta. Detalhe importantíssimo: ele somente funciona se o acesso à internet for por conexão sem fio, a famosa rede Wi-Fi.

Imagine o dono de um iPhone 3G sair à rua e depender de acesso Wi-Fi para poder usar o Skype. Perde a graça. Perde a função.

Na era da internet móvel, você deveria ter o direito de usar o Skype como lhe der na telha. Explico: não há fonte oficial alguma que justifique a razão para que esse programa não funcione no iPhone usando a rede de dados 3G. Ora, o Skype é de graça, mas nem tanto. Em primeiro lugar, é preciso assinar um pacote de acesso à web com sua operadora de telefonia móvel. No Brasil, esse valor pode girar entre R$40 e R$ 100 por mês. Quem disse que é gratuito?

Segundo rumores nada críveis, a Apple teria feito um acordo com a AT&T lá atrás, quando lançaram a primeira versão do iPhone, para que programas desse gênero, conhecidos no jargão por VoIP, não funcionassem com o telefone da Apple.

Bom o tempo passou e quem compra esse celular paga caro por ele, além de ter de assinar um bom plano de dados para a web para a conta não ir às alturas. Afinal, o conceito do iPhone é acessar a internet em tempo integral.

Skype: instalação é rapidíssima

Skype: instalação é rapidíssima

SKYPE PARA ITOUCH – Donos de iTouch somente podem acessar a web por Wi-Fi. Ok, nesse caso, o Skype pode ser bastante útil, pois ele se transforma em um celular.

ALTERNATIVA MATREIRA – O Fring não tem o mesmo apelo visual que o Skype. Chega a ser feinho e confuso, porém imprescindível. Motivo: ele faz a ponte com o Skype e você pode usá-lo em alguns celulares, caso dos aparelhos Nokia NSeries ou ESeries, que utilizam o sistema Symbian. Basta instalá-lo, fazer os ajustes devidos, plugar o fone de ouvido e começar a falar com seus interlocutores do Skype ou ligar para algum contato, caso você tenha crédito para ligar para números de telefonia fixa ou celular pagando menos. O Fring também tem versão para iPhone, mas, obviamente, só funciona para teclar, pois a Apple não permite que você acesse a rede 3G para fazer ligações pela internet. Apenas por Wi-Fi. Muiiiitoooo bacana.

Conexão Barça-Sampa: tá tudo dominado em 5,28 minutos cravados

Conexão Barça-Sampa: tá tudo dominado em 5,28 minutos cravados

ALÔ, ALÔ, DE BARÇA, TESTANDO – Eu havia lido o teste do Skype para iTouch na Wired. O autor fez a avaliação no seu iTouch. Era final de tarde do último dia de março, terça-feira, dái pensei. Qual é a grande vantagem nessa história, afinal. Peguei o iPhone, entrei na Apple Store, digitei Skype e instalei o programa em rápidos minutos. Estava na agência onde edito a GSMmania, revista bimestral de computação móvel. Em suma, a conexão à web usada foi a Wi-Fi mesmo.

No computador, eu acabara de enviar um email a Claudio Versiani, que co-edita, de Barcelona, a revista eletrônica de fotografia PicturaPixel, da qual sou colaboradora. Acertávamos os ponteiros de uma pauta e eu lhe perguntei se ele queria ligar o Skype. Enquanto aguardava sua resposta, a instalação no iPhone já tinha sido concluída. Nem me passou pela cabeça que ele fosse querer ligar seu Skype, pois em Barça já era tarde da noite. A resposta de seu email foi taxativa: cinco minutos no máximo. Ok, eu ainda perguntei se ele preferia teclar, pois o microfone do computador não estava à mão.

Bastou eu informar login e senha do Skype no iPhone e, em segundos, tocou o Skype. Era ligação do navegador Versiani. Pluguei o fone de ouvido e lá fui eu tirar minhas dúvidas de uma entrevista para qual ele me havia pautado.

O som era claríssimo. O delay não era muito grande, consegui aumentar o volume sem dar pau algum. Em precisos cinco minutos e vinte e oito segundos, terminamos a ligação. Ok, eu ultrapassei vinte e oito segundos do tempo regulamentar.

Skype pra iPhone - Visu bacana, igual ao do computador

Skype pra iPhone - Visu bacana, igual ao do computadorSkype no iPhone - contatos à vista

Ele ainda me mandou um email, avisando a marca. Depois, enviei algumas mensagens de chat, uma delas para uma amiga em Campinas, e outra, para Sampa mesmo. Desliguei porque os diretores de arte exigiam minha presença para fazer ajustes nos textos da revista.

Skype no iPhone - vale a pena?

Skype no iPhone - vale a pena pra teclar?

VALE A PENA? – Se você está em um local com acesso Wi-Fi e vai fazer ligações, pode ser. De qualquer forma, na rua, em trânsito, nesta vida nômade, em que o espaço físico foi transformado em zeros e uns, eu ainda prefiro usar o Skype em qualquer canto, com a conexão que me der na telha. Por ora, só posso fazê-lo via Fring.

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Celular = giz = lápis = a qualquer ferramenta?

Ok, o celular é uma ferramenta. O computador também. A chave de fenda, idem. Assim como o lápis, o giz e a lousa.
Educadores têm se perguntado se o celular não é apenas mais uma ferramenta para o ensino.
Afinal, o que importa é apenas o conteúdo, além da didática do professor?
Concordo em parte.
Os bilhetinhos trocados em papeizinhos por alunos em sala não têm de longe a dimensão de um filmete gravado enquanto o professor comanda sua aula. Em questão de minutos, o conteúdo sobe ao YouTube. Em questão de horas, dependendo da mensagem, ela se espalha e vai parar nas mídias. Impressa, televisiva, eletrônica.
O que prova que o celular invade o espaço antes restrito ao comando do professor, criando um paradoxo entre o público e o privado.

Learning Sciences Research Institute

Para discutir esse tema polêmico, fui atrás de Mike Sharples, um dos maiores especialistas em mobile learning. O professor Sharples dirige o Learning Sciences Research Institute da University of Nottingham e tem um currículo extenso nessa área.

Suas pesquisas incluem design de novas tecnologias para o aprendizado e, entre os trabalhos concluídos, merecem destaque A Theory of Learning for the Mobile Age, em parceria com Josie Taylor e Giasemi Vavoula, e o Handheld Learning Resourse, um projeto com a Kodak e a BT para desenvolver tecnologias móveis para o aprendizado.
Um dos resultados de suas pesquisas é o My Art Space, um serviço interativo, que permite que visitantes de museus e galerias coletem informações das expocições com seus celulares.
A entrevista com Mike Sharples foi gravada pelo Skype e será editada, com direito à tradução, para virar podcast no VoIT, dirigido pelo jornalista Orlando Guido, que, gentilmente, me convidou para um trabalho em parceria.
Ouça aqui a íntegra da entrevista.

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Mobile learning / m-learning: o celular na educação

Educadores de olho em novas ferramentas de aprendizado. Em Portugal. No Canadá, na África do Sul e Grã-Bretanha.

Adelina Moura é professora do Ensino Secundário (o equivalente ao Ensino Médio no Brasil) em Braga, a 45 km da cidade do Porto, onde aconteceu em março um incidente em sala de aula, divulgado à exaustão na mídia local e no YouTube, que merece reflexão.

Ela será a entrevistada na sexta-feira, dia 18, às 19h, web-rádio do Centro Cultural Bradesco. Adelina vai relatar sua experiência em sala de aula com a geração que vive com um “telemóvel”, como se diz em Portugal, grudado no corpo. Ela é autora do Geração Móvel. Em uma época em que esse aparelho transformou-se na identidade do indivíduo, a professora prepara seu doutorado, refletindo e questionando os usos e como construiur mais ferramentas para a educação.

Já pedi entrevista ao premiado Kumaras Pillay, professor que implementou uma dinâmica bastante interessante na África do Sul nas disciplinas de ciências e matemática. Aguardo resposta, pois será muito interessante ouvir esse educador que dá aulas em um país que aposta hoje em tecnologia móvel por um motivo bastante óbvio: o investimento na infra-estrutura para oferecer celulares é bem mais em conta do que a telefonia fixa, uma vez que não é preciso cabear o país. Em vez da fibra óptica entra a torre de transmissão.

Também já pedi entrevista a dois especializados em mobile-learning. Minha idéia é conversar ao vivo com o professor e diretor Mike Sharples do Learning Sciences Research Institute na Universidade de Nottingham.

Consegui ainda contato, via Skype, com Mark A. Kramer, pesquisador e doutorando no Centro de Estudos Avançados e Pesquisa em Comunicação da Informação & Sociedade na Universidade de Salzburg, que já respondeu de seu celular que topa falar na próxima semana.

Na sexta-feira passada, dia 11, entrevistei o consultor em educação Dean Shareski, autor do Ideas & Thoughts, que narrou a adoção do celular em sala de aula em uma escola pública no Canadá.

Estréia em portal de podcast – Além de poder ouvir as entrevistas ao vivo na na web-rádio do CCB, em breve este blog fará parte do VoIT, um portal de podcasts de tecnologia e negócios, política, cultura. Dirigido pelo jornalista Guido Orlando Jr., esse portal é parceiro do UOL em conteúdo, com visitas únicas medidas em centenas de milhares.

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Celular: ferramenta na educação e a menina-cofrinho

Notícias da menina-cofrinho – após sete dias de espera, a moeda (25 centavos ou 1 real) continua alojada no corpo de minha caçula. Os médicos estabeleceram uma data-limite: sexta-feira, quando ela será submetida a um terceiro raio-x para poder monitorar sua trajetória e certificar-se se ela já foi para o intestino – como se vê, um longo caminho a ser percorrido.

No futuro, é bem provável que as crianças saiam do útero já dotadas de chips GPS (sistema de posicionamento global), que permitirão que os pais monitorem seus filhos, mantendo um falso controle sobre eles. Essa tecnologia avançada não impedirá, no entanto, que crianças continuem engolindo moedas ou brinquedinhos.

O celular na educação – para o mesmo dia, está confirmada novamente minha presença na oficina sobre o uso do celular como ferramenta na educação da criançada. Convido, portanto, os leitores a sintonizar às 21h (horário de Brasília -3GMT) na rádio Online do Centro Cultural Bradesco. Quem quiser participar com perguntas pode fazê-lo de duas formas: pelo Skype, bastando adicionar na sua conta os contatos Zilveti ou Gilson Schwartz, curador do CCB e professor de Iconomia da ECA-USP. Quem tem computador poderoso com placa de vídeo pode entrar no Second Life e sentar-se em uma das cadeiras do auditório virtual.

A idéia da oficina é refletir sobre o uso do celular como ferramenta na educação. Em inglês, usam-se alguns termos, entre eles mobile learning ou m-learning. Nos tempos de hoje, em que crianças tiram fotos e filmam com celulares, subindo imediatamente o material para o YouTube ou o Flickr, e o velho bilhetinho passado de mão em mão foi substituído pelas mensagens de texto, o educador se encontra em uma encruzilhada.

Não está em questão se o celular deve ser coibido em sala de aula. O governador do Estado de São Paulo já sancionou uma lei proibindo seu uso na rede escolar. Vale lembrar que, antes da Páscoa, uma aluna agrediu uma professora em uma escola pública na cidade do Porto. Assistido milhares de vezes, esse vídeo produzido por alunos durante a aula foi ao ar pela cadeia da televisão portuguesa e virou manchete de jornais. As lições que ele deixa são inegáveis. Uma delas é a relação de poder entre o professor e os alunos fora das quatro paredes do sacrossanto lar.

Como transformar o celular em um aliado do professor? Há pelo menos dois exemplos relevantes que mostram sua utilização a favor do educador. O que prova a atualidade do velhíssimo ditado “se você não pode com seu inimigo, junte-se a ele”.

Em um país onde apenas 20% da população tem acesso à energia elétrica, porém mais de 80% dos habitantes possuem celulares, principalmente os jovens, Kumaras Pillay, da província de KwaZulu Natal, mudou a dinâmica da sala de aula, ao adotar um projeto nas disciplinas de matemática e ciências.

Pillay criou um portal de telefonia móvel que exerce o papel de tutor para os estudantes dessas disciplinas. A idéia é simples: ajudar os alunos a entender o conteúdo de uma outra forma. O portal Mobile Learner contém exercícios complementares às aulas. Os alunos formam grupos e fazem pesquisas pelo celular, aumentando seu interesse nas salas.

O consultor em tecnologia móvel para a educação Dean Shareski, no Canadá, participou de uma experiência interessante em um colégio. Os alunos dois oitavos e nonos anos estudavam o livro “The Wave”, que põe em xeque vários conceitos. Por sinal, ética é um deles. Onde entra o celular? Para os alunos, ele não é nenhuma novidade, pois são de uma geração que já nasceu fotografando com esse aparelho. Filmar e postar na web faz parte do seu cotidiano.

Uma das propostas em sala de aula foi discutir regras de etiqueta, privacidade, segurança e limite. Eles também descobriram que seus telefones poderiam servir para gravar anotações e criar conteúdo multimídia para a sala de aula, além de utilizá-lo como organizador do dia-a-dia. Descobriram que a conexão sem fio, conhecida por Bluetooth, era excelente para trocar arquivos. Dessa forma, eles puderam criar resumos das discussões em grupo, usando videoclipes e fazendo gravações de áudio.

O leitor quer mais? Agora é esperar para ouvir minha oficina. Já pedi entrevista a Dean Shareski e nossa conversa deve ser gravada pelo Skype. E repito o convite: compareçam na sexta-feira, dia 10, às 21h, na rádio Online, pelo Skype ou pelo Second Life.

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2008: ano do mundo móvel na web?

Quem gosta e acredita em estatísticas prevê que milhões de celulares estarão conectados na web nos próximos anos.
E no Brasil? Se depender dos preços cobrados pelas operadoras, o tempo de adoção promete ser maior. A não ser que haja uma revolução na cobrança desses serviços. Explico: você já experimentou navegar pela internet do seu celular?
Minha conta já dobrou de valor. Fui incauta. Motivo principal: falta de pacote vantajoso para navegar pela web.
A TIM criou recentemente uma promoção de 40 Megabytes de tráfego, ao longo de 30 dias, por R$ 10,  nas conexões TIM Connect Fast e TIM Wap. Há também no portal da TIM outras ofertas, que começam em 40 Megabytes e chegam a 1 Gigabyte.
No site da Vivo , o cliente tem direito a trafegar 500 Kbytes de dados do plano Vivo Escolha 5o ao Vivo Escolha 180. Nos seguintes, sobe para 2 Megabytes e essa taxa se estende até o Vivo Completo. Há ainda um serviço de acesso à web na Vivo  para quem usa o smartphone BlackBerry, por R$ 69,90. Só não consegui checar ainda se ele é válido para quem usa outras marcas de celulares em conexões WAP e/ou GPRS. Há ainda um serviço para tráfego de dados no portal da empresa, com promoções de 40 Megabytes a 1 Gigabyte.
No portal da Claro, parece haver mais ofertas para quem precisa ou quer navegar pela internet.
Se a onda é twittar, enviar mensagens pelo MSN Windows Live Messenger , GoogleTalk, falar pelo Skype, puxar e-mail, acessar blogs, sugiro aderir aos pacotes com a maior oferta de tráfego possível.  Que o digam os twitteiros que não se desgrudam de seus celulares e mandam todos os seus passos em frases de 140 caracteres. Não importam onde estejam: aeroportos, no trânsito das metrópoles e até em festas na casa da sogra. Já li exemplos no Twitter reveladores.
Dilema
As operadoras no Brasil continuam em um entrave: a porcentagem de linhas que utilizam o sistema pós-pago não crava nos 20 pontos.
Querem aumentar a fatia de usuários migrando para o pós-pago? Deve ser o sonho diuturno de cada um dos diretores de marketing e quetais e suas respectivas equipes.
Os preços proibitivos impedem. E não há estatística que me convença que o acesso à web será predominante nos próximos anos neste país.
Mesmo que os portais noticiem números e mais números, fabricados por institutos de pesquisa, afirmando que o iPhone lidera o acesso à internet no Brasil. Bom, só se for entre os publicitários e profissionais liberais que importaram seus aparelhos, ok. Daí fica mais crível.

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