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iPad da Apple, ele veio para arrebentar

Demorô, Steve! Para quem quer assistir a transmissão ao vivo do lançamento do iPad, aí vai. Em poucas palavras: a partir de 499 doletas no final de março, nos EUA. Em outros países, final de junho. A conferir.

Para ler sobre características técnicas do produto, DigitalDrops, de Nick Ellis, é visita obrigatória.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

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1984 nunca será igual a “1984″

Dia 24 de janeiro passou batido para os escribas de Nomadismo Celular. Eis que Claudio Versiani, co-autor da revista eletrônica PicturaPixel, escreveu e postou, lembrando a todos o dia do lançamento do primeiro Macintosh: a grande invenção da Apple, capitaneada pelo visionário Steve Jobs, que fundou a empresa em 1976 (Jobs, por motivos de saúde, afastou-se da empresa em janeiro e publicou uma carta sucinta).

O filme publicitário assinado por Ridley Scott, que, em 1982, ousou e impressionou o mundo com “Blade Runner“, foi premiadíssimo e merece ser visto, revisto e comentado. A emblemática frase “1984 nunca será igual a ‘1984’” é autoexplicativa. Se não for, vale a pena ler “1984“, de George Orwell. Tudo sobre o big brother está lá.

Passado um quarto de século, o Macintosh fez muito mais do que história. Sites não faltam relatando todos os modelos lançados ao longo de 25 anos. The Apple Museum não é oficial. De qualquer forma, merece leitura. Do lado esquerdo, há versão traduzida para o espanhol em El Museo de Apple.

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As promessas do iPhone 3G na telefonia móvel

Na sexta-feira, dia 11 de julho, mal as portas foram abertas e lá foram milhres de pessoas em 21 países atrás do objeto de consumo mais falado do últimos tempos: o iPhone 3G.

Setenta e duas horas depois, a Apple comunicava ao mundo que vendera 1 milhão de unidades do iPhone 3G. Os acionistas agradeceram. Pudera, as ações registraram alta de 2 pontos percentuais.

Segundo Steve Jobs, presidente da empresa, a primeira versão desse telefone, lançada em junho de 2007, registrou 270 mil unidades vendidas em dois dias. A marca de 1 milhão do primeiro iPhone foi alcançada em setembro.

Apesar de não suportar mais ouvir e ler sobre esse assunto, tão bombardeado, por ossos do oRifício (como diz uma amiga), entrevistei Luis Minoru Shibata, diretor-executivo da empresa Ipsos, que deu um parecer interessante sobre o impacto do iPhone 3G nas empresas e na sociedade.

Falei também com Henrique Martin, co-autor do blog Zumo, e atual editor do site MacWorld Brasil. Martin participou de um podcast do IDG Now, no qual foi bastante crítico em relação a esse hype. Foi exatamente isso que me chamaou a atenção.

As duas entrevistas fazem parte de uma reportagem que será publicada no jornal Economia Interativa, do qual sou colaboradora semanal.

Afinal, o iPhone 3G é tudo o que dizem? Martin acredita que ele tem recursos atraentes, mas será preciso esperar pela versão 3.0, 4.0 e por aí vai. Alguns itens, que ele faz questão de frisar: até agora a Apple não se deu ao trabalho de colocar uma câmera frontal no iPhone, imprescindível para videochamadas. Mais: ele também não permite filmar. Outro detalhe importante: não permite criar e enviar mensagens muiltimídia, MMS.

E a mídia continua babando, falando das maravilhas desse aparelho. Mesmo os mais experientes, ao citar os números oficiais da Apple, usam aquele velho discurso incorporando as informações, conferindo-lhes ar de verdadeiro. Ao se referirem à concorrência, mudam rapidamente para o velho e bom “diz a empresa que…”, colocando a afirmação na declaração do outro.

Mas um jornalista conhecido nos EUA e no The New York TImes, David Pogue, (versão traduzida pelo Link, do Estadão) parece um dos primeiros a escrever algo mais crítico.

Enquanto isso…

Bom os brasileiros terão de esperar até o final do ano, mas já há quem ofereça iPhone 3G desbloqueado. Alguém aí se candidata a me contar se já pôs as mãos nele?

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as estatísticas no planeta celular

Para os que acreditam em números, vamos lá: não foi Steve Jobs que começou a semana passada anunciando ao mundo que espera vender 10 milhões de iPhone 3G até o final do ano? O presidente da Apple também afirmou que em 365 dias despejou 6 milhões de iPhone nas mãos do consumidor desde junho passado.

E as cifras de celulares vendidos em todo o planeta, como ficam? O que o Gartner diz é o seguinte: as vendas mundiais de telefones móveis, ou telemóveis, como são simpaticamente conhecidos em Portugal, registraram aumento de 13,6% no primeiro trimestre de 2008, em relação ao mesmo período de 2007.

Traduzindo: foram vendidos no mundo todo 294,3 milhões de unidades nos primeiros três meses. Apesar do aumento, o Leste europeu teve uma queda de 16,4% no trimestre, comparando com os primeiros três meses de 2007.

O que dizem os especialistas do instituto: as vendas em mercados emergentes continuam crescendo, enquanto mercados mais maduros sentem a pressão de um ambiente econômico incerto.

E os fabricantes? – A Nokia, a finlandesa líder mundial, registrou 115,2 milhões de aparelhos vendidos nesse período, apesar de ter sofrido queda de 39,1%. Segundo análises do instituto, a empresa conseguiu manter-se na liderança por conta de um grande portfólio, com altos índices de venda em mercados emergentes. Esses especialistas são implacáveis com a companhia: para que a Nokia fique à frente, será necessário integrar novas tecnologias nos aparelhos e melhorar dos quesitos esign e uso.

A Samsung, por sua vez, alcançou a marca de 42,4 milhões de celulares vendidos, garantindo o segundo posto no ranking. Mais: ela aumentou a distância da terceira colocada, a Motorola. Resultado: obteve um ganho de market share de 14,4%. Motivo, segundo os analistas do Gartner: a empresa está reagindo rapidamente aos celulares com tela sensível ao toque, os “touch-screen”.

A Motorola continua com o mesmo problema de 2007. As vendas caíram para 29,9 milhões de unidades. Será que a explicação é assim tão simplista: o fabricante norte-americano não conseguiu enocntrar o sucessor para o popular RaZr, mesmo lançando modelos e mais modelos em seu portfólio?

Murmura-se pelos bastidores que dificilmente a Motorola consegue se alinhar com a concorrência neste ano. Noves fora,  seu posto de terceiro lugar está sendo seriamente ameaçado pela coreana LG, a quarta colocada na contínua corrida dos fabricantes.

A LG, por sinal, teve um início glamuroso no trimestre, alcançando a marca de 23,6 milhões de unidades despejadas nas prateleiras das lojas em todo o mundo. E papou 8% a mais da fatia do bolo.

A coreana é guerreira nessa arena. Ultrapassou a Sony Ericsson e capitalizou a atenção do mercado com o anúncio de modelos com telas sensíveis ao toque desde o anúncio do iPhone em junho de 2007.

Os analistas do Gartner vaticinam: mesmo com o apelo popular de modelos, entre eles o LG Prada e a linha Shine, a empresa precisa lançar um portfólio de smartphones mais poderoso, uma vez que o consumidor e operadoras de telefonia móvel já começaram a enfatizar seus desejos nesse segmento.

Outra que teve um início de ano complicado foi a Sony Ericsson. Suas vendas chegaram a 22,1 milhões, marca insuficiente para continuar no quarto lugar no ranking mundial. Segundo divulgou o Gartner, a empresa atribui esse resultado a dificuldades no mercado do Leste europeu. Para o segundo semestre, ela vem de forma agressiva abrindo seu potfólio com uma safra de aparelhos para consumidores de segmento médio. Dessa forma, a Sony Ericsson estará em boa posição para recuperar seu quarto posto no mercado.

Fonte: Gartner Inc

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Eae? Já está Claro quem vai pagar a conta do iPhone 3G?

Página da abertura da Claro para pré-cadastramentoO iPhone 3G mal chegou às prateleiras e já estão todos fazendo as suas contas. Ou pelo menos imaginando como serão. Afinal como me disse, ao longo da tarde, Cris de Luca, do Circuito, o que interessa são os planos de venda e não o preço do celular.

Nos EUA e na Europa é bem possível que ele saia de graça. Ops. Grátis? Nunca, diriam os economistas. Nada é de graça. Para ter um aparelho iPhone 3G a, supostamente, sem custo algum, as operadoras terão de embutir o preço desse telefone em um plano. Lá fora, fala-se em contrato de assinatura de no mínimo dois anos. Haja fidelidade.

E Steve Jobs foi categórico. O iPhone 3G mais simples vai chegar a 70 países custando US$ 199. No site em português da Apple, bem no canto direito, lá embaixo, há um link onde comprar.

Telefone, iPod, internet e mais

Já foi lá? Dá direto na Claro.

Enquanto isso, conjeturas todos podem fazer. A elas: a Claro, menos de dois dias após o anúncio do iPhone 3G, vem estampando em sua tela de abertura a oferta do celular da Apple. Corra aficionado, corra. Quer dizer, o que você está esperando? Entre no site da empresa e preencha seus dados. Está sem paciência? Então digite os quatro números logo abaixo da página, 1052. Uma voz eletrônica vai lhe pedir alguns dados e pronto. É só aguardar.

Não sei quanto tempo, mas a operadora está cotada para ser a primeira a oferecer o iPhone com um plano pós-pago. E já que que estamos no plano das conjeturas está claro que as contas são todas suposições.

Para pagar a conta dos US$ 199 ou US$ 299, dependendo do iPhone 3G que você escolher, pode-se imaginar que será preciso assinar um plano de 18 meses? Ou dois anos? O tempo dirá. Mas jogando lá no alto, o mais caro, oferecido hoje no site da empresa, é o Plano 3G 900, com direito a 750 minutos de ligações locais.

Planos 3G da Claro

Detalhe, nesse plano de R$ 376,90, estão apenas incluídos 150 Megabytes de acesso à internet. Por experiência própria, isso não dá para nada, principalmente se você gosta de entrar em sites o tempo inteiro, conferir a chegada de e-mails, postar em blogs, usar Skype, MSN ou outras redes sociais.

E quem quer um iPhone 3G seguramente vai querer navegar pela web em alta velocidade. O pacote Internet 2000 tem hoje franquia mensal de 2 Gigabytes, por 30 dias, a velocidade de 1 Megabit. Hoje, fazendo os cálculos, a conta ficaria em R$ 376,90 (plano 900 de 750 minutos) + R$ 99,90 = R$ 476,80.

Vale a pena? Claro, a decisão está nas suas mãos. Não venha dizer depois que pagou apenas US$ 199 ou que ele saiu de graça.

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as cartas já foram dadas: façam as suas apostas

De um lado, Steve Jobs, presidente da Apple. Do outro, os fabricantes de celulares. Leiam: Nokia, Samsung, Motorola, LG e Sony Ericsson.

Há poucos dias, o presidente da Apple sacudiu a platéia em San Francisco ao mostrar o futuro iPhone 3G. Como é de praxe, o público aplaudia esboçando os “ohs” e “ahs” a cada revelação de novas funções e habilidades do aparelho.

Jobs é competente no que faz. Promete oferecer em julho um celular de belo design com todas as funcionalidades exigidas pelo mercado a um preço bastante camarada: US$ 199. Não se engane. Esse suposto chamariz estará atrelado a um contrato de assinatura com operadoras em 70 países, anunciados pelo executivo, que obrigarão o cliente a ser fiel por no mínimo 18 meses. Quem disse que existe almoço gratuito? Ou quase?

O que quer Jobs jogando o preço de um telefone com tantos recursos a US$ 199? Nada mais do que fechar o ano com 10 milhões de unidades vendidas em todo o mundo. Nos últimos 12 meses, ele diz ter vendido 6 milhões de aparelhos com a primeira versão do iPhone. Quem quiser que acredite nas estatísticas.

Nesse jogo pesado, os fabricantes de celulares vêm se digladiando há um bom tempo. E Jobs sabe quem é quem.

Durante sua apresentação, ele não hesitou em fazer comparações de velocidade de acesso à web entre o futuro iPhone 3G com o N95, da Nokia, e o Treo 750, da Palm.

Desde que o iPhone saiu, todos disseram que a indústria de telefonia móvel correu atrás de um suposto prejuízo: afinal o telefone da Apple inovou com a tela sensível ao toque, oferecendo uma tecnologia mais avançada para abrir programas e funções.

LG, Samsung e HTC teriam, segundo especialistas, se adiantado com seus novos modelos com telas para acessar com os dedos.

Modelos com o KF755, um celular com tela sens�vel ao toque e câmera de 5 Megapixels

Segredo – Aliás a LG, que ostenta o quarto posto mundial em vendas de aparelhos -de acordo com o Gartner-, deu-se bem ao criar um conceito com celulares sofisticados, batizando uma de suas linhas de Chocolate. Milhões de unidades vendidas depois, lançou outra linha, a Shine. E agora chega com seu novo segredo. Apelidado de Secret, o LG-KF755 quase faz jus ao futuro iPhone 3G. Segundo a empresa, no final de maio, quando aconteceu o lançamento europeu, foram vendidas 200 mil unidades em duas semanas.

O Secret desembarca em São Paulo nesta semana ancorado em grande campanha de marketing. Tem 11,8 milímetros de espessura, câmera fotográfica de 5 Megapixels e uma porção de características para edição de vídeo, além de servir para navegar na web ainda com a tecnolgia Edge. Segundo a empresa, há outros três modelos, entre eles o MU500, destinados a surfar pela rede com a nova musa do momento: 3G.

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O Twitter, o famoso rápido no gatilho, está ….

Twitter

Hoje o serviço, conhecido pela agilidade para notícias curtas, deu sinal de esgotamento. Isso começou há semanas, no primeiro dia da apresentação de Steve Jobs na MacWorld. Desde lá, o Twitter nunca mais foi o mesmo. A imagem acima chega a ser infantil para avisar seus usuários de que algo vai mal “tecnologicamente”. O negócio é esperar. Isso porque os concorrentes ainda nem saíram da toca. Pelo menos no planeta brazuca.

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