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iPhone 3GS por R$ 99 ou por R$ 399?

O preço oficial do iPhone 3GS na loja sem desconto algum sai por R$ 1.949 (16 Gigabytes) ou R$ 2.249 (32 Gigabytes). Mas tudo é negociável com sua operadora.
Explico: em planos pós-pagos, geralmente o consumidor costuma receber pontos, que se transformam em bônus. Ao ligar para minha operadora, a TIM, verifiquei que possuía um bônus equivalente a R$ 1.500. Com mais um desconto por ter escolhido o aparelho da Apple e por fazer um contrato de refidelização por 12 meses, pude escolher entre pagar R$ 99 ou R$ 399.
Isso mesmo, você não está lendo errado. 16 Gigas por R$ 99 ou 32 Gigas por R$ 399. É mais barato do que um pen drive? Não sei. Preciso checar assim que me conectar novamente, pois vou trocar de aparelho agora, às 18h09 na loja da TIM no shopping Eldorado. E este post foi feito do celular Nokia E71.

ADDENDUS

Ontem à noitinha, sob a forte chuva que desabou o dia inteiro em São Paulo, saí tão afoita da loja da TIM no shopping Eldorado,  que mal tive tempo de postar a foto da nota fiscal. Bem lembrado, paguei R$ 99 e dividi em três parcelas de R$ 33 no cartão de crédito.

MAIS

A tela do iPhone quebra facilmente? É o que dizem por aí usuários em todos os cantos. Fui até o subssolo e comprei uma capinha de silicone e uma película para a tela.  Quebrei, não a tela, mas a cara, pois a película resultou numa roubada total. Na FasTech, verifiquei o preço dos pen drives das marcas Kingston e SanDisc.  A chave da Kingston de 16 Gigabytes estava em promoção: saí de R$ 179 por R$ 149. A chave SanDisc de 32 Gigabytes passava de R$ 379 para R$ 349.

RESPOSTA AO PRIMEIRO COMENTÁRIO

Rudolph Bantim, na loja da TIM, com o bônus na tela do celular, devidamente registrado nos computadores da operadora, imagino, o consumidor pode levar um celular de qualquer marca. Como se diz por ai, “pagando, meu caro”.

TRADUZINDO

O preço que paguei por esse iPhone significa o seguinte: o que importa é a fidelização com a operadora e não o preço do aparelho. Sabe-se muito bem que quem paga a conta dos fabricantes de celulares são as operadoras de telefonia móvel. Em suma, 99 reais não pagam a conta do iPhone. Nem R$ 399.  Se eu, uma mera cliente de um plano de 120 minutos obteve o ícone do desejo do mundo móvel por essa bagatela, imaginem os usuários de contas premium, contas empresa e tudo mais? E nos EUA e na Europa? Deve chegar iPhone grátis. Pode apostar. E isso vale para a Claro, TIM, Vivo, Oi, Verizon etc. etc.

E POR ÚLTIMO

Em breve subo a foto da nota fiscal.

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“Loco” por iPhone

Leonardo Picolotto e seu iPhone 3GS na loja da Vivo © Bruno Roberti / UOL

Leonardo Picolotto e seu iPhone 3GS na loja da Vivo © Bruno Roberti / UOL

Primeiro? Bem, na loja do Conjunto Nacional, ele parece ter sido o primeiro. O arquiteto Leonardo Picolotto afirmou ao portal do UOL ter chegado à loja da rua Augusta com Paulista às 5h40.  Saiu do estabelecimento às 8h30 com seu aparelho em mãos.

Ontem foi anunciado que três operadoras começariam a vender o iPhone 3GS a partir de hoje, 28 de agosto, sexta-feira. Os preços foram divulgados por TIM e Vivo. As lojas abriram às 10h. Ontem, em transmissão ao vivo, a última operadora afirmou que quase 60 lojas ofereceriam os aparelhos em vários Estados.

Para fazer frente à concorrência, a TIM soltou a tabela de preços ao longo da tarde de ontem. No site da Claro, até as 16h10, só era possível obter informações sobre os recursos do 3GS. Preços, nada. Liguei no número do site, fui bem tratada, mas o atendente tampouco conseguiu achar a tabela. Afirmou que era possível comparecer a uma das lojas. Pedi o endereço e o telefone e fui informada de que eles não têm telefone. No site, é possível informar o Estado, a cidade e o bairro para ter acesso a lojas mais próximas. A assessoria de imprensa tampouco dispunha da tabela de preços no mesmo horário.

Estou na confluência de Perdizes, Sumaré e Sumarezinho. A loja mais próxima seria a do Bourbon Pompeia. Mas ir até lá sem poder ligar é desagradável. Por que as operadoras não podem colocar os telefones das lojas em seus respectivos sites? Sem resposta, por ora. Talvez se eu me arriscar e for até lá, consiga ter acesso aos preços. Comprar já é outra história. E se a preguiça for muito grande, posso consultar o site do Bourbon Pompeia e conseguir o telefone da loja. Afinal, quem tem boca vai a Roma, mas pode ir também até Pompeia.

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Eis a tabela de preços oficial da TIM para o iPhone 3GS

Foi divulgada ontem ao longo do dia pela operadora TIM.

Planos

TIM iPhone 100

TIM iPhone 150

TIM iPhone 200

TIM iPhone 400

TIM iPhone 500

Mensalidade

R$ 93,00

R$ 139,00

R$ 169,00

R$ 259,00

R$ 299,00

Minutos de ligações para qualquer TIM

80

120

160

320

400

Minutos de ligações para demais operadoras móveis ou fixas

20

30

40

80

100

SMS para qualquer TIM

40

40

80

160

200

SMS para demais operadoras

10

10

20

40

50

Pacote de dados

200 MB

250 MB

500 MB

1 GB

1 GB

iPhone 3GS (16 GB)

R$ 1.599

R$ 1.299

R$ 1.199

R$ 1.099

R$ 999

iPhone 3GS (32 GB)

R$ 1.899

R$ 1.599

R$ 1.499

R$ 1.399

R$ 1.299

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É hoje a apresentação do iPhone 3GS

iPhone 3GS no Brasil

iPhone 3GS no Brasil

Amanhã o iPhone 3GS começa a ser vendido oficialmente pelas operadoras Claro, TIM e Vivo, em São Paulo. A Vivo fará uma reunião hoje à noite, às 20h, para fazer uma prévia dos novos recursos e estratégia de vendas.  Transmissão ao vivo, Twitter, QiKTV ou qualquer outro programa para enviar informações em tempo real.

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Post de um celular smartphone 3G

Com um celular Nokia E71, que chegará em breve ao mercado brasileiro para o mercado corporativo, escrevo este post usando a conexão 3G, que contratei da TIM.

O plano de dados é de 1 Gigabyte por R$ 69,90. A questão não chega, exatamente, a ser o preço. O problema consiste em calcular o tráfego de dados. Afinal, quando você fica conectado na web, perde a noção de quantas horas navega por sites, escrevendo em blogs como o Twitter, checando e-mail, subindo fotos para o Flickr ou conectando-se em redes sociais. E você perderia a cabeça se quisesse calcular o tráfego de dados. É inviável.

Então contratar um serviço com tráfego determinado por um preço “x” não vale a pena. Principalmente se a idéia é conectar-se à web pelo seu celular sempre que quiser.

Tente fazer uma equivalência: você contrata o serviço de TV paga por alguns canais e aceita o preço. Se assistir apenas um canal algumas horas por dia ou deixar sempre o televisor ligado, vai pagar o mesmo preço.

O mesmo vale para a internet fixa. Paga-se por banda larga e não importa se ela é utilizada ou não, se você trafega milhares dados, equivalentes a gigabytes.

A internet móvel com tráfego de dados ilimitado por ora é cara para o consumidor comum. Ela é acessível quando a empresa paga a sua conta, e isso somente acontece quando a corporação quer seus executivos conectados 24 horas por dia.

Ou então o reles mortal vai ter de encontrar uma rede pública com conexão gratuita aonde for. No Brasil, os comerciantes não querem nem saber disso. Se eles têm rede Wi-Fi, cobram pela conexão, na verdade terceirizada pela Vex ou outro concorrente. Parques e praças com conexão gratuita, por ora, só para quem estiver em Paris ou Nova York.

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Nomad, nomadismo, nômade na era web móvel ou mobile

Um dos co-autores deste blog saiu de microférias. A idéia era partir para um lugar distante, no mar, próximo, geograficamente, a montanhas.

Nos trópicos, inverno a 25 graus centígrados = calor. Rumei então com duas adolescentes e duas crianças para Ilhabela, precisamente na praia do Pinto.

É a versão 2.0, pois no ano passado fiz o mesmo trajeto, porém ficamos em uma casa mais próxima do centro. O que significa mais perto de conexão com a web.

Em 2008, aqui, a 5 km da vila, sem conexão de cabo algum, vim munida de um ultraportátil notebook, um mini modem e meus celulares.

Feliz ou infelizmente a operadora TIM não pega bem aqui. Na casa onde estou as concorrentes fazem e aceitam chamadas. Não é de todo mal, pois recebo menos ligações. Na varanda, de onde avisto o mar a poucos metros, conecto o notebook e falo por telefone, de onde acesso a web com mais rapidez.

Esmiuçando: o mini modem, teoricamente, teria de fazer uma conexão 3G, com velocidade prometida de 1 Mbps. Claro, não estou em terra muito firme, então vamos de conexão GPRS, bem mais lenta. Equivale, mais ou menos, a uma conexão discada (para quem se lembra o que já foi esse tipo de acesso à web).

Um detalhe importantíssimo: quando se navega por conexão GPRS, você está abrindo sites na tela do seu celular. O que significa que essas páginas são mais leves, com poucas imagens. Por isso, carregam rapidamente. Os adeptos de web em celulares preferem mil vezes usar os endereços de sites feitos especialmente para abrir nas telinhas. Ao entrar na versão padrão, cai a velocidade para carregar a página.

Aí vai um exemplo de conexão GPRS em um notebook: para baixar um simples programinha para conectar o celular ao notebook de pouco mais de 30 megabytes, foi necessário esperar mais de uma hora. E olhe que o notebook que estou usando é pra lá de potente. Mal chegou às lojas. É um lançamento da HP e tem um chip de bom desempenho para quem precisa de um caderno quie pese pouco mais de 1 kg.

O que esperar de uma conexão mais lerda? Nada, pois quem mandou sair da base, onde tenho internet de banda larguíssima em mais de um computador.

Pergunto: dá para confiar na tal da conexão web móvel, proposta pelas operadoras Claro, TIM e Vivo, que oferecem descontos bacanas para quem comprar o mini modem e conectá-lo a seu notebook? Ou a seu computador de mesa?

Eu diria o seguinte: depois de quase duas semanas testando três notebooks ultraportáteis com três mini modems de três operadoras (parece o trava-línguas dos três tristes tigres), sou obrigada a confessar que o mini modem é útil sim.

E digo o por quê: na primeira semana, o teste foi realizado para a revista, na qual sou editora,  GSMmania. No meio da semana, aconteceu o famigerado apagão da Telefônica / Speedy, cujas explicações até agora não me satisfazem. Quem trabalha o dia inteiro conectado dança. Era o meu caso, pois meu escritório tem três máquinas, todas  usando banda larga Speedy.

Entre as incontáveis narrações sobre a pane, gosto bastante da relatada no Zumo, por Nagano, que trabalha muito bem em parceria com meu querido colega e amigo Henrique Martin, que, além de levar esse blog com muita competência, está de volta ao IDG Now, editando o site da MacWorld Brasil. Confiram.

No dia do pau geral, quase trucidei parte considerável da família, acreditando que minha filha mais velha tinha pegado algum vírus maléfico nas suas conexões Orkut ou MSN. Minha cara-metade teve a pressão alterada, pois eu vociferava que, durante o fechamento de uma edição, não se pode inventar de atualizar programa ou fazer alterações grandes no servidor.

E como sintonizar-se no noticiário? Bastava ligar a TV ou o rádio, óbvio. A internet parou em todo o Estado de São Paulo. Para nossa sorte, os mini modems deram conta do recado. E, mesmo em velocidade baixa, era possível acessar e-mails, entrar em sites, conferir informações e fechar uma revista.

Ah, e na agência, onde o fechamento das 68 páginas acontecia, a conexão não era da Telefônica. Menos mal.

E nesta segunda semana: o tal do mini modem, mesmo funcionando apenas na varanda da casa, e quando lhe dá na telha, me ajuda a conferir e-mails de urgência, entrar raríssimas vezes no Twitter e em sites noticiosos.

E por último, a atualizar este blog, que estava abandonado às traças digitais.

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2008: ano do mundo móvel na web?

Quem gosta e acredita em estatísticas prevê que milhões de celulares estarão conectados na web nos próximos anos.
E no Brasil? Se depender dos preços cobrados pelas operadoras, o tempo de adoção promete ser maior. A não ser que haja uma revolução na cobrança desses serviços. Explico: você já experimentou navegar pela internet do seu celular?
Minha conta já dobrou de valor. Fui incauta. Motivo principal: falta de pacote vantajoso para navegar pela web.
A TIM criou recentemente uma promoção de 40 Megabytes de tráfego, ao longo de 30 dias, por R$ 10,  nas conexões TIM Connect Fast e TIM Wap. Há também no portal da TIM outras ofertas, que começam em 40 Megabytes e chegam a 1 Gigabyte.
No site da Vivo , o cliente tem direito a trafegar 500 Kbytes de dados do plano Vivo Escolha 5o ao Vivo Escolha 180. Nos seguintes, sobe para 2 Megabytes e essa taxa se estende até o Vivo Completo. Há ainda um serviço de acesso à web na Vivo  para quem usa o smartphone BlackBerry, por R$ 69,90. Só não consegui checar ainda se ele é válido para quem usa outras marcas de celulares em conexões WAP e/ou GPRS. Há ainda um serviço para tráfego de dados no portal da empresa, com promoções de 40 Megabytes a 1 Gigabyte.
No portal da Claro, parece haver mais ofertas para quem precisa ou quer navegar pela internet.
Se a onda é twittar, enviar mensagens pelo MSN Windows Live Messenger , GoogleTalk, falar pelo Skype, puxar e-mail, acessar blogs, sugiro aderir aos pacotes com a maior oferta de tráfego possível.  Que o digam os twitteiros que não se desgrudam de seus celulares e mandam todos os seus passos em frases de 140 caracteres. Não importam onde estejam: aeroportos, no trânsito das metrópoles e até em festas na casa da sogra. Já li exemplos no Twitter reveladores.
Dilema
As operadoras no Brasil continuam em um entrave: a porcentagem de linhas que utilizam o sistema pós-pago não crava nos 20 pontos.
Querem aumentar a fatia de usuários migrando para o pós-pago? Deve ser o sonho diuturno de cada um dos diretores de marketing e quetais e suas respectivas equipes.
Os preços proibitivos impedem. E não há estatística que me convença que o acesso à web será predominante nos próximos anos neste país.
Mesmo que os portais noticiem números e mais números, fabricados por institutos de pesquisa, afirmando que o iPhone lidera o acesso à internet no Brasil. Bom, só se for entre os publicitários e profissionais liberais que importaram seus aparelhos, ok. Daí fica mais crível.

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