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Quem se habilita? Qual será o 1º portal de notícias a permitir envio de vídeos?

Aqui em terra brasilis, temos o hábito de digerir para depois nos apropriarmos de uma ideia. O que não quer dizer que não tenhamos tutano para ser criativos. Ok, faz parte. Claro que todos já devem ter pensado no assunto, mas algum portal de mídia já colocou a ideia em prática? Em suma, o Huffington Post –com mais de 8 milhões de visitas mensais, segundo o instituto Nielsen—  criou o projeto New York subway Performers Project: Help Capture and Map the City’s Street Talent, pedindo a seus leitores que enviem vídeos de street art para mapear talentos.

Na era de videofones e câmeras fotográficas que filmam, leitores aproveitam o espaço e ganham milhares ou milhões de cliques. A conferir.

ENQUANTO ISSOUOL, Terra, Folha Online, Estadão, R7, G1 etc. etc. ou andam comendo mosca ou em breve criam os seus chamados “jornalismo cidadão” ou videorrepórter ou o nome marqueteiro que for mais conveniente.

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Mobile learning / m-learning: o celular na educação

Educadores de olho em novas ferramentas de aprendizado. Em Portugal. No Canadá, na África do Sul e Grã-Bretanha.

Adelina Moura é professora do Ensino Secundário (o equivalente ao Ensino Médio no Brasil) em Braga, a 45 km da cidade do Porto, onde aconteceu em março um incidente em sala de aula, divulgado à exaustão na mídia local e no YouTube, que merece reflexão.

Ela será a entrevistada na sexta-feira, dia 18, às 19h, web-rádio do Centro Cultural Bradesco. Adelina vai relatar sua experiência em sala de aula com a geração que vive com um “telemóvel”, como se diz em Portugal, grudado no corpo. Ela é autora do Geração Móvel. Em uma época em que esse aparelho transformou-se na identidade do indivíduo, a professora prepara seu doutorado, refletindo e questionando os usos e como construiur mais ferramentas para a educação.

Já pedi entrevista ao premiado Kumaras Pillay, professor que implementou uma dinâmica bastante interessante na África do Sul nas disciplinas de ciências e matemática. Aguardo resposta, pois será muito interessante ouvir esse educador que dá aulas em um país que aposta hoje em tecnologia móvel por um motivo bastante óbvio: o investimento na infra-estrutura para oferecer celulares é bem mais em conta do que a telefonia fixa, uma vez que não é preciso cabear o país. Em vez da fibra óptica entra a torre de transmissão.

Também já pedi entrevista a dois especializados em mobile-learning. Minha idéia é conversar ao vivo com o professor e diretor Mike Sharples do Learning Sciences Research Institute na Universidade de Nottingham.

Consegui ainda contato, via Skype, com Mark A. Kramer, pesquisador e doutorando no Centro de Estudos Avançados e Pesquisa em Comunicação da Informação & Sociedade na Universidade de Salzburg, que já respondeu de seu celular que topa falar na próxima semana.

Na sexta-feira passada, dia 11, entrevistei o consultor em educação Dean Shareski, autor do Ideas & Thoughts, que narrou a adoção do celular em sala de aula em uma escola pública no Canadá.

Estréia em portal de podcast – Além de poder ouvir as entrevistas ao vivo na na web-rádio do CCB, em breve este blog fará parte do VoIT, um portal de podcasts de tecnologia e negócios, política, cultura. Dirigido pelo jornalista Guido Orlando Jr., esse portal é parceiro do UOL em conteúdo, com visitas únicas medidas em centenas de milhares.

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Rastreando informações da CES e da Macworld

Depois de sete dias escrevendo sem parar para o mundo impresso, volto ao espaço dos zeros-e-uns.
Las Vegas e San Francisco disputaram logo após a primeira semana do mês a atenção de milhares de pessoas que compareceram às feiras realizadas nessas cidades com centenas de anúncios para o planeta tech/móvel.
Não faltaram análises e notícias sobre toda e qualquer traquitana. O que mais me impressionou não foram os computadores mais finos, leia-se a nova máquina da Apple, que assim que o presidente da empresa, Steve Jobs, o sacou de um envelope, estrategicamente, ganhou na hora o apelido de iPaper, nem tampouco os celulares de design sofisticado com capacidade para acessar redes 3G, wi-fi etcetera e tal.
O que me chamou a atenção neste ano foi a corrida para segur a informação. Eu diria melhor, rastrear.
A Mac World foi assistida e acompanhada pela web de todos os meios. Quem não conseguiu ver vídeo ao vivo partiu para os  blogs “soprando” o que acontecia minuto a minuto, parecia até partida de futebol narrada em site do UOL ou do Terra.
O IDG Now deu a cobertura em português. Melhor para quem queria ficar antenado aqui no Brasil. Centenas de blogs techies ofereciam essa cobertura. Houve até quem o fizesse com direito à tradução em espanhol, caso do Engadget, que também postava fotos o tempo inteiro. 
Enquanto isso, os twitteiros de plantão estouravam a capacidade do site de comportar gente teclando do mundo todo para trocar informações do que rolava no palco com Jobs. No blog da empresa, o anúncio da queda do serviço tinha virado oficial.

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