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A foto do dia – Mobile World Congress 2009

© Albert Gea - As retinas de Gea capturaram o frenesi no Mobile World Congress 2009 - Barcelona

As retinas de © Albert Gea capturaram o frenesi no Mobile World Congress - Barcelona

Idou é o nome. Anunciado pela Sony Ericsson no primeiro dia do Mobile World Congress, em Barcelona, o celular se destaca da concorrência por uma característica: a câmera tem resolução de 12 Megapixels.
Além disso, ele vem com flash Xenon e permite assistir a videoclipes no formato 16:9 widescreen.

Pergunto: de que adianta tanta resolução se a maioria dos mortais que fotografam com seu telefone postam suas fotos na web?
Mais: a pedra no sapato não é a resolução, mas algo que a indústria de telefonia móvel ainda não conseguiu (e nem sei se vai) resolver. A falta de zoom óptico.

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as estatísticas no planeta celular

Para os que acreditam em números, vamos lá: não foi Steve Jobs que começou a semana passada anunciando ao mundo que espera vender 10 milhões de iPhone 3G até o final do ano? O presidente da Apple também afirmou que em 365 dias despejou 6 milhões de iPhone nas mãos do consumidor desde junho passado.

E as cifras de celulares vendidos em todo o planeta, como ficam? O que o Gartner diz é o seguinte: as vendas mundiais de telefones móveis, ou telemóveis, como são simpaticamente conhecidos em Portugal, registraram aumento de 13,6% no primeiro trimestre de 2008, em relação ao mesmo período de 2007.

Traduzindo: foram vendidos no mundo todo 294,3 milhões de unidades nos primeiros três meses. Apesar do aumento, o Leste europeu teve uma queda de 16,4% no trimestre, comparando com os primeiros três meses de 2007.

O que dizem os especialistas do instituto: as vendas em mercados emergentes continuam crescendo, enquanto mercados mais maduros sentem a pressão de um ambiente econômico incerto.

E os fabricantes? – A Nokia, a finlandesa líder mundial, registrou 115,2 milhões de aparelhos vendidos nesse período, apesar de ter sofrido queda de 39,1%. Segundo análises do instituto, a empresa conseguiu manter-se na liderança por conta de um grande portfólio, com altos índices de venda em mercados emergentes. Esses especialistas são implacáveis com a companhia: para que a Nokia fique à frente, será necessário integrar novas tecnologias nos aparelhos e melhorar dos quesitos esign e uso.

A Samsung, por sua vez, alcançou a marca de 42,4 milhões de celulares vendidos, garantindo o segundo posto no ranking. Mais: ela aumentou a distância da terceira colocada, a Motorola. Resultado: obteve um ganho de market share de 14,4%. Motivo, segundo os analistas do Gartner: a empresa está reagindo rapidamente aos celulares com tela sensível ao toque, os “touch-screen”.

A Motorola continua com o mesmo problema de 2007. As vendas caíram para 29,9 milhões de unidades. Será que a explicação é assim tão simplista: o fabricante norte-americano não conseguiu enocntrar o sucessor para o popular RaZr, mesmo lançando modelos e mais modelos em seu portfólio?

Murmura-se pelos bastidores que dificilmente a Motorola consegue se alinhar com a concorrência neste ano. Noves fora,  seu posto de terceiro lugar está sendo seriamente ameaçado pela coreana LG, a quarta colocada na contínua corrida dos fabricantes.

A LG, por sinal, teve um início glamuroso no trimestre, alcançando a marca de 23,6 milhões de unidades despejadas nas prateleiras das lojas em todo o mundo. E papou 8% a mais da fatia do bolo.

A coreana é guerreira nessa arena. Ultrapassou a Sony Ericsson e capitalizou a atenção do mercado com o anúncio de modelos com telas sensíveis ao toque desde o anúncio do iPhone em junho de 2007.

Os analistas do Gartner vaticinam: mesmo com o apelo popular de modelos, entre eles o LG Prada e a linha Shine, a empresa precisa lançar um portfólio de smartphones mais poderoso, uma vez que o consumidor e operadoras de telefonia móvel já começaram a enfatizar seus desejos nesse segmento.

Outra que teve um início de ano complicado foi a Sony Ericsson. Suas vendas chegaram a 22,1 milhões, marca insuficiente para continuar no quarto lugar no ranking mundial. Segundo divulgou o Gartner, a empresa atribui esse resultado a dificuldades no mercado do Leste europeu. Para o segundo semestre, ela vem de forma agressiva abrindo seu potfólio com uma safra de aparelhos para consumidores de segmento médio. Dessa forma, a Sony Ericsson estará em boa posição para recuperar seu quarto posto no mercado.

Fonte: Gartner Inc

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as cartas já foram dadas: façam as suas apostas

De um lado, Steve Jobs, presidente da Apple. Do outro, os fabricantes de celulares. Leiam: Nokia, Samsung, Motorola, LG e Sony Ericsson.

Há poucos dias, o presidente da Apple sacudiu a platéia em San Francisco ao mostrar o futuro iPhone 3G. Como é de praxe, o público aplaudia esboçando os “ohs” e “ahs” a cada revelação de novas funções e habilidades do aparelho.

Jobs é competente no que faz. Promete oferecer em julho um celular de belo design com todas as funcionalidades exigidas pelo mercado a um preço bastante camarada: US$ 199. Não se engane. Esse suposto chamariz estará atrelado a um contrato de assinatura com operadoras em 70 países, anunciados pelo executivo, que obrigarão o cliente a ser fiel por no mínimo 18 meses. Quem disse que existe almoço gratuito? Ou quase?

O que quer Jobs jogando o preço de um telefone com tantos recursos a US$ 199? Nada mais do que fechar o ano com 10 milhões de unidades vendidas em todo o mundo. Nos últimos 12 meses, ele diz ter vendido 6 milhões de aparelhos com a primeira versão do iPhone. Quem quiser que acredite nas estatísticas.

Nesse jogo pesado, os fabricantes de celulares vêm se digladiando há um bom tempo. E Jobs sabe quem é quem.

Durante sua apresentação, ele não hesitou em fazer comparações de velocidade de acesso à web entre o futuro iPhone 3G com o N95, da Nokia, e o Treo 750, da Palm.

Desde que o iPhone saiu, todos disseram que a indústria de telefonia móvel correu atrás de um suposto prejuízo: afinal o telefone da Apple inovou com a tela sensível ao toque, oferecendo uma tecnologia mais avançada para abrir programas e funções.

LG, Samsung e HTC teriam, segundo especialistas, se adiantado com seus novos modelos com telas para acessar com os dedos.

Modelos com o KF755, um celular com tela sens�vel ao toque e câmera de 5 Megapixels

Segredo – Aliás a LG, que ostenta o quarto posto mundial em vendas de aparelhos -de acordo com o Gartner-, deu-se bem ao criar um conceito com celulares sofisticados, batizando uma de suas linhas de Chocolate. Milhões de unidades vendidas depois, lançou outra linha, a Shine. E agora chega com seu novo segredo. Apelidado de Secret, o LG-KF755 quase faz jus ao futuro iPhone 3G. Segundo a empresa, no final de maio, quando aconteceu o lançamento europeu, foram vendidas 200 mil unidades em duas semanas.

O Secret desembarca em São Paulo nesta semana ancorado em grande campanha de marketing. Tem 11,8 milímetros de espessura, câmera fotográfica de 5 Megapixels e uma porção de características para edição de vídeo, além de servir para navegar na web ainda com a tecnolgia Edge. Segundo a empresa, há outros três modelos, entre eles o MU500, destinados a surfar pela rede com a nova musa do momento: 3G.

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