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2010 com mobilidade by James Théophane Jnr

A agência de publicidade online LBI encomendou, e James Théophane Jr, ou simplesmente Theo, tocou o projeto com sua equipe A história, com direito a making ofs está aqui. Imagino que o povo da HTC e do Windows Phone, leia-se Microsoft, tenham colaborado bastante com o projeto.

mobile mobile é uma árvore de natal singular, e você pode dedilhar a partir do seu teclado a melodia que lhe der na telha. Se não dá pra ir ao vivo, por que não pular a fila diante da sua tela? xmas.lbi.co.uk. A dica veio do professor André Lemos via Twitter ou Facebook, já não me lembro exatamente em que emaranhado dessa quântica rede li.

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O papel do Twitter no jornalismo

Foto @alexgregianin

Começo da tarde de ontem, um aviso pelo Twitter. @alexgregianin, do seu iPhone, assustado posta que esfaquearam um cliente na Livraria Cultura do Conjunto Nacional. Ele tentou fotografar, mas foi barrado no baile por dois seguranças. Em poucos minutos, sua tuitada se espalhara na tuitosfera. Até aí, nada de novo. Meia hora depois, às 15h15, o jornal eletrônico eBand parecia ter checado mais informações. Não era faca, mas um taco de golfe, corrigido mais tarde para outro instrumento. Enquanto isso, os tuiteiros já colocavam links com uma das primeiras versões: “@tiagooliveira: RT @jampa: Não foi faca. Pior: taco de golfe em briga entre clientes. Pode? http://ow.ly/OiYu (via @zilveti) Quem briga com taco de golfe?”

twittersearch

Ao longo do dia, mais versões atualizadas foram colocadas no ar em outros portais de notícias e chegou-se à conclusão que se tratava de um taco de beisebol. O agressor: Alessandre Fernando Aleixo. A vítima: o designer Henrique de Carvalho Pereira.

Nada como checar a informação, não é mesmo? – Como ainda faço parte da geração que assina jornal no papel, vício do qual ainda não consegui me livrar, recebi o Estadão hoje cedo e lá fui ler mais (com essa assinatura, volto ao computador e leio a versão digital, menos sujeira nas mãos). Havia foto do agressor e seu histórico familiar. Sua mãe, Judith Machado Aleixo, chegara no final do dia à delegacia. Nos jornais online do Estadão, R7, G1 e quetais, as informações estavam todas corrigidas. Aliás, hoje pela manhã, já se sabia nos portais que a vítima passava pela segunda cirurgia e que seu estado de saúde seguia grave.

À noite, a TV, com imagens do agressor, juntava-se ao noticiário online.

O que importa aqui é que o Twitter serviu de impulso. Um cliente, no caso @alexgregianin, estava na Cultura e viu o cliente ensanguentado. Em minutos, os jornais online foram atrás da informação. Corrigiram, checaram e todo mundo ficou sabendo que o agressor tem problemas mentais.

E quem, feito eu, ainda insiste em ler no papel, aí vai o PDF com a notícia, nomes do agressor, a vítima, a mãe do agressor, depoimento da polícia e tudo mais.

O papel do Twitter no jornalismo

Com direito à foto do agressor e anúncio de quase página inteira.

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Everybody loves Rio – Olimpíadas 2016

Porque o Rio de Janeiro merece. Porque o Brasil merece.

O vídeo acima veio por conta do twitter de Magazine Brazil e de Nogueira Jr. Tomo a liberdade de repostar abaixo o artigo do jornalista Leandro Fortes, do Brasília, eu vi.

Leandro Fortes, Brasília, eu vi

“Lula poderia ter agido, como muitos de seus pares na política agiriam, com rancor e desprezo pelo Rio de Janeiro, seus políticos, sua mídia, todos alegremente colocados como caixa de ressonância dos piores e mais mesquinhos interesses oriundos de um claro ódio de classe, embora mal disfarçados de oposição política. Lula poderia ter destilado fel e ter feito corpo mole contra o Rio de Janeiro, em reação, demasiada humana, à vaia que recebeu – estranha vaia, puxada por uma tropa de canalhas, reverberada em efeito manada – na abertura dos jogos panamericanos, em 2007, talvez o maior e mais bem definido ato de incivilidade de uma cidade perdida em décadas de decadência. Vaiou-se Lula, aplaudiu-se César Maia, o que basta como termo de entendimento sobre os rumos da política que se faz e se admira na antiga capital da República. Fosse um homem público qualquer, Lula faria o que mais desejavam seus adversários: deixaria o Rio à própria sorte, esmagado por uma classe política claudicante e tristemente medíocre, presa a um passado de cidade maravilhosa que só existe, nos dias de hoje, nas novelas da TV Globo ambientadas nas oníricas ruas do Leblon.

Lula poderia ter agido burocraticamente a favor do Rio, cumprido um papel formal de chefe de Estado, falado a favor da candidatura do Rio apenas porque não lhe caberia falar mal. Deixado a cidade ao gosto de seus notórios representantes da Zona Sul, esses seres apavorados que avançam sinais vermelhos para fugir da rotina de assaltos e sobressaltos sociais para, na segurança das grades de prédios e condomínios, maldizer a existência do Bolsa Família e do MST, antros simbólicos de pretos e pobres culpados, em primeira e última análise, do estado de coisas que tanto os aflige. Lula poderia ter feito do rancor um ato político, e não seria novidade, para dar uma lição a uma cidade que o expôs e ao país a um vexame internacional pensado e executado com extrema crueldade por seus piores e mais despreparados opositores.

Mas Lula não fez nada disso.

No discurso anterior à escolha do Comitê Olímpico Internacional, já visivelmente emocionado, Lula fez o que se esperava de um estadista: fez do Rio o Brasil todo, o porto belo e seguro de todos os brasileiros, a alma da nacionalidade. Foi um ato de generosidade política inesquecível e uma lição de patriotismo real com o qual, finalmente, podemos nos perfilar sem a mácula do adesismo partidário ou do fervor imbecil das patriotadas. Lula, esse mesmo Lula que setores da imprensa brasileira insistem em classificar de títere do poder chavista em Honduras, outra vez passou por cima da guerrilha editorial e da inveja pura e simples de seus adversários. Falou, como em seus melhores momentos, direto aos corações, sem concessões de linguagem e estilo, franco e direto, como líder não só da nação, mas do continente, que hoje o saúda e, certamente, o aplaude de pé.

Em 2016, o cidadão Luiz Inácio da Silva terá 71 anos. Que os cariocas desse futuro tão próximo consigam ser generosos o bastante para também aplaudi-lo na abertura das Olimpíadas do Rio, da qual, só posso imaginar, ele será convidado especial.”

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Redes sociais: o que estudantes querem

A pesquisa revela dados interessantes: 70% dos estudantes entrevistados são contra o uso de redes sociais (Twitter ou Facebook) por empregadores. O levantamento foi realizado para TMP Worldwide e Targetjobs, que concluíram que estudantes em busca de trabalho não querem que essas agências lhes “vendam” empregos. Acreditam ainda que “empregadores não deveriam explorar redes sociais para seu benefício próprio”.

O estudo mostra, no entanto, que 79% dos entrevistados consideram as redes sociais elementos-chave para que os empregadores entrem em contato com os interessados.

Segundo a pesquisa, estudantes usam bastante redes sociais para pesquisar empresas e checar se as mensagens dos empregadores são realidade. O estudo detectou que quase metade dos estudantes utilizam redes sociais para bater papo com seus pares no processo de recrutamento.

Mais: cerca de 30% dos entrevistados conversam com os empregados de empresas para checar se suas expectativas no trabalho foram atendidas.

Vale a pena ler o restante em inglês em The Economic Times, a partir de onde o texto acima foi traduzido.

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Redes sociais x jornalismo ou redes + jornalismo?

A convite dos professores Squirra e Fabio Josgrilberg, ontem fiz a palestra “Twitter: jornalismo em xeque? Redes sociais alteram rumos de apuração e publicação da notícia“. Na sala, decidi subverter a ordem e comecei por questionar os cerca de 20 alunos sobre o papel das redes sociais, lembrando que as redes na web nada mais são do que uma extensão das nossas redes cotidianas.

A palestra foi gravada e estará disponível no site do programa de pós-graduação em comunicação da Universidade Metodista. Assim que o link for enviado, publico um adenddus.

Por ora, feel yourself comfortable para baixar o arquivo em ppt, visitar o blog do pesquisador Josgrilberg e segui-lo no Twitter. O professor e pesquisador Sebastião Squirra também está no Twitter. Aliás, está inscrito em todas as redes sociais.

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Twestival: Sampa, NYC, Rio, Buenos Aires em todo o planeta

Em Sampa

Twestival Local São Paulo

Twestival Local São Paulo

Twestival

  • Quando: sexta-feira, 11 de setembro
  • Horário: 19h30
  • Onde: Espaço PIX/Gafanhoto
    Av. Rebouças, 3181 – Pinheiros

Em Buenos Aires

Em Nova York

NYC Twestival 2009 » NYC Twestival’s Celebrity Bowling Tournament: Want to play?

Pelo planeta

http://twestival.com/

Twestival no mundo

Twestival no mundo



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Email na nuvem, perdida – Gmail fail ou Dã pra quem confia em apenas um provedor

Gmail fail - falha no Gmail

Gmail fail - falha no Gmail

Dãrzona diriam minhas duas filhas. Quem mandou confiar só no Gmail? Pior: todas minhas contas de email estão direcionadas para esse provedor.

Dá pra tomar um café na esquina? Dá. Mas se você usa o Gmail como um disco rígido ou nuvem para guardar todo o material de trabalho, o que fazer depois de voltar da rua? Senta e chora?

Gmail Fail até no iGoogle

Gmail Fail até no iGoogle

O iGoogle é uma solução? Foi o que disseram no Twitter. Por ora, em lugar algum. O que dá pra fazer é visualizar sua caixa de entrada, ver quem cobra mensagens ou respostas.

Sinto-me sem teto, sem chão. Quem sabe Blue Man Group na veia mais tarde para me animar.

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