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Furo! Última hora! Jornal dá pinta e publica copy & paste da internet

Quando jornalismo copia e cola da web

Quando jornalismo copia e cola da web

A notícia veio do meio mais rápido que, por ora, vingou na rede. O Twitter. Quem começou foi a estudante de jornalismo Luisa Benozzati e coautora do Modifique-se. Dona da conta @lulubass, ela postou ao jornalista Mauricio Stycer, @mauriciostycer, avisando-o.
Stycer, por sua vez, replicou “@mauriciostycerNovidade: quando o jornal faz copy & paste na Internet. (dica da@lulubasshttp://tiny.cc/9DtVR

Não resisti e fiz um link com outro encurtador de URLs, o Hootsuite.com. Creditei as duas fontes de onde saiu a informação e larguei na minha conta do Twitter: “@zilveti Furo! Urgente! Jornal dá na pinta e publica copy & paste da internet. via @mauriciostycer @lulubasshttp://ow.ly/n03d #jornalismo #web“.

O assunto rende, é claro. Afinal, não é o papel impresso que se encarrega de dizer que a internet copia e cola? Nada como um escorregão. Em minutos, havia leitores retuitando o que Stycer e Benozzati haviam escrito. Na minha conta repetiu-se a retuitagem [que, em outras palavras, quer dizer replicar].

Pouco tempo depois, antes de largar a tela do computador e ir pra rua com acesso à web móvel, achei que era necessário repetir mais uma vez: “@zilveti: rtépreciso Furo! Últimas Jornal dá pinta e publica copy & paste da internet. via @mauriciostycer @lulubass http://ow.ly/n5wD #jornalismo“.

As estatísticas do jornalismo copy & paste

As estatísticas do jornalismo copy & paste

Desta vez, não sei se por ser no final da tarde, o link registrou um número de acessos bem maior. Desde que optei pelo Hootsuite, tenho condições de aferir os números de cliques a links, os dez mais, por região etc. etc. Até aí, nenhuma novidade, pois há vários serviços de encurtadores de URLs (os endereços de uma página ou domínio) que oferecem esses recursos.

Noves fora, a URL http://ow.ly/n5wD registrou em menos de 24 horas 985 cliques, segundo o Hootsuite. Foi a vingança da blogosfera, dos internautas, do mundo de zeros e uns? Não sei ao certo o que motivou tanta gente a replicar o twitter.

De uma coisa todos podem ter certeza. O papel jornal aceita tudo. Até quando um redator comete um equívoco e, literalmente, copia e cola a informação da não tão assim efêmera web, deixando provas.

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Na estrada, conexão sem fio gratuita

Na estrada, com notebook ou celular, conexão gratuita © Luiz Fernando Santos

Na estrada, com notebook ou celular, conexão gratuita © Luiz Fernando Santos

Antes cerceada a locais como lobbies de aeroportos, hotéis, shoppings e outros enclaves mais elitizados, a tecnologia da comunicação sem fio se dissemina rapidamente, alarga alguns horizontes sociais, desconcerta fronteiras físicas e amplia o quadro de contradições de uma sociedade em rede.

Por Luiz Fernando Santos

P.S. A foto acima foi capturada com um Nokia 6110 no posto Arco Íris Roseira, km 75 da via Dutra, na altura de Nossa Senhora da Aparecida,  em 23 de agosto de 2008.

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A foto da semana

Charles Ommanney - Barack Obama, porque conectar-se é preciso

© Charles Ommanney - Barack Obama, porque conectar-se é preciso

Logo após a posse, o conectado Barack Obama, na Casa Branca.
Conectar-se é preciso. Deu na Newsweek e na Wired.

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Nomad, nomadismo, nômade na era web móvel ou mobile

Um dos co-autores deste blog saiu de microférias. A idéia era partir para um lugar distante, no mar, próximo, geograficamente, a montanhas.

Nos trópicos, inverno a 25 graus centígrados = calor. Rumei então com duas adolescentes e duas crianças para Ilhabela, precisamente na praia do Pinto.

É a versão 2.0, pois no ano passado fiz o mesmo trajeto, porém ficamos em uma casa mais próxima do centro. O que significa mais perto de conexão com a web.

Em 2008, aqui, a 5 km da vila, sem conexão de cabo algum, vim munida de um ultraportátil notebook, um mini modem e meus celulares.

Feliz ou infelizmente a operadora TIM não pega bem aqui. Na casa onde estou as concorrentes fazem e aceitam chamadas. Não é de todo mal, pois recebo menos ligações. Na varanda, de onde avisto o mar a poucos metros, conecto o notebook e falo por telefone, de onde acesso a web com mais rapidez.

Esmiuçando: o mini modem, teoricamente, teria de fazer uma conexão 3G, com velocidade prometida de 1 Mbps. Claro, não estou em terra muito firme, então vamos de conexão GPRS, bem mais lenta. Equivale, mais ou menos, a uma conexão discada (para quem se lembra o que já foi esse tipo de acesso à web).

Um detalhe importantíssimo: quando se navega por conexão GPRS, você está abrindo sites na tela do seu celular. O que significa que essas páginas são mais leves, com poucas imagens. Por isso, carregam rapidamente. Os adeptos de web em celulares preferem mil vezes usar os endereços de sites feitos especialmente para abrir nas telinhas. Ao entrar na versão padrão, cai a velocidade para carregar a página.

Aí vai um exemplo de conexão GPRS em um notebook: para baixar um simples programinha para conectar o celular ao notebook de pouco mais de 30 megabytes, foi necessário esperar mais de uma hora. E olhe que o notebook que estou usando é pra lá de potente. Mal chegou às lojas. É um lançamento da HP e tem um chip de bom desempenho para quem precisa de um caderno quie pese pouco mais de 1 kg.

O que esperar de uma conexão mais lerda? Nada, pois quem mandou sair da base, onde tenho internet de banda larguíssima em mais de um computador.

Pergunto: dá para confiar na tal da conexão web móvel, proposta pelas operadoras Claro, TIM e Vivo, que oferecem descontos bacanas para quem comprar o mini modem e conectá-lo a seu notebook? Ou a seu computador de mesa?

Eu diria o seguinte: depois de quase duas semanas testando três notebooks ultraportáteis com três mini modems de três operadoras (parece o trava-línguas dos três tristes tigres), sou obrigada a confessar que o mini modem é útil sim.

E digo o por quê: na primeira semana, o teste foi realizado para a revista, na qual sou editora,  GSMmania. No meio da semana, aconteceu o famigerado apagão da Telefônica / Speedy, cujas explicações até agora não me satisfazem. Quem trabalha o dia inteiro conectado dança. Era o meu caso, pois meu escritório tem três máquinas, todas  usando banda larga Speedy.

Entre as incontáveis narrações sobre a pane, gosto bastante da relatada no Zumo, por Nagano, que trabalha muito bem em parceria com meu querido colega e amigo Henrique Martin, que, além de levar esse blog com muita competência, está de volta ao IDG Now, editando o site da MacWorld Brasil. Confiram.

No dia do pau geral, quase trucidei parte considerável da família, acreditando que minha filha mais velha tinha pegado algum vírus maléfico nas suas conexões Orkut ou MSN. Minha cara-metade teve a pressão alterada, pois eu vociferava que, durante o fechamento de uma edição, não se pode inventar de atualizar programa ou fazer alterações grandes no servidor.

E como sintonizar-se no noticiário? Bastava ligar a TV ou o rádio, óbvio. A internet parou em todo o Estado de São Paulo. Para nossa sorte, os mini modems deram conta do recado. E, mesmo em velocidade baixa, era possível acessar e-mails, entrar em sites, conferir informações e fechar uma revista.

Ah, e na agência, onde o fechamento das 68 páginas acontecia, a conexão não era da Telefônica. Menos mal.

E nesta segunda semana: o tal do mini modem, mesmo funcionando apenas na varanda da casa, e quando lhe dá na telha, me ajuda a conferir e-mails de urgência, entrar raríssimas vezes no Twitter e em sites noticiosos.

E por último, a atualizar este blog, que estava abandonado às traças digitais.

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A internet móvel da “thumb generation”

Em tradução literal, “thumb generation” ficaria “geração do polegar” ou “geração do dedo polegar”. Não combina. Mesmo. Em francês, ficou “génération pouce”. Em português, talvez a melhor opção seja “geração SMS”, em alusão às mensagens curtas de texto, criadas no celular. Alguém sugere algo melhor?

A faixa etária dessa geração está entre os 13 e 30 anos, que lá fora, bem entendido, não está nem aí para o preço dos serviços de telefonia móvel. O uso da internet no celular faz parte do seu cotidiano. Quem constata é Mei Wen Chou, da Brunel University, na Grã-Bretanha.

Já mandei e-mail solicitando entrevista à pesquisadora, que fez parte de um estudo que deverá ser publicado no International Journal of Technology.

Os pesquisadores haviam constatado que a internet já tinha modificado o uso no trabalho e no lazer dessa geração, mas faltava levantar dados e analisar o perfil desse público e seu uso da rede mundial em celulares.  Entre as observações dos estudiosos ficou claro que a navegação pela internet se dá com mais freqüência no celular do que no computador, seja ele de mesa ou portátil.

Em breve, outro texto com os resultados da entrevista, com direito à podcast da gravação.

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Eae? Já está Claro quem vai pagar a conta do iPhone 3G?

Página da abertura da Claro para pré-cadastramentoO iPhone 3G mal chegou às prateleiras e já estão todos fazendo as suas contas. Ou pelo menos imaginando como serão. Afinal como me disse, ao longo da tarde, Cris de Luca, do Circuito, o que interessa são os planos de venda e não o preço do celular.

Nos EUA e na Europa é bem possível que ele saia de graça. Ops. Grátis? Nunca, diriam os economistas. Nada é de graça. Para ter um aparelho iPhone 3G a, supostamente, sem custo algum, as operadoras terão de embutir o preço desse telefone em um plano. Lá fora, fala-se em contrato de assinatura de no mínimo dois anos. Haja fidelidade.

E Steve Jobs foi categórico. O iPhone 3G mais simples vai chegar a 70 países custando US$ 199. No site em português da Apple, bem no canto direito, lá embaixo, há um link onde comprar.

Telefone, iPod, internet e mais

Já foi lá? Dá direto na Claro.

Enquanto isso, conjeturas todos podem fazer. A elas: a Claro, menos de dois dias após o anúncio do iPhone 3G, vem estampando em sua tela de abertura a oferta do celular da Apple. Corra aficionado, corra. Quer dizer, o que você está esperando? Entre no site da empresa e preencha seus dados. Está sem paciência? Então digite os quatro números logo abaixo da página, 1052. Uma voz eletrônica vai lhe pedir alguns dados e pronto. É só aguardar.

Não sei quanto tempo, mas a operadora está cotada para ser a primeira a oferecer o iPhone com um plano pós-pago. E já que que estamos no plano das conjeturas está claro que as contas são todas suposições.

Para pagar a conta dos US$ 199 ou US$ 299, dependendo do iPhone 3G que você escolher, pode-se imaginar que será preciso assinar um plano de 18 meses? Ou dois anos? O tempo dirá. Mas jogando lá no alto, o mais caro, oferecido hoje no site da empresa, é o Plano 3G 900, com direito a 750 minutos de ligações locais.

Planos 3G da Claro

Detalhe, nesse plano de R$ 376,90, estão apenas incluídos 150 Megabytes de acesso à internet. Por experiência própria, isso não dá para nada, principalmente se você gosta de entrar em sites o tempo inteiro, conferir a chegada de e-mails, postar em blogs, usar Skype, MSN ou outras redes sociais.

E quem quer um iPhone 3G seguramente vai querer navegar pela web em alta velocidade. O pacote Internet 2000 tem hoje franquia mensal de 2 Gigabytes, por 30 dias, a velocidade de 1 Megabit. Hoje, fazendo os cálculos, a conta ficaria em R$ 376,90 (plano 900 de 750 minutos) + R$ 99,90 = R$ 476,80.

Vale a pena? Claro, a decisão está nas suas mãos. Não venha dizer depois que pagou apenas US$ 199 ou que ele saiu de graça.

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Amazon caiu, eae? O Twitter, “baleiando”, entrou em ação

A livraria que mais vende no planeta ficou fora do ar por aproximadamente duas horas. Algo inconcebível no mundo do capital. O estrago foi feio, o suficiente para deixar de vender livros e outros produtos e “manchar” o seu faturamento.

Deu no G1 que a ciberlivraria Amazon teria deixado de faturar US$ 2,79 milhões. Números são críveis? São todos baseados em outros números. A eles: a lógica matemática ensina a seguinte conta. A Keynote Systems, responsável pelo monitoramento de acesso de sites, informou que a empresa ficou fora do ar por 90 minutos.

Então baseado no faturamento da Amazon, que divulgou ter obtido US$ 4,13 bilhões em vendas no último trimestre, cada minuto fora do ar é igual a US$ 31 mil. Noventa minutos fora da rede = US$ 2,79 milhões a menos nos cofres da companhia. Mais: em abril, a loja registrou mais de 58 milhões de visitações, segundo a ComScore, apenas nos Estados Unidos.

Seguramente essa perda vai custar a cabeça de algum executivo ou de vários deles da área de TI, também conhecidos no mercado de tecnologia como CTO (Chief Technology Officer), traduzindo o chefão responsável pela tecnologia em uma empresa.

Livraria virtual fora da rede - web móvel

Site fora do ar não faltou nessa sexta-feira. Enquanto a Amazon deixava os funcionários de cabelo em pé, uma rede social conhecida no mundo dos internautas também caía. O Twitter, a rede social em voga, vive bambeando e deixando seus usuários frustrados. Vira e mexe alguns vão para redes paralelas ou usam outros recursos que acessam o Twitter.

Nessa onda de cai não cai, não é que o danado acabou, mesmo capenga, pipocando em todos os cantos do planeta a saída da Amazon da rede? Foi ele que avisou sobre a megalivraria virtual quem trabalha em redações online e cobre negócios e tecnologia. Em questão de minutos, deu-se início a oficialização dessa informação que já corria solta pelas redes sociais.

Não deu outra: todos saíram escrevendo sobre o assunto. E o melhor título de um artigo, que pincei, ficou para um texto do Buzzwatch, pendurado no site do The Wall Street Journal: “Social Media: Yes, Twitter Users, We Know. Amazon Was Down“. Em tradução literal: “Rede social: sim, twitteiros, nós sabemos. A Amazon caiu”.

O artigo começa narrando aquele velho diálogo comum em escritórios, quando um funcionário pergunta em voz alta ao colega se está conseguindo acessar a rede, e todos começam a dizer que caiu o sistema. Até aí nada de novo.

A graça, ou desgraça, aconteceu em cadeia quando os usuários do Twitter começaram avisar seus interlocutores que a rede do Amazon estava fora do ar. E não foi só nessa rede social. O FriendFeed, um agregador de redes sociais, começou a pular na minha tela, por meio do Thwirl, com um microtexto de algum internauta americano alertando a saída da Amazon da web.

Eu saía nesse momento de casa, quando lia a notícia no meu celular. No trajeto para uma pauta, postei neste blog o que vira: US$ 500 por segundo em perdas de vendas. Mal consegui escrever, a conexão no celular caiu. Mas deu tempo de “fotografar” o site fora do ar.

Tarde da noite, já em casa, conferi os noticiários. Antes, porém, me conectei ao Twitter e lá estava uma resposta, com a correção, vinda por Cristina de Luca, autora do Circuito. Ela lera no G1 que a perda fora de US$ 31 mil por minuto.

E a Amazon? Disse oficialmente o tempo exato que ficou fora do ar? Craig Berman , porta-voz da empresa, fez um rápido pronunciamento, relatando que o sistema da empresa é muito complexo. O discurso oficial informou que estavam trabalhando para retornar ao normal.

Mais interessante do que o discurso oficial é passear os olhos pelo que a comunidade internauta disse sobre a queda momentânea do maior ícone do comércio online.

Tweet Scan - o rastreador de micronarrativas no Twitter

Summize - rastreando micronarrativas de internautas pelo Twitter

O

Tweet Scan e o Summize rastreiam tudo o que foi escrito noTwitter. Basta digitar a palavra Amazon para ler em inglês, português e outros idiomas, nos quais os “twitteiros” narraram suas microhistórias.

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